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	<title>SOUND TEST &#187; gamer brasileiro</title>
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	<description>Videogame levado a sério!</description>
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		<title>SOUND TEST &#187; gamer brasileiro</title>
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		<title>ST#56: Especial SP Game Show</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 02:17:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sound Test</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá Ouvintes!
Como anunciamos, no último sábado estivemos na SP Games Show para participar de dois debates juntamente com outros membros da cena videogamística brasileira. Foi um prazer conhecer algumas personalidades que ouvimos sempre falar ai na Internet e nas revistas.
Claro que não poderíamos perder a oportunidade de gravar um podcast super especial com a presença [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Ouvintes!</p>
<p>Como anunciamos, no último sábado estivemos na SP Games Show para participar de dois debates juntamente com outros membros da cena videogamística brasileira. Foi um prazer conhecer algumas personalidades que ouvimos sempre falar ai na Internet e nas revistas.</p>
<p>Claro que não poderíamos perder a oportunidade de gravar um podcast super especial com a presença ilustre de alguns convidados. Compareceram Moacyr Alves, o que está a frente do projeto Jogo Justo que tem objetivo alavancar de vez o mercado nacional de videogames; Maurício Alegretti, Xbox MVP que sempre representa a comunidade brasileira na divisão de games da Microsoft e Renato Depaoli, profissional da área que está voltando ao Brasil por acreditar que o nosso mercado é o próximo a crescer significativamente.</p>
<p>Eis um resumo do que falamos nesse episódio:</p>
<ul>
<li>Projeto Jogo Justo: Por que vai dar certo?</li>
<li>Fim da Era Tec Toy</li>
<li>Existe um Mercado Brasileiro de Videogames?</li>
<li>Tamanho Potencial do Mercado Brasileiro</li>
<li>Tudo que você pode saber sobre a Xbox Live no Brasil</li>
<li>Visão Estrangeira sobre o Mercado Brasileiro</li>
<li>Chip Cell fabricate no Brasil</li>
<li>O caso do Pro Evolution Soccer 2011 a R$99</li>
<li>Tradução de Jogos para Português do Brasil</li>
<li>E como fica a industria de desenvolvimento brasileiro?</li>
</ul>
<p><strong>Participação</strong>: Rodrigo Salsa, Maurício Carvalho, Moacyr Alves, Maurício Alegretti, Renato Depaoli</p>
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		<itunes:subtitle>Olá Ouvintes!

Como anunciamos, no último sábado estivemos na SP Games Show para participar de dois debates juntamente com outros membros da cena videogamística brasileira. Foi ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Olá Ouvintes!

Como anunciamos, no último sábado estivemos na SP Games Show para participar de dois debates juntamente com outros membros da cena videogamística brasileira. Foi um prazer conhecer algumas personalidades que ouvimos sempre falar ai na Internet e nas revistas.

Claro que não poderíamos perder a oportunidade de gravar um podcast super especial com a presença ilustre de alguns convidados. Compareceram Moacyr Alves, o que está a frente do projeto Jogo Justo que tem objetivo alavancar de vez o mercado nacional de videogames; Maurício Alegretti, Xbox MVP que sempre representa a comunidade brasileira na divisão de games da Microsoft e Renato Depaoli, profissional da área que está voltando ao Brasil por acreditar que o nosso mercado é o próximo a crescer significativamente.

Eis um resumo do que falamos nesse episódio:

	Projeto Jogo Justo: Por que vai dar certo?
	Fim da Era Tec Toy
	Existe um Mercado Brasileiro de Videogames?
	Tamanho Potencial do Mercado Brasileiro
	Tudo que você pode saber sobre a Xbox Live no Brasil
	Visão Estrangeira sobre o Mercado Brasileiro
	Chip Cell fabricate no Brasil
	O caso do Pro Evolution Soccer 2011 a R$99
	Tradução de Jogos para Português do Brasil
	E como fica a industria de desenvolvimento brasileiro?

Participação: Rodrigo Salsa, Maurício Carvalho, Moacyr Alves, Maurício Alegretti, Renato Depaoli</itunes:summary>
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		<itunes:author>soundtest@ungbrasil.org</itunes:author>
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		<title>Tributo Baseado em Combos</title>
		<link>http://www.soundtest.com.br/index.php/2010/05/14/tributo-baseado-em-combos/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 20:12:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[gamer brasileiro]]></category>
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		<description><![CDATA[Deixa eu contar uma historinha pra vocês, longa, mas útil.
Muita gente já sabe que o Brasil é um país com alta carga tributária, que urge a necessidade de uma reforma nessa área e que a gente paga 1, 2, 3 vezes pelo mesmo benefício. E isso tá chegando longe demais.
Antes de falarmos de videogames, vamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deixa eu contar uma historinha pra vocês, longa, mas útil.</p>
<p>Muita gente já sabe que o Brasil é um país com alta carga tributária, que urge a necessidade de uma reforma nessa área e que a gente paga 1, 2, 3 vezes pelo mesmo benefício. E isso tá chegando longe demais.</p>
<p>Antes de falarmos de videogames, vamos só relembrar um pouco de algo pros desmemorados. Junto com alguns países nórdicos, o Brasil é uma das nações cujo cidadão mais paga impostos. Temos impostos para tudo, e na maioria das vezes, é um imposto sobre o outro. Você sabe, todo preço que você vê em lojas, seja de jogos de videogames a balas de goma, o imposto já está embutido. É imposto do governo federal, estadual e municipal, tudo junto. Basicamente, é isso que faz as coisas serem tão caras por aqui.  E como o imposto já vem embutido, é menos dolorido pro consumidor que paga, pois ele não sabe exatamente quanto daquele valor ele está pagando pelo produto e quanto está indo lá pro governo.</p>
<p>Mas <strong>pagar imposto é bom</strong>. Pois é assim que uma nação sobrevive. Claro, pois ela precisa construir nossos hospitais, escolas, asfaltar nossas ruas, pagar o salário dos que trabalham para os cidadãos, como policiais, professores, médicos&#8230; políticos. Já parou pra se perguntar porque você paga plano de saúde sendo que o imposto que você paga por aí serve justamente pra te oferecer serviços de saúde do governo? E seu IPVA? Aquela dinheirama que vai embora no fim do ano, não deveria garantir as obras viárias e um transporte de qualidade?</p>
<p><strong>Mas por que esse texto está num blog de videogames?</strong></p>
<p>Me acompanhem na história: em 2007 comprei, com nota fiscal e tudo mais, aqui no Brasil, um Xbox 360 importado. Joguei feliz por um bom tempo, até que dois anos depois, ele estragou (3RL, como era de se esperar). Sabemos que a garantia da Microsoft sobre o Xbox 360 não é mundial. Ou seja, como meu aparelho era importado, eu deveria envia-lo para os EUA caso quisesse usar a garantia. E foi o que decidi fazer.</p>
<p>Tudo que compramos no exterior e importamos para o brasil, precisamos pagar impostos (que não são baratos). Porém, há uma lei que diz que, se um produto está vindo do exterior como resultado de uma manutenção, ou seja, algo que você enviou para o exterior e agora está voltando, você está isento dos impostos.</p>
<p>Tem lógica: quando eu comprei o videogame aqui no Brasil, paguei um preço cujo imposto de importação já estava embutido. Ora, a loja, quando importou o produto, pagou o imposto de importação e, desde que vise o lucro, provavelmente repassou esse valor para o consumidor embutindo no preço final (por isso coisas importadas são mais caras). Ou seja, eu paguei pelo aparelho + impostos de importação, mesmo que indiretamente.</p>
<p>Voltando ao meu videogame estragado. Lembrando: eu comprei, paguei e usei. Ele é meu. E enviei para o exterior para manutenção. Quando o aparelho foi enviado para mim de volta ao Brasil, fui agraciado com cobrança de impostos de importação. Pense um pouco sobre o que acabou de ler antes de seguir ao próximo parágrafo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-710 aligncenter" title="Repaired Console" src="http://soundtest.ungbrasil.org/wp-content/uploads/2010/05/downloadfile-1.jpeg" alt="Repaired Console" width="491" height="369" /></p>
<p>Dexa ver se entendi: eu comprei um bem importado, paguei o preço (impostos), usei, e, quando tive que enviar para o exterior para manutenção, na volta me cobraram imposto de novo. Como se fosse novo. Eu não podia retirar o meu aparelho nos correios enquanto não pagasse os impostos. Algo que era meu estava confiscado por sabe-se lá o motivo.</p>
<p>Sim, não tinham motivos válidos. A lei está lá: <strong>o retorno de mercadorias estrangeiras por motivo de reparo/manutenção/garantia estão <span style="text-decoration: underline;">isentas de imposto</span></strong>. Claro, pois não se deve cobrar imposto de algo que já foi cobrado.</p>
<p>Mas não adiantou. Criei um recurso para revisão do imposto cobrado, anexando minha nota fiscal, comprovante de envio do aparelho aos EUA, comprovante do rastreamento do produto ao exterior, mostrando que ele passou pela receita federal na ida, demonstrativo da cobertura da garantia&#8230; nada. Só consegui retirar o Xbox 360 (isso depois de quase 90 dias acumulados de análise do caso pela Receita Federal) mediante pagamento dos impostos &#8220;devidos&#8221;. Cheguei até a pensar em &#8220;roubar&#8221; meu próprio Xbox 360 dos Correios numa operação digna de <em>Solid Snake</em>, mas isso só funcionaria num <em>GTA: Guns of the Patriots</em>.</p>
<p>Se ao menos meu dinheiro pago pelos impostos fosse devidamente convertido num serviço de saúde de qualidade, ou de educação, ou de infra estrutura, não teria sentido tanta tristeza, depressão, revolta e sentimento de que vivo num país literalmente sem lei, individualista e que quase não há saída. Mas agora, só na justiça. E talvez meus netos consigam usar a grana devolvida pra comprar um Playstation X-2.</p>
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		<title>ST#48: Episódio do Batman</title>
		<link>http://www.soundtest.com.br/index.php/2009/08/26/st48-episodio-do-batman/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 03:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sound Test</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá fiéis ouvintes!
Dessa vez demoramos mesmo né? Mas é por uma boa causa, acreditem. Estamos trabalhando num projeto tão gamer quanto o podcast que muito em breve vocês poderão conhecer.
Neste episódio, falamos sobre vários assuntos do momento e com uma novidade: a participação &#8220;ao vivo&#8221; dos ouvintes pelo Twitter. Ouça neste episódio sobre:
- Salsa compra um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá fiéis ouvintes!</p>
<p>Dessa vez demoramos mesmo né? Mas é por uma boa causa, acreditem. Estamos trabalhando num projeto tão gamer quanto o podcast que muito em breve vocês poderão conhecer.</p>
<p>Neste episódio, falamos sobre vários assuntos do momento e com uma novidade: a participação &#8220;ao vivo&#8221; dos ouvintes pelo Twitter. Ouça neste episódio sobre:</p>
<p>- Salsa compra um Playstation 3<br />
- Hands-on do Zeebo<br />
- Perspectivas do PS3 Slim, corte de preço e PSP miniS<br />
- Hands-on rápido do DSi<br />
- Distribuicao Digital em portáteis<br />
- iPhone como plataforma de jogos<br />
- Mercado brasileiro de videogames: vai ou não vai?<br />
- Bloqueios de conteudo na Xbox Live<br />
- Politica de preços no mercado de videogames no Brasil<br />
- Monkey Island, Batman Arkham Asylum<br />
- Discrepância entre Arcades, Consoles e PCs no início da década de 90<br />
- Jogos marcantes das nossas vidas: Pitfall 2 (Apple II+) e Shadow Dancer (Mega Drive)<br />
- A Era dos Passwords</p>
<p>Resident Evil 4 (Zeebo)<br />
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<p>Ridge Racer (Zeebo)<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/gmZjeC4_g4c&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/gmZjeC4_g4c&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Jogos Marcantes:</strong></p>
<p>- Pitfall 2: Lost Caverns</p>
<p>- Shadow Dancer: The Secret of Shinobi (Mega Drive)</p>
<p><strong>Participação:</strong> Rodrigo Salsa, Maurício Carvalho</p>
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		<itunes:subtitle>Olá fiéis ouvintes!

