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	<title>SOUND TEST &#187; Mauricio Carvalho</title>
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	<description>Videogame levado a sério!</description>
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		<title>SOUND TEST &#187; Mauricio Carvalho</title>
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		<title>Playstation 3 (in)felizmente no Brasil</title>
		<link>http://www.soundtest.com.br/index.php/2010/08/11/playstation-3-infelizmente-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 16:56:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje foi anunciado o início oficial das vendas do Playstation 3 no Brasil. Como de costume, o maior impacto foi mesmo o preço: R$1999. Mas vamos recapitular um pouco a história da atualidade gamística no Brasil, e ver se esse preço é, dentro do nosso contexto atual, um absurdo.
A chegada do Playstation 3 oficialmente no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/gamerbr/2010/08/11/e-o-playstation-3-brasileiro-chegou/">Hoje foi anunciado o início oficial das vendas do Playstation 3 no Brasil</a>. Como de costume, o maior impacto foi mesmo o preço: <strong>R$1999</strong>. Mas vamos recapitular um pouco a história da atualidade gamística no Brasil, e ver se esse preço é, <strong>dentro do nosso contexto atual</strong>, um absurdo.</p>
<p>A chegada do Playstation 3 oficialmente no país marca a presença oficial das 3 grandes empresas da indústria de videogames mundial no Brasil. Nintendo , Microsoft e Sony vendem seus jogos e principais consoles aqui, por bem ou por mal. E todos sabemos que tal atitude é deveras heróica por parte dessas empresas, visto a dificuldade (principalmente pela carga tributaria) de se instalar produtos como estes por aqui.</p>
<p>A atual situação da Sony é muito semelhante de quando a Microsoft entrou no