Dessa vez demoramos mesmo né? Mas é por uma boa causa, acreditem. Estamos trabalhando num projeto tão gamer quanto o podcast que muito em ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Olá fiéis ouvintes!

Dessa vez demoramos mesmo né? Mas é por uma boa causa, acreditem. Estamos trabalhando num projeto tão gamer quanto o podcast que muito em breve vocês poderão conhecer.

Neste episódio, falamos sobre vários assuntos do momento e com uma novidade: a participação "ao vivo" dos ouvintes pelo Twitter. Ouça neste episódio sobre:

- Salsa compra um Playstation 3
- Hands-on do Zeebo
- Perspectivas do PS3 Slim, corte de preço e PSP miniS
- Hands-on rápido do DSi
- Distribuicao Digital em portáteis
- iPhone como plataforma de jogos
- Mercado brasileiro de videogames: vai ou não vai?
- Bloqueios de conteudo na Xbox Live
- Politica de preços no mercado de videogames no Brasil
- Monkey Island, Batman Arkham Asylum
- Discrepância entre Arcades, Consoles e PCs no início da década de 90
- Jogos marcantes das nossas vidas: Pitfall 2 (Apple II+) e Shadow Dancer (Mega Drive)
- A Era dos Passwords

Resident Evil 4 (Zeebo)


Ridge Racer (Zeebo)


Jogos Marcantes:

- Pitfall 2: Lost Caverns

- Shadow Dancer: The Secret of Shinobi (Mega Drive)

Participação: Rodrigo Salsa, Maurício Carvalho</itunes:summary>
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		<title>ST#46: Quando o Pause Faz a Diferença</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 02:32:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sound Test</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá saudosos ouvintes!
Como prometido, eis o episódio 46 do Sound Test. Gravado no California Coffee, aproveitamos a proximidade da E3 2009 para fazer um retrospecto da E3 2008, a teorizar a longevidade da atual geração e lembrar de jogos marcantes da Era Pré-NES.
Durante o episódio, você ouvirá também:
- Retrospectiva E3 2008: You&#8217;re In The Movies [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá saudosos ouvintes!</p>
<p>Como prometido, eis o episódio 46 do Sound Test. Gravado no California Coffee, aproveitamos a proximidade da E3 2009 para fazer um retrospecto da E3 2008, a teorizar a longevidade da atual geração e lembrar de jogos marcantes da Era Pré-NES.</p>
<p>Durante o episódio, você ouvirá também:<br />
- Retrospectiva E3 2008: You&#8217;re In The Movies (360), Playstation Home (PS3) e Wii Motion Plus (Wii);<br />
- Prolongamento da atual geração: periféricos, atualizações de software, crise mundial;<br />
- Jogos mais influentes da era Pré-NES: Space Invaders (Arcade); Galaga (Arcade); Pac Man (Arcade); Arkanoid (Arcade); HERO (Atari 2600); New Rally-X (Arcade); Adventure (Arcade); Pitfall (Atari 2600); Elevator Action (Arcade); River Raid (Atari 2600); Burger Time (Intellivision); Demon Attack (Atari 2600)<br />
- A Novela contra Frostbite<br />
- Enduro contra o Xixi</p>
<p><strong>Trilha Sonora:</strong> Psycho Soldier (Arcade)<img class="aligncenter size-full wp-image-472" title="psychos_a" src="http://soundtest.ungbrasil.org/wp-content/uploads/2009/06/psychos_a.png" alt="psychos_a" /></p>
<p><strong>Participantes:</strong> Maurício Carvalho, Rodrigo Salsa</p>
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Como prometido, eis o episódio 46 do Sound Test. Gravado no California Coffee, aproveitamos a proximidade da E3 2009 para fazer um retrospecto ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Olá saudosos ouvintes!

Como prometido, eis o episódio 46 do Sound Test. Gravado no California Coffee, aproveitamos a proximidade da E3 2009 para fazer um retrospecto da E3 2008, a teorizar a longevidade da atual geração e lembrar de jogos marcantes da Era Pré-NES.

Durante o episódio, você ouvirá também:
- Retrospectiva E3 2008: You're In The Movies (360), Playstation Home (PS3) e Wii Motion Plus (Wii);
- Prolongamento da atual geração: periféricos, atualizações de software, crise mundial;
- Jogos mais influentes da era Pré-NES: Space Invaders (Arcade); Galaga (Arcade); Pac Man (Arcade); Arkanoid (Arcade); HERO (Atari 2600); New Rally-X (Arcade); Adventure (Arcade); Pitfall (Atari 2600); Elevator Action (Arcade); River Raid (Atari 2600); Burger Time (Intellivision); Demon Attack (Atari 2600)
- A Novela contra Frostbite
- Enduro contra o Xixi

Trilha Sonora: Psycho Soldier (Arcade)

Participantes: Maurício Carvalho, Rodrigo Salsa</itunes:summary>
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		<itunes:author>soundtest@ungbrasil.org</itunes:author>
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		<item>
		<title>ST#42: Jogos Híbridos</title>
		<link>http://www.soundtest.com.br/index.php/2009/01/12/st42-jogos-hibridos/</link>
		<comments>http://www.soundtest.com.br/index.php/2009/01/12/st42-jogos-hibridos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 02:01:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sound Test</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste episódio de final de ano, além da nova edição de áudio, tivemos a primeira participação internacional. Durante os mais de 80 minutos de bate-papo falamos sobre:
- Little Big Planet e jogos de desenvolvedores independentes.
- Rotulando jogos: a crise da mídia especializada.
- Grandes produções de games.
- A vida de um gamer no interior da Irlanda.
- [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste episódio de final de ano, além da nova edição de áudio, tivemos a primeira participação internacional. Durante os mais de 80 minutos de bate-papo falamos sobre:</p>
<p>- Little Big Planet e jogos de desenvolvedores independentes.<br />
- Rotulando jogos: a crise da mídia especializada.<br />
- Grandes produções de games.<br />
- A vida de um gamer no interior da Irlanda.<br />
- Prince of Persia e Mirror&#8217;s Edge: jogos híbridos.<br />
- Limite de orçamento na produção de jogos<br />
- Playstation Home: impressões</p>
<p>Agradecemos a todos os nossos ouvintes pelo reconhecimento no Prêmio Podcast 2008. Garantimos o terceiro lugar na categoria Games!</p>
<p><span style="font-size: 8pt; color: #000000;"><span style="color: #808080;"><em>Participação: Rodrigo Salsa, Maurício Carvalho, Aldeir Arcanjo, Paulo Lafetá<br />
</em></span></span></p>
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		<title>ST#24: Carismático</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Aug 2007 01:53:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sound Test</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A dura vida de gostar de games e morar no Brasil. XBOX 360: morte e ressurreição. Defina carisma! Bioshock, Boogie, Picross e o que mais temos jogado, gostado e detestado&#8230;
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A dura vida de gostar de games e morar no Brasil. XBOX 360: morte e ressurreição. Defina carisma! Bioshock, Boogie, Picross e o que mais temos jogado, gostado e detestado&#8230;</p>
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		<itunes:summary>A dura vida de gostar de games e morar no Brasil. XBOX 360: morte e ressurreição. Defina carisma! Bioshock, Boogie, Picross e o que mais temos jogado, gostado e detestado...</itunes:summary>
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		<title>ST#19: Pogobol</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2007 01:49:42 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Forza Motorsports 2 versus Gran Turismo&#8230; 4? Spring Update, integração com o MSN Messenger e &#8220;massive ban&#8221; na XBOX Live. O eterno medo das 3 red lights, &#8220;cada dia mais perto de você&#8221;. 360 transformer. À procura de um defensor para o PS3. Blu-Ray: solução ou problema? Winning Eleven no 360. O PSP virou kit de desenvolvimento? Wii é só pra &#8220;não-gamer&#8221;? E os gamers, como ficam?? Wii pior que Gamecube graficamente&#8230; Halo envelheceu bem. A fábrica da Nintendo no Brasil e a boataria incessante da internet. O país continua devagar em matéria de videogame. Multiplataforma pra quê? XBOX 720 feito pela Sony?</p>
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		<itunes:summary>Forza Motorsports 2 versus Gran Turismo... 4? Spring Update, integração com o MSN Messenger e "massive ban" na XBOX Live. O eterno medo das 3 red lights, "cada dia mais perto de você". 360 transformer. À procura de um defensor para o PS3. Blu-Ray: solução ou problema? Winning Eleven no 360. O PSP virou kit de desenvolvimento? Wii é só pra "não-gamer"? E os gamers, como ficam?? Wii pior que Gamecube graficamente... Halo envelheceu bem. A fábrica da Nintendo no Brasil e a boataria incessante da internet. O país continua devagar em matéria de videogame. Multiplataforma pra quê? XBOX 720 feito pela Sony?</itunes:summary>
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		<title>Wii: Entenda sua decepção (e a minha)</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 03:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde o N64 que, basicamente, quem compra plataforma da Nintendo são seus fãs. Claro, existem aqueles que são exceção, mas a grosso modo é isso mesmo. Vou dizer o que muita gente diz e todo mundo sabe: a Nintendo antes de qualquer coisa, é uma empresa, e não um clube ou uma comunidade. Por isso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o N64 que, basicamente, quem compra plataforma da Nintendo são seus fãs. Claro, existem aqueles que são exceção, mas a grosso modo é isso mesmo. Vou dizer o que muita gente diz e todo mundo sabe: a Nintendo antes de qualquer coisa, é uma empresa, e não um clube ou uma comunidade. Por isso, ela age como uma empresa, ela traça estratégias de mercado pra sobreviver, operar sempre no verde, agradar seus acionistas, etc. É assim que ela garante sua sobrevivência.</p>
<p>Ingênuo é o gamer que acha que o Wii o satisfará sozinho&#8230;</p>
<p>O Wii foi feito pensando nos jogadores casuais. E, pra esse propósito, ele é um excelente videogame. Por isso não dá para comparar com o 360 ou o PS3. Fica dificil, por exemplo, comparar a interface do Wii com a do 360. Um casual se perderia facilmente na interface do 360, ou não saberia o que fazer diante dela. Essas questões não querem dizer que a interface de um é melhor ou pior que a do outro. Tudo está relacionado com o propósito. A interface do Wii é perfeita para o propósito que ela tem. E a do 360 é perfeita para o propósito que ela tem.</p>
<p>Eu, como gamer, sei que se eu tiver apenas um Wii em casa, não vou ficar satisfeito. Seria ingenuidade da minha parte. Se eu sou um gamer, devo escolher basicamente entre um 360 e um PS3. O Wii, digamos, seria meu segundo console.</p>
<p>Eu não saberia dizer se o Wii dura até o final da geração ou não. Mas, com certeza, o publico que compra o Wii, os casuais, não vão chegar num ponto que eles irão &#8220;enjoar&#8221; do Wii e querer um 360/PS3. Sabe por quê? Porque este publico é o público que não joga videogame, que não sabe lidar com um joystick de vários botões e que se sente intimidado diante de uma máquina mais complexa. Isso é fato.</p>
<p>Agora, vejo gamers em fóruns se decepcionando ou criticando radicalmente o Wii e sua simplicidade, &#8220;casualidade&#8221;. É quase que uma guerra santa. Mas dessa vez não entre nintendistas e sonystas ou seguistas. Mas sim entre hardcore e casuais. Essa é a minha decepção. Ver gamers se achando superiores demais para jogar um simples Wii. E pior, achando essa abertura de mercado que a Nintendo está patrocinando é algo nocivo. Dizem que o propósito do Wii está errado&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/320818297_2375137142-723861.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-349" title="320818297_2375137142-723861" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/320818297_2375137142-723861.jpg" alt="" width="440" /></a></p>
<p>Perai, como assim o proposito do Wii ta errado? Não é o jogador que define o proposito do produto, é a empresa. A Nintendo que definiu isto quando ela começou a pensar no projeto. É ela que define o propósito de seu produto, assim como uma empresa de carros define que quer fazer um carro para atender a pessoas que fazem off-road. Ela não faz um carro com aquelas rodas enormes e suspensões ultra-tecnológicas pro carro andar no asfalto, pra mãe levar a criança pra escola todo dia. Esta mãe, por sua vez, não pode reclamar que é dificil achar vaga que caiba o carro, pois o propósito dele não é esse. Se ela quer um carro pro dia a dia, que compre um que tenha esse propósito, que seja economico e compacto. Existem vários no mercado. O propósito do carro de off-road é andar na terra e em ambientes acidentados. Você nao pode chegar e dizer que isso está errado. Não tem nada de errado. Se a pessoa chega e compra uma bicicleta de asfalto e reclama que não dá pra andar com ela na terra, poxa, porque comprou uma bicicleta de andar no asfalto então? No nosso caso, existem produtos para hardcores (360, PS3) e agora, existem produtos pra casuais (Wii). O mérito que dou a Nintendo é isso, ela conseguiu fazer um produto que atingisse o mercado que ninguém da indústria de videogames conseguia atingir (oceano azul).</p>
<p>A teoria do oceano azul não é desculpa da Nintendo pra não ter que concorrer com a Microsoft e Sony. Primeiro que ela não é obrigada a isso. Ela deve investir no mercado do jeito que ela acha melhor, do jeito que ela ache que será melhor pra saúde e sobrevivência da empresa, e não por caprichos ou mimos de fãs. Mas isso também não quer dizer que ela deve ignorar seus fãs, ela deve achar um equilíbrio nisso. Então ela foi mais do que inteligente, pois percebeu que não cabem 3 plataformas disputando um nicho do mercado, fato este que desde a época do Dreamcast é mais que evidente. E então, investiu em outro nicho. E o melhor: pelo menos até agora, obteve êxito tanto com o Nintendo DS, que já é uma aposta com os casuais, quanto com o Wii, que até hoje não consegue parar nas prateleiras. Ela vende TUDO que produz.</p>
<p>Esse tipo de reação, de decepção com o Wii não é isolada. Eu tenho percebido isso em vários gamers que conheço ou que se manifestam em fóruns. E tenho percebido dois principais fatos que os geram a famosa &#8220;decepção&#8221; com o Wii:</p>
<p><strong>1. Os gamers esperam que o Wii <em>simule </em>movimentos</strong></p>
<p>Na verdade, a Nintendo nunca quis fazer um videogame que simulasse movimentos do jogador na tela. Nada de Nintendo ON, esqueçam aquele vídeo. A Revolução prometida não se trata de alta tecnologia, se trata principalmente de interface. A questão dos sensores de movimento do Wiimote são pra deixar os comandos mais intuitivos. Ao invés de apertar um botão, você faz um movimento. Aí você me pergunta: &#8220;Que idiota, pra que isso? Apertar botão é muito mais facil&#8221;. Fácil pra gente. A principal barreira entre os videogames e os casuais ou até mesmo aqueles que nunca jogaram, é o joystick. São os botões do joystick. Agora me digam: você está num jogo de tênis, o que acha mais intuitivo para fazer o comando de rebater a bola: apertar um botão ou fazer um movimento de rebatida? Pra um casual, o movimento é uma metáfora muito mais assimilável do que um botão. Um casual compreende e memoriza muito mais fácil um movimento do que apertar um botão. É questão de interface. A lixeira do seu Windows é representada por um desenho de uma lixeira do mundo real não é a toa. É uma metáfora, uma representação que deixa as interfaces mais &#8220;amigáveis&#8221; pro usuário. Imagina se ao invés do desenho de uma lixeira, fossem códigos hexadecimais mostrando o endereço de memória ou setor do disco rígido onde se encontram os arquivos excluidos? O mesmo vale pro joystick. Se você tem um comando de rebater uma bola num jogo, como você representaria isto para o usuário de forma que a interface entre o usuário e o jogo fique mais &#8220;amigável&#8221;? Ai eu pergunto: o que o movimento de &#8220;apertar de botão&#8221; tem a ver com o de &#8220;rebater de uma bola&#8221; de tênis? Essa é a idéia do Wiimote. Tornar a interface com o usuário mais intuitiva, &#8220;amigável&#8221;.</p>
<p><strong>2. Os gamers esperam que o Wii, por si só, o satisfaça por completo</strong></p>
<p>Como eu disse no início, o Wii, sozinho, dificilmente vai satisfazer um gamer hardcore. A Nintendo já dizia no início, ela queria que o Wii fosse o segundo videogames de todo gamer. A verdade é essa mesmo. Concordo os gamers reclamam que o Wii chega num ponto que acaba te deixando a ver navios. Sim, isso é fato, mas é fato para nós gamers. Por isso que, para nós, o Wii se encaixa melhor como um segundo videogame. Como primeiro videogame, deve-se escolher entre os tradicionais 360 ou PS3. São eles que vão nos satisfazer com seus FPS, corrida, RPGs e etc.</p>
<p>O que eu acho injusto na maioria dos discurssos que gamers andam fazendo por ai, é comparar o Wii com o 360 ou PS3. O conceito, o propósito, a identidade que o Wii carrega é muito diferente. É muito difícil fazer uma comparação dessas. Chega a ser injusto.</p>
<p>Até mesmo comparar Mario Tennis com WiiTennis, por exemplo, é dificil. Primeiro que o WiiSports tende a ser mais um aperitivo do que o novo console se propõe do que um jogo propriamente dito. WiiSports é superficial, ninguém nega. Mario Tennis é divertido e também é muito intuitivo e fácil de qualquer casual pegar o jeito. Mas, como eu disse, a proposta do Wiimote é sair do paradigma de apertar botões para praticamente toda ação num jogo. Como você rebate uma bola? Apertando um botão. Como você dá um tiro? Apertando um botão. Como você abre uma porta? Apertando um botão. Com o Wiimote isso muda. E, apesar do Mario Tennis ser um jogo bem simples em questão de interface, WiiTennis é ainda mais. Com certeza muito casual que não joga Virtua Tennis por medo, jogaria Mario Tennis. Mas, um número muito maior jogaria WiiSports. Casuais não tem medo apenas do número de botões que eles terão que apertar. Eles têm medo do joystick em si, de ver aquele monte de botão e alavanca os deixa receosos. Mesmo que você insista que ele só precisa apertar um botão no jogo.</p>
<p>A comparação injusta também ocorre quanto a estratégia online do Wii. Tudo depende do propósito. O Xbox 360 já nos supre excepcionalmente com suas funcionalidades online. O Wii supre muito bem, no que ele se propõe entregar, com suas funcionalidades online. O esquema de friend-codes, querendo ou não, é mais apropriado quando a empresa coloca a integridade do usuário (crianças jogando e se comunicando por exemplo) em questão. Sim, o 360 possui também um controle excelente em relação a isso. Mas é algo que, querendo ou não, não é muito intuitivo para casuais ou leigos. A diferença do esquema de friend codes é a simplicidade. Não é todo mundo que tem afinidade com telas de configução, opções, menus, etc. Isso é dificil de nós gamers enxergarmos pois é o tipo de coisa que está praticamente em nosso DNA. Pra gente isso tudo é muito simples. Mas pra MUITA gente, ou todo o oceano azul, não é. Portanto, o esquema de friend codes é um sistema que se encaixa pertfeitamente para o que o Wii (e o DS) se propoe. Ele entrega controle e segurança do mesmo jeito que o sistema do Xbox 360 entrega, porém, mais intuitivo. É dificil falar dessas coisas, pois envolve muito conceito e dá pra discutir por horas.</p>
<p>Vejo também que muita gente se frustra com o Wii, principalmente fãs da Nintendo, pois esperam que a Nintendo entregue um console que faça a mesma coisa que os concorrentes, porém, com as franquias e o nome da Nintendo. Infelizmente, isso não vai acontecer. O conselho que eu daria para estas pessoas seria: abra um pouco sua mente, considere comprar outros videogames, deixe dessa bobeira de só comprar videogame da Nintendo por questão de honra, princípios, herança, promessa, ou seja lá o que for. Esperar que o Wii se torne um &#8220;Xbox 360 made by Nintendo&#8221; é ilusão. O que um gamer precisa e espera de um videogame, ele encontra facilmente num Xbox 360 ou num Playstation 3. Ou seja, já existem estes produtos no mercado. A Nintendo, vendo isto, resolveu fazer algo que ainda não existia no mercado. Ela quer suprir o buraco que a indústria de videogames, como ela é hoje, não supre.</p>
<p>Só pra deixar claro, caso nao tenha ficado, eu não estou criticando Mario Tennis ou o Xbox 360, pelo contrário. Joguei muito Mario Tennis, me divertia bastante e acho o Xbox 360, particularmente, o videogame que oferece a melhor experiência gamística, de longe, no mercado. Só acho que o Wii e sua simplicidade não devem ser criticados tão duramente assim, e principalmente, não devem ser comparados aos videogames &#8220;tradicionais&#8221;. A Nintendo fez e está fazendo um excelente trabalho. Está arriscando num novo mercado e, até agora, está tendo êxito. A Nintendo se mostra cada vez mais uma empresa competente no que faz. Não é qualquer uma que consegue isso.</p>
<p>Não somos superiores por sabermos lidar com menus, botões ou zerar Gears of War no hardcore mode. Videogame é o entretenimento do futuro. Não é justo que tal arte fique apenas restrita a um nicho pequeno no mercado. Como diria Morpheus, em Matrix: Liberte sua mente. <!--IBF.ATTACHMENT_409541--></p>
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		<title>ST#14: 360&#8230; A Parte Ruim</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Feb 2007 01:44:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[XBOX 360: o lado ruim do console&#8230; As temidas &#8220;3 Red Lights&#8221;&#8230; Mau uso ou erro de projeto? Assitência técnica no Brasil só para os consoles nacionais? Revisão de consoles, é justo? HD, headset&#8230; Cutscenes &#8220;in-game&#8221; são legais?
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			<content:encoded><![CDATA[<p>XBOX 360: o lado ruim do console&#8230; As temidas &#8220;3 Red Lights&#8221;&#8230; Mau uso ou erro de projeto? Assitência técnica no Brasil só para os consoles nacionais? Revisão de consoles, é justo? HD, headset&#8230; Cutscenes &#8220;in-game&#8221; são legais?</p>
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		<title>ST#13: 360&#8230; A Parte Boa</title>
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		<title>ST#12: Jogamos Conversa Fora&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Dec 2006 01:52:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na última parte da conversa, no especial de fim de ano&#8230; de volta à realidade do gamer brasileiro. Os órfãos do Stargame. A época das locadoras. O bicho que virou videogame: o primeiro PlayStation a gente nunca esquece&#8230; &#8220;Causos&#8221; de Mega Drive&#8230; O que o pessoal tem jogado e recomenda? Jack Thompson está no escuro. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última parte da conversa, no especial de fim de ano&#8230; de volta à realidade do gamer brasileiro. Os órfãos do Stargame. A época das locadoras. O bicho que virou videogame: o primeiro PlayStation a gente nunca esquece&#8230; &#8220;Causos&#8221; de Mega Drive&#8230; O que o pessoal tem jogado e recomenda? Jack Thompson está no escuro. A franquia Grand Theft Auto ainda rende jogo bom? E Sonic chega à puberdade&#8230; desafinando&#8230;</p>
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		<itunes:subtitle>Na última parte da conversa, no especial de fim de ano... de volta à realidade do gamer brasileiro. Os órfãos do Stargame. A época das ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Na última parte da conversa, no especial de fim de ano... de volta à realidade do gamer brasileiro. Os órfãos do Stargame. A época das locadoras. O bicho que virou videogame: o primeiro PlayStation a gente nunca esquece... "Causos" de Mega Drive... O que o pessoal tem jogado e recomenda? Jack Thompson está no escuro. A franquia Grand Theft Auto ainda rende jogo bom? E Sonic chega à puberdade... desafinando...</itunes:summary>
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		<title>ST#11: Jogamos o PS3&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Dec 2006 02:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sound Test</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O final do ano se aproxima&#8230; Presenteamos nossos ouvintes com um bate-papo reunindo os membros da UNG de Minas Gerais, após um hands-on no Wii e no PS3, regado a esfirras e refri.
Nesta segunda parte da conversa, o que achamos do PS3. Peso, tamanho&#8230; A história do PS2 pode ser repetida? A equação fatal do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O final do ano se aproxima&#8230; Presenteamos nossos ouvintes com um bate-papo reunindo os membros da UNG de Minas Gerais, após um hands-on no Wii e no PS3, regado a esfirras e refri.</p>
<p>Nesta segunda parte da conversa, o que achamos do PS3. Peso, tamanho&#8230; A história do PS2 pode ser repetida? A equação fatal do PS3&#8230; O lançamento &#8220;beta&#8221;. Alguém aí acredita na Sony? Pirataria no PS3? Resistance sob a ótica de um FPS gamer. E o controle&#8230; Ainda: o mercado brasileiro começou? E o rumble vai deixar saudades&#8230;</p>
<p class="staff" style="text-align:left;">Participação: Rodrigo Salsa, Maurício Carvalho, Paulo Henrique, Leandro Travaglia, Igor Martins, Raquel Rezende e Sílvia Helena <span style="font-style:italic;">(Personagens secretas)</span></p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://soundtest.ungbrasil.org/DSC05863.JPG" alt="" /><br />
<span style="font-size:78%;">O famoso Blu-Ray&#8230;</span></p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://soundtest.ungbrasil.org/DSC05883.JPG" alt="" /> <img src="http://soundtest.ungbrasil.org/rez-001-small.jpg" alt="" /></div>
<p><span style="font-size:78%;">Pelo menos o bicho é brilhante&#8230; e já que o SIXAXIS não tem rumble&#8230;<br />
</span></div>
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		<itunes:summary>O final do ano se aproxima... Presenteamos nossos ouvintes com um bate-papo reunindo os membros da UNG de Minas Gerais, após um hands-on no Wii e no PS3, regado a esfirras e refri.

Nesta segunda parte da conversa, o que achamos do PS3. Peso, tamanho... A história do PS2 pode ser repetida? A equação fatal do PS3... O lançamento "beta". Alguém aí acredita na Sony? Pirataria no PS3? Resistance sob a ótica de um FPS gamer. E o controle... Ainda: o mercado brasileiro começou? E o rumble vai deixar saudades...
Participação: Rodrigo Salsa, Maurício Carvalho, Paulo Henrique, Leandro Travaglia, Igor Martins, Raquel Rezende e Sílvia Helena (Personagens secretas)


O famoso Blu-Ray...
 
Pelo menos o bicho é brilhante... e já que o SIXAXIS não tem rumble...
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		<title>ST#08: Multiplayer VGL, Parte 1</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Nov 2006 02:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sound Test</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um podcast multiplayer, aproveitando a presença de vários membros da UNG Brasil para a Videogames Live. Em São Paulo, a galera solta a língua, enquanto assiste vídeos no 360. Rated M for Mature! (Leandro, Paulo Henrique  e Igor fizeram falta&#8230;)
Na primeira parte da conversa, o Wii que não wera. O futuro dos novos videogames. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um podcast multiplayer, aproveitando a presença de vários membros da UNG Brasil para a Videogames Live. Em São Paulo, a galera solta a língua, enquanto assiste vídeos no 360.<span style="font-style:italic;"> Rated M for Mature!</span> (Leandro, Paulo Henrique  e Igor fizeram falta&#8230;)</p>
<p>Na primeira parte da conversa, o Wii que não wera. O futuro dos novos videogames. Os erros, acertos e o público alvo do PS3: a profecia se concretizará? Xbox 360 no Japão: será que agora vai? Viva Piñata em japonês e português, e sua versão X-Rated. Gears of War: Next-Gen. O preconceito contra gêneros, softhouses e afins. O lançamento do 360 no Brasil e o garoto propaganda secreto. Zoação sobre o Wii. A síndrome do 360 frito.</p>
<p><span style="font-style:italic;">(A segunda parte da conversa vai ao ar na próxima segunda-feira, 04 de dezembro)</span></p>
<p class="staff">Participação: Rodrigo Salsa, Maurício Carvalho, Aldeir Arcanjo, Marcelo Vega, João Paulo, Sílvia Helena <span style="font-style:italic;">(Personagem secreto)</span></p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://soundtest.ungbrasil.org/DSC05628.JPG" alt="" /><br />
<span style="font-size:78%;">O pessoal reunido no VGL: João Paulo, Aldeir, Salsa, Marcelinho, Maurício e Marcelo</p>
<p></span><img src="http://soundtest.ungbrasil.org/DSC05529.JPG" alt="" /><br />
<span style="font-size:78%;">Cartaz do VGL na Estação Trianon do Metrô de SP</p>
<p></span><img src="http://soundtest.ungbrasil.org/DSC05747.JPG" alt="" /><br />
<span style="font-size:78%;">A cara do sujeito do Mass Effect ouvindo o Maurício defendendo o Wii&#8230;</span></div>
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		<itunes:summary>Um podcast multiplayer, aproveitando a presença de vários membros da UNG Brasil para a Videogames Live. Em São Paulo, a galera solta a língua, enquanto assiste vídeos no 360. Rated M for Mature! (Leandro, Paulo Henrique  e Igor fizeram falta...)

Na primeira parte da conversa, o Wii que não wera. O futuro dos novos videogames. Os erros, acertos e o público alvo do PS3: a profecia se concretizará? Xbox 360 no Japão: será que agora vai? Viva Piñata em japonês e português, e sua versão X-Rated. Gears of War: Next-Gen. O preconceito contra gêneros, softhouses e afins. O lançamento do 360 no Brasil e o garoto propaganda secreto. Zoação sobre o Wii. A síndrome do 360 frito.

(A segunda parte da conversa vai ao ar na próxima segunda-feira, 04 de dezembro)
Participação: Rodrigo Salsa, Maurício Carvalho, Aldeir Arcanjo, Marcelo Vega, João Paulo, Sílvia Helena (Personagem secreto)


O pessoal reunido no VGL: João Paulo, Aldeir, Salsa, Marcelinho, Maurício e Marcelo


Cartaz do VGL na Estação Trianon do Metrô de SP


A cara do sujeito do Mass Effect ouvindo o Maurício defendendo o Wii...</itunes:summary>
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		<title>E então, eu (não) fui à conferência da Microsoft</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Nov 2006 21:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É&#8230; gamer brasileiro é assim. Quando tudo da certo, algo ainda dá errado&#8230;
Ontem foi a conferência da Microsoft aqui no Brasil. Mas não foi qualquer uma. Foi a conferência do lançamento oficial do Xbox 360 no Brasil. E, olha, quando é algo vindo da Microsoft, não esperere qualquer coisa. Espere algo grande, que valha a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É&#8230; gamer brasileiro é assim. Quando tudo da certo, algo ainda dá errado&#8230;</p>
<p>Ontem foi a conferência da Microsoft aqui no Brasil. Mas não foi qualquer uma. Foi a conferência do lançamento oficial do Xbox 360 no Brasil. E, olha, quando é algo vindo da Microsoft, não esperere qualquer coisa. Espere algo grande, que valha a pena. E realmente foi assim.</p>
<p>O evento era digno de primeiro mundo. Uma apresentação para a imprensa, um coquetel e muitas máquinas rodando jogos para testes à vontade. Claro, comida, bebida&#8230; tudo que temos direito. Sério, quem visse fotos ou vídeos, dificilmente acharia que aquilo se passou no Brasil, o país do mercado de videogames decadente. Mas sim, foi aqui, em solo nacional.</p>
<p>Parecia um sonho. Mesmo. É até mesmo díficil de falar ou descrever o que isso poderia significar. Era difícil mesmo de pensar nisso. Veja só, perdi a conta do tempo em que espero e sonho com uma industria de videogames no Brasil comparável às do EUA, Europa&#8230; Não é sonhar alto, pois o potencial nós temos, eu garanto. E veja só, esta conferência mostra mesmo que tudo é possível. Imaginaria eu, a um ano atrás que eu presenciaria este momento? Nunca.</p>
<p>Mas bem, terminando com os devaneios, gostei muito do anúncio. Data de lançamento: 1º de Dezembro (ótimo). Preço do console: R$2999 (bem, previsível&#8230;). Preço dos jogos: $99 a R$159 (alcançou minhas expectativas). Títulos lançados: alguns, dentre eles Gears of War e Dead or Alive Extreme Beach Volleyball 2 (muito bom).</p>
<p>Vamo lá: O preço do console não é o sonho de todo mundo. E tá longe disso, uma vez que nem é difícil achar importados legalmente (Submarino, Americanas) por menos de 2 mil reais. Mas a Microsoft tá fazendo o dever de casa. Fez um ótimo trabalho incluindo uns extras no pacote (3 jogos, faceplate) para tentar melhorar o custo-benefício. Excelente estratégia. Gostei bastante, mostra que ela está mesmo empenhada a levar a sério o nosso patético mercado.</p>
<p>O preço dos jogos então está muito bom. Compete de igual pra igual com os importados, e em alguns casos, tem valor menor do que os importados (assim como acontece com jogos de PC). Faça os cálculos e veja se é fácil comprar um gears of War importado por menos de R$159. A propósito, o lineup muito bom, trazendo inclusive jogos recém lançados no exterior, como o próprio Gears of War e Dead or Alive Extreme Beach Volleyball 2.</p>
<p>No mais, isso tudo acabou de encher minha barrinha de esperança novamente. è nessas horas que o bravo gamer brasileiro chega a fazer combos de sonhos na cabeça&#8230; e assim caminha a humanidade gamer.</p>
<div style="text-align:center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/xbra-733768.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-343" title="xbra-733768" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/xbra-733768.jpg" alt="" /></a><br />
<span style="font-size:78%;"><span style="font-style:italic;">Sempre sonhei em ver nosso país oficialmente numa lista dessas</span></span></div>
<p>Ah, mas como diz o título, eu NÃO fui a conferência. Claro, sou bravo gamer brasileiro, tenho que sofrer. Um amigo me ligou de São Paulo dizendo que tinha convite pra mim&#8230; Mas não tinha como eu ir. Tinha que cuidar da minha outra vida, aquela, vida normal.</p>
<p>Não tem problema. Semana que vem tem Videogames Live!</p>
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		<title>ST#07: Next Gen, Parte 2</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Oct 2006 02:10:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sound Test</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O papo continua. Jogos que viram filmes: o belo, o feio e o ridículo&#8230; é possível fazer a transição sem sofrimento? Resident Evil, Street Fighter, Silent Hill, Doom, Final Fantasy, Tomb Raider&#8230; e ainda minissérie de Mortal Kombat! Você acredita em história de jogo de luta? Jogo cooperativo, tem futuro? E a EGS Brasil, alguém [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O papo continua. Jogos que viram filmes: o belo, o feio e o ridículo&#8230; é possível fazer a transição sem sofrimento? Resident Evil, Street Fighter, Silent Hill, Doom, Final Fantasy, Tomb Raider&#8230; e ainda minissérie de Mortal Kombat! Você acredita em história de jogo de luta? Jogo cooperativo, tem futuro? E a EGS Brasil, alguém sabe onde foi parar? Pelo menos a Video Games Live tá garantida&#8230;</p>
<p class="staff">Participação: Rodrigo Salsa, Maurício Carvalho, Paulo Henrique</p>
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		<itunes:summary>O papo continua. Jogos que viram filmes: o belo, o feio e o ridículo... é possível fazer a transição sem sofrimento? Resident Evil, Street Fighter, Silent Hill, Doom, Final Fantasy, Tomb Raider... e ainda minissérie de Mortal Kombat! Você acredita em história de jogo de luta? Jogo cooperativo, tem futuro? E a EGS Brasil, alguém sabe onde foi parar? Pelo menos a Video Games Live tá garantida...
Participação: Rodrigo Salsa, Maurício Carvalho, Paulo Henrique</itunes:summary>
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		<title>ST#06: Next Gen, Parte 1</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Oct 2006 02:10:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sound Test</dc:creator>
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Na primeira parte da conversa, o fim da E3. X360 no Brasil. As esquisitices da Sony com o PS3&#8230; Wii custa caro? Distribuição digital pega? E Viva Piñata, pra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos de volta! Batemos um longo papo sobre videogames, agora <span style="font-style:italic;">Next Gen</span>: gravado com o Wiimote, usando processador Cell, através da XBox Live (bom, não custa sonhar)&#8230;</p>
<p>Na primeira parte da conversa, o fim da E3. X360 no Brasil. As esquisitices da Sony com o PS3&#8230; Wii custa caro? Distribuição digital pega? E Viva Piñata, pra não perder o hábito&#8230;</p>
<p><span style="font-style:italic;">(A segunda parte da conversa vai ao ar na próxima segunda-feira, 30 de outubro)</span></p>
<p class="staff">Participação: Rodrigo Salsa, Maurício Carvalho, Paulo Henrique <span style="font-style:italic;">(Personagem destravado na 6ª fase)</span></p>
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		<itunes:summary>Estamos de volta! Batemos um longo papo sobre videogames, agora Next Gen: gravado com o Wiimote, usando processador Cell, através da XBox Live (bom, não custa sonhar)...

Na primeira parte da conversa, o fim da E3. X360 no Brasil. As esquisitices da Sony com o PS3... Wii custa caro? Distribuição digital pega? E Viva Piñata, pra não perder o hábito...

(A segunda parte da conversa vai ao ar na próxima segunda-feira, 30 de outubro)
Participação: Rodrigo Salsa, Maurício Carvalho, Paulo Henrique (Personagem destravado na 6ª fase)</itunes:summary>
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		<title>28 dias</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Oct 2006 02:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vamos lá, mais um texto sobre o sofrimento de ser um gamer brasileiro, mais um texto de protesto. Desculpem, queria mesmo falar de videogames, mas é muito difícil. Ser gamer brasileiro é difícil e sempre temos um problema a compartilhar.
Como você compra seus jogos? E seus consoles? Eu sei, é difícil. Às vezes nem temos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos lá, mais um texto sobre o sofrimento de ser um gamer brasileiro, mais um texto de protesto. Desculpem, queria mesmo falar de videogames, mas é muito difícil. Ser gamer brasileiro é difícil e sempre temos um problema a compartilhar.</p>
<p>Como você compra seus jogos? E seus consoles? Eu sei, é difícil. Às vezes nem temos a opção de comprar algo original, bonitinho, na caixa. Isso é um luxo do qual não podemos usufruir. Culpa de quem? &#8230;</p>
<p>Há 28 dias comprei um Nintendo DS Lite no exterior. É, entrei numa loja online, selecionei o produto, escolhi a forma de envio, digitei meu endereço e meu cartão de crédito e pronto. Estou aguardando. Não, nada ilegal. Não é contrabando, não é pirataria, não é roubo. Fiz uma compra simples e correta. Mas, como sou um gamer brasileiro, tenho que ficar nessa angústia. Culpa de quem? &#8230;</p>
<p>Não sei, às vezes eu fico pensando &#8220;Puxa, pra quê eu fico batendo cabeça por causa de videogame? Isso é tão importante assim? Esse papo de que videogame é cultura, nova arte, forma de expressão, faz mesmo sentido?&#8221; Isso é meu pensamento em desepero e depressão. Mas quando as coisas voltam aos seus lugares, fica tudo mais claro. Eu não estou roubando, corrompendo, sequestrando, destruindo, enganando, ofendendo, ignorando, sujando, depredando nada nem ninguém. Estou querendo me entreter, um direito que todo ser humano tem. Aliás, todo ser humano tem mas que, inflezimente, nem todos o garantem. Culpa de quem? &#8230;</p>
<p>Como será que foi quando o cinema surgiu? Era difícil assitir a um filme? Os entusiastas de cinema sofriam como a gente sofre? Existia preconceito? É, comparar videogame com cinema já cansou né? É o que dizem. Mas é a melhor analogia que podemos fazer no momento pra tentar passar aos, digamos, leigos, o que o videogame tem se transformado. Não, não é mais um monte de quadradinho pulando na tela fazendo plic plom tuc.</p>
<p>Não sei se é só aqui, já não faço questão de saber. Mas é mesmo muito difícil ser gamer brasileiro. Principalmente quando se tenta ser ético. Veja só, <em>tenta</em>. Num país onde a corrupção está lá em cima e lá embaixo, você tem que rebolar pra ser ético. É, esperar 28 dias por uma compra legal, sendo que o contrabandeado tá ali, no centro da cidade, a menos de 10km da minha casa, onde eu posso comprar e voltar feliz pra casa.</p>
<p>Nessa horas a culpa é nossa, que incentiva o contrabando, o mercado cinza e o mercado negro. Mas e quando se tem impostos exorbitantes, os quais boa parte vão para cuecas? E quando se tem um serviço aduaneiro e postal de honestidade duvidosa o qual o bem que você adquiriu, legalmente, fica a mercê de boa vontade pra ser liberado? E se for liberado. Pois há casos que um videogame virou dois frascos de perfume vagabundo. E aí, a culpa é de quem?</p>
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		<title>Ano 2000: o nosso Bug do Milênio</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Aug 2006 20:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ano 2000. A mundo inteiro já estava de ressaca do bug do milênio que nunca ocorreu. Nada catastrófico tinha acontecido na virada da data em nenhum sistema computacional. talvez um aqui outro ali, mas nada que pudesse ser manchete de primeira página. O mundo estava aliviado. Menos nós, gamers brasileiros. Nosso bug do milênio era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ano 2000. A mundo inteiro já estava de ressaca do bug do milênio que nunca ocorreu. Nada catastrófico tinha acontecido na virada da data em nenhum sistema computacional. talvez um aqui outro ali, mas nada que pudesse ser manchete de primeira página. O mundo estava aliviado. Menos nós, gamers brasileiros. Nosso bug do milênio era outro&#8230;</p>
<p>Aquele ano, talvez, tenha sido o nível mais fundo do poço que o nosso mercado de videogames chegou. Depois de uma era áurea dos 16bit, a decadência tinha tomado conta do nosso mercado. Tudo havia começado com a febre Atari e, desde então, os videogames cada vez mais faziam parte do cotidiano do brasileiro. A clássica batalha Sega x Nintendo da primeira metade dos anos 90 também fora travada aqui, em nossas terras. Com direito a revistas exclusivas para cada marca, lançamentos mundiais simultâneos, lojas com grandes estoques de consoles, jogos e acessórios, tudo fabricado ou montado aqui mesmo, no nosso quintal<span style="color: #ff0000;">*</span>, na Zona Franca de Manaus. Resumindo, todo aquele cenário que nós, gamers que o vivenciamos, sempre sonhamos em ter de volta.</p>
<p>Com o fim da Geração Nintendo, veio a do Playstation. E, junto, a decadência do nosso mercado. Esqueçamos os motivos, pois este texto não se trata disso. O fato é que em 2000, tudo aquilo que tínhamos na primeira metade da década, tinha desaparecido por completo.</p>
<p>Jogos em lojas? Revistas? Propagandas? Cultura gamer? Suporte de empresas? Nada disso mais existia. Só existia um mundo paralelo, cinza, <em>underground</em>, onde os gamers agora viviam exilados. Tudo relacionado a videogame se tornou ilegal. As empresas que existiam aqui, ou saíram, ou estavam falindo, como a nossa saudosa Tec Toy. As revistas decaíram consideravelmente de qualidade, conteúdo pífio e perda total do foco. Nossas lojas eram os camelôs e lojinhas clandestinas. Nossa propaganda era o boca a boca. Pra importar legalmente, temos que pagar o pecado de 60%. Isso se não implicassem com nossa mercadoria&#8230;</p>
<p>Era como ver aquela imagem do mundo real, no filme <em>Matrix</em>, com tudo em destroços, escuro, deserto. Aquele era o mundo em que vivíamos em 2000.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/realworld-757583.jpg"><img class="size-full wp-image-339 aligncenter" title="Matrix" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/realworld-757583.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a></p>
<p>As coisas hoje estão bem melhores que aquele fatídico ano. Ainda não é o ideal, talvez nem perto disso. Mas tudo caminha para uma nova era. Tudo isso, toda essa recuperação é fruto de esforços de gente que de um modo ou de outro, se importa com isso. Seja por paixão, seja por motivos profissionais, seja por motivos de realização pessoal. Mas tudo isso, unido, gerou uma força que criou essa realidade um tanto quanto próspera em que vivemos hoje. Pare pra pensar: hoje há várias entidades e empresas esforçadas por um mercado melhor, eventos nacionais de incentivo pipocam a cada dia, cursos técnicos e superiores surgem em todas as regiões do Brasil, revistas e sites se aperfeiçoam cada vez mais&#8230; O contraste com aqueles anos de decadência é grande demais.</p>
<p>Quando lembro do mercado brasileiro de videogames em 2000, vejo que, mesmo quando não parece, tudo tem uma saída. Às vezes parece que o brasileiro, por algum motivo, se torna apático com situações explicitamente decepcionantes com relação ao país com o um todo. Por isso acredite: por piores que estejam, as coisas melhoram. Basta querer e se esforçar para isso. Só não vale usar GameShark.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">*</span> <em>Gamers de Manaus, o &#8220;quintal&#8221; foi apenas uma metáfora com a Amazônia, sem nenhum sentido pejorativo. Muito pelo contrário, sempre quis conhecer Manaus, pois me parece ser uma bela cidade com um belo povo.</em></p>
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		<title>ST#04: O Incidente FedEx</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jul 2006 02:13:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Sound Test</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste episódio, o &#8220;Incidente FedEx&#8221;, sobre o misterioso desaparecimento de um portátil novinho em terras estrangeiras&#8230; e o Dia do Pulo Mundial
Participação: Rodrigo Salsa
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			<content:encoded><![CDATA[<p class="staff">Neste episódio, o &#8220;Incidente FedEx&#8221;, sobre o misterioso desaparecimento de um portátil novinho em terras estrangeiras&#8230; e o Dia do Pulo Mundial</p>
<p class="staff">Participação: Rodrigo Salsa</p>
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		<title>Streets of &#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jul 2006 14:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Esta cidade era um feliz, pacífico lugar&#8230; até um dia. Uma poderosa organização criminosa secreta a dominou. Este sindicato vicioso rapidamente obteve controle do governo e até mesmo da polícia. A cidade se transformou um centro de violência e crime onde ninguém está a salvo.&#8221;
De que cidade estou falando? São Paulo? errou. Rio de Janeiro? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Esta cidade era um feliz, pacífico lugar&#8230; até um dia. Uma poderosa organização criminosa secreta a dominou. Este sindicato vicioso rapidamente obteve controle do governo e até mesmo da polícia. A cidade se transformou um centro de violência e crime onde ninguém está a salvo.&#8221;</em></p>
<p>De que cidade estou falando? São Paulo? errou. Rio de Janeiro? Passou longe. Belo Horizonte? Muito menos. Na verdade, este é um trecho do prólogo de Streets of Rage, um aclamado jogo de ação da Sega, com uma excelente trilha sonora de Yuzo Koshiro (talvez sua maior obra). Mas poderia muito bem ser o prólogo de um livro de história, daqui a uns 100 anos, falando de qualquer uma das grandes cidades brasileiras. Streets of Rage, agora, parece uma profecia do nosso futuro.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/streets-of-rage_01-765559.png"><img class="size-full wp-image-334 aligncenter" title="SOR" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/streets-of-rage_01-765559.png" alt="" width="320" height="224" /></a></p>
<p>Quando era menor, eu tinha uma ideia de um jogo que se passaria nas ruas de uma grande cidade brasileira. O personagem principal deveria, portanto, evitar e fugir de assaltantes de todos os tipos. Isso porque eu, por experiência prórpria, achava que andar nas ruas de uma grande cidade era praticamente um jogo de videogame. Você precisava de estratégias, cuidados e evitar perder vidas (no nosso caso, nossa única vida).</p>
<p>Hoje vejo que naquela época já existia pelo menos um jogo baseado nessa história. Streets of Rage por exemplo. Você anda pelas ruas enfrentando marginais até chegar ao cabeça da gangue.</p>
<p>Coincidência ou não, ontem joguei Streets of Rage. Inclusive li o prólogo do jogo, o qual achava nunca tinha lido em todos esses anos. O prólogo, como descrito acima, diz que uma grande cidade fora dominada por uma organização criminosa e até mesmo os policiais haviam sido corrompidos. E que, percebendo isso, 3 ex-policiais resolvem enfrentar o crime e a violência pela cidade e derrotar o grande cabeça da organização, o Mr. X.</p>
<p>OK, agora me diga, o que essa historinha aí tem de diferente do que ouvi no Jornal Nacional ontem mesmo? Nossas grandes cidades são dominadas por organizações criminosas. As ruas estão tomadas pela violência. Nossos policiais ou são curruptos ou não possuem condições de combater o cada vez mais organizado e armado crime. Até eles têm medo.</p>
<p>Se a muito tempo atrás eu achava o jogo difícil, hoje acho uma baba. No jogo os inimigos não possuem armas de fogo! Ora, fácil demais, já que na realidade as coisas são bem diferentes. Ah, fora que no jogo, quando você chama a polícia, ela realmente vem, instantaneamente. Além disso, no jogo, você está sempre ouvindo uma excelente música de Yuzo Koshiro. Já na realidade, se você tiver ouvindo alguma música na rua, é provável que fique sem o seu radinho&#8230;</p>
<p>É uma pena. Naquela época o jogo que eu tinha bolado era realmente empolgante, algo que nunca ninguém tinha pensado antes. Mas hoje não tem mais graça. Mesmo sem ter visto minha idéia se tornar um jogo, já enjoei dele. Todo dia, quando saio às ruas eu o jogo. E parece não ter fim. Todo dia é uma fase nova, e a cada novo dia o jogo fica mais difícil. Em Streets of Rage, 3 pessoas, depois de muita luta, conseguiram salvar a cidade no final. Será que no nosso jogo 180 milhões conseguirão salvar o país?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/streets-of-rage_00-730352.png"><img class="size-full wp-image-335 aligncenter" title="SOR" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/streets-of-rage_00-730352.png" alt="" width="320" height="224" /></a></p>
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		<title>FedexFedexFede</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jun 2006 17:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ufa. Se no quesito videogame nosso país está na lama, no quesito comunicações e logística pública, nem tanto.
Eu, particularmente, sempre gostei do serviço dos Correios no Brasil. Exceto quando eles estão de greve (direito deles, claro) e em época de Natal. Aliás, até em época de Natal eles funcionam melhor que o esperado. Agradeçam sempre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ufa. Se no quesito videogame nosso país está na lama, no quesito comunicações e logística pública, nem tanto.</p>
<p>Eu, particularmente, sempre gostei do serviço dos Correios no Brasil. Exceto quando eles estão de greve (direito deles, claro) e em época de Natal. Aliás, até em época de Natal eles funcionam melhor que o esperado. Agradeçam sempre que o carteiro chegar em suas casas entregando encomendas e correspondências. Tem lugar que nem sempre isso acontece&#8230;</p>
<p>&#8230;lugares tipo, Estados Unidos da América. O Fedex é um serviço conhecido mundialmente pela sua rapidez e eficiência. Mas será mesmo? Rápido ele é. Se eu comprar um jogo lá hoje, daqui a dois dias chega na porta da minha casa. Claro, se ele não ficar perdido em um de seus depósitos, ou numa ilha, com Tom Hanks&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/fedex-719120.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-337" title="Fedex" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/fedex-719120.jpg" alt="" width="440" /></a></p>
<p>Nós, gamers brasileiros, lidamos muito com os correios. Seja vendendo um jogo ou comprando um acessório de pessoas em fóruns ou sites de leilão, uma vez que as lojas convencionais cobram preços absurdos por nosso sonhos de consumo. Eu mesmo já vendi muita coisa em sites de leilão e em fóruns de videogame. Já vendi, e já comprei também. E tudo sempre chegou no tempo certo, em perfeitas condições. E, sempre, tudo rastreado via Internet. Acho este serviço excepcional. É muito bom poder acompanhar seu precioso produto até a chegada em suas mãos.</p>
<p>Indo além dos limites nacionais, há aqueles que ainda arriscam compras diretamente no exterior. Sim, é bem mais vantajoso pois nem sempre você é taxado com nossos Ulta Mega Super Exorbitantes Impostos &#8211; Champion Edition. E, caso isso realmente não aconteça, você pagará um preço muito bom pelo seu desejo. Isso possiblita, principalmente, a compra de jogos abaixo dos R$100. E nada fora da lei, pois você está comprando, com nota fiscal, um produto original e trazendo, por meios legais, até a sua casa. Tudo dentro da lei. Você sai feliz por ter pago um preço justo e tudo dentro da lei. Só não ficam felizes os políticos, que terão menos impostos para investirem em maletas particulares&#8230;</p>
<p>Porém, nem tudo sempre da certo. Já não chega o &#8220;perigo&#8221; de seu produto ser taxado pela Receita Federal, agora temos um novo terror pra nossa coleção particular de terrores do Gamer Brasileiro: o Fedex tem o costume de perder o número de registro de seus produtos. Não me pergunte como. Os Correios no Brasil, que eu saiba, possuem um codigo de barras em cada encomenda e, assim que ela chega a um destino, o funcionario faz a leitura do código de barras com uma maquina e, automaticamente, é registrada a sua passagem por aquele destino e esta informação é disponibilizada online.</p>
<p>Acontece que, um chapa gamer brasileiro meu, o RodrigoSalsa, que grava o Sound Test comigo, não aguentou a ansiedade e comprou um Nintendo DS Lite nos EUA recentemente. Pediu para que o produto fosse enviado via Fedex, pois chegaria bem rápido (geralmetne, 2 a 3 dias) e teria a opção de rastreamento via Internet.</p>
<p>Passou-se uma semana e nada do produto chegar. No site de rastreamento, constava que o produto ainda estava nos EUA. Porém, este último registro do rastreamento já era de 5 dias atrás. Ou seja, já fazia 5 dias que o produto não recebia registro de rastreamento.</p>
<p>Depois de ligar para todos os lugares possíveis, ele descobre que o Fedex havia perdido o registro do produto e, por isso, ele deveria estar arquivado em algum dos depósitos da empresa. Mais surpreso ainda foi quando soube que, não só o dele, mas outros 5 Nintendo DS Lite estavam num depósito, nos confins dos EUA. Isso já são 2 semanas desde que foi enviado&#8230;</p>
<p>Eu nunca vi algo parecido acontecer aqui no Brasil. Nem comigo nem com nenhuma pessoa que conheço. Tudo bem, de vez em quando ouço histórias sobre extravio de ecomendas no Brasil, mas nada muito concreto.</p>
<p>A verdade é que parece não ter salvação. Nós, gamers brasileiros, parecemos que temos uma sina, um pecado a pagar, dívidas com o destino. Muitos de nós estamos amaldiçoados desde o nascimento a enfiar o mercado cada vez mais na lama e, os outros poucos que têm a mínima consciência ética e de que nossa barra de energia está por um triz, tem que sofrer com percalços e trapalhadas alheias, de todos os lados. Até mesmo do lado do tão sonhado &#8220;mercado perfeito de videogames americano&#8221;.</p>
<p>Eu ainda acho que Tom Hanks caiu numa ilha com este Nintendo DS Lite e está se deliciando com Brain Age. E jogando multiplayer com o Wilson.</p>
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		<title>Um beijo do gordo!</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jun 2006 15:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gosto muito do Jô Soares, acho ele muito comédia. Sempre que posso assisto o programa dele e acordo metade do prédio com minhas gargalhadas. Esses dias, inclusive, estava assistindo ao programa. Era uma entrevista com a atual namorada do Ronaldo, O Fenômeno. Acho que ela se chama Raica, Raika ou algo assim, parecido com nome [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto muito do Jô Soares, acho ele muito comédia. Sempre que posso assisto o programa dele e acordo metade do prédio com minhas gargalhadas. Esses dias, inclusive, estava assistindo ao programa. Era uma entrevista com a atual namorada do Ronaldo, O Fenômeno. Acho que ela se chama Raica, Raika ou algo assim, parecido com nome de personagem de Final Fantasy.</p>
<p>Num certo ponto da entrevista, o Jô pergunta à moça se ela gosta de jogar videogames. Ela diz que sim. Aí veio o que me deixou um pouco assustado: Jô Soares afirma que nunca, sim, ele disse NUNCA, jogou videogame, e pediu pra que ela o explicasse como era isso. Ele não sabia como jogava, com o quê se jogava e o que acontecia depois que o jogo acabava&#8230; A moça até tentou explicar&#8230; Disse que tinha várias &#8220;fitas&#8221; (gíria que eu usava na época do Atari) e que jogava com o &#8220;controle&#8221; (achei que ela falaria &#8220;manete&#8221;, que é o que geralmente muitos casual gamers falam).</p>
<p>Agora tudo que o Jô sabe sobre videogames saiu da boca de um casual gamer. Qual o problema disso? Bem, pelo que percebi, o Jô tem o (pre)conceito de que videogame é algo que se joga sozinho. E a moça acabou por confirmar. Quando ele perguntou se ela jogava sozinha, ela respondeu que sim. Seria normal se a pergunta não tivesse sido feita no sentido de &#8220;videogame se joga sozinho?&#8221; como o Jô fez. Outra coisa, ele perguntou o que ela fazia depois que jogava um jogo. Ele queria saber o que ela fazia quando o jogo terminava. Bem, ela disse que existem várias &#8220;fitas&#8221; pra se jogar, que quando terminava uma, ela jogava outra. Que existem &#8220;fitas&#8221; de corrida, aventura&#8230; E que ela gostava de Mario Kart (pelo menos, aqui, o Jô disse que conhecia o &#8220;Mario Bros&#8221;). Espero que ele não tenha achado que é um círculo vicioso, em que, quando se termina um jogo, quer jogar mais e mais e mais&#8230;</p>
<p>Deu vontade de ligar pra lá e dar uma breve palestra sobre &#8220;o que é o videogame&#8221;. Na verdade, senti foi angústia de ver que, uma pessoa como o Jô Soares, dita muito culta e inteligente, ser ignorante no que se refere a videogames que é o entretenimento que está mais em evidência no mundo atualmente. Talvez mais que a música ou o cinema. Na verdade, é a arte do século 21. A ignorância do Jô mostra, não somente a ignorância de toda a indústria brasileira mas, também, como ainda é forte o preconceito e a própria ignorância no Brasil quando se fala em videogames. É por isso que nós gamers ainda somos os &#8220;anti-sociais&#8221; e &#8220;assassinos em potencial&#8221; da história e vivemos num mundo de fantasia, sozinhos e cheios de problemas psicológicos.</p>
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		<title>Now Loading&#8230; Done.</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jun 2006 19:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recapitulando os acontecimentos enquanto o site esteve em Loading (tão demorado quanto os de Sonic Shuffle):
Sim, consegui adquirir meu 3º Xbox. Junto com OutRun2 (o qual tenho dependência química) e Dead or Alive Ultimate, fora Shenmue II que eu já tinha.
Em OutRun2 joguei muito, muito mesmo. Inclusive online. Fiz vários amigos nacionais e estrageiros. Cheguei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recapitulando os acontecimentos enquanto o site esteve em Loading (tão demorado quanto os de Sonic Shuffle):</p>
<p>Sim, <strong>consegui adquirir meu 3º Xbox</strong>. Junto com OutRun2 (o qual tenho dependência química) e Dead or Alive Ultimate, fora Shenmue II que eu já tinha.</p>
<p>Em OutRun2 joguei muito, muito mesmo. Inclusive online. Fiz vários amigos nacionais e estrageiros. Cheguei a jogar com brasileiros, mexicanos, americanos, britânicos, holandeses e, sim, japoneses.</p>
<p>Dead or Alive Ultimate ralei pra destravar todas os itens, roupas, extras&#8230; E joguei bastante online também, porém, mais com brasileiros. Com grigos o lag era impraticável. Com méritos para o Voice Mask, renderam muitas, mas muitas gargalhadas mesmo.</p>
<p>Shenmue II está fora do contexo. Aliás, está acima do contexto. Impecável, perfeito. Tudo que eu esperava. Yu Suzuki é mesmo um mestre. Pena estar sumido.</p>
<p>Pouco tempo depois <strong>adquiri um Nintendo DS</strong>. Aliás, eu e metade da torcida do Flamengo. Foram vários encontros para jogatinas multiplayer sem-fio. Conquistou vários que não davam muita bola pro console ou que nem gostavam de videogame como minha namorada, minha cunhada, uns colegas de faculdade, e alguns amigos. Ainda hoje é o console que mais me diverte.</p>
<p><strong>Vendi meu Xbox</strong>. Sim, não via mais futuro para ele. E ele já tava cansado de rodar OutRun2. Vendi, e comprei um PSP. Claro, principalmente pelo fato de ele também possuir OutRun na biblioteca. Imagina, eu, podendo jogar Outrun em qualquer lugar&#8230; Preciso de tratamento.</p>
<p><strong>Minha namorada gostou mesmo do DS</strong>. Até comprou um pra ela, depois de ficar semanas sem me deixar jogar no meu. Agora, experimentou Lumines no PSP que também tá começando a ficar mais na mão dela do que na minha. Sim, nosso relacionamento vai bem, obrigado.</p>
<p><strong>Acompanhei com ansiedade a E3 2006</strong>. Pela primeira vez, assiti a uma conferência ao vivo, via streaming. Resumo da E3: Enfim, videogame (Xbox 360) no Brasil, oficialmente.</p>
<p>Bom, resumi bastante. Concluindo: hoje sou praticamente um gamer portátil, uma vez que estou feliz com um Nintendo DS e um PSP e com idade mental de 27 anos. Continuo com as mesmas esperanças de um gamer brasileiro. Já falei que pronuncio perfeitamente a palavra &#8220;blue&#8221;?</p>
<p>PS: Nos próximos dias, atualizarei o site também com alguns posts antigos, inclusive, com a saga completa da EGS 2005.</p>
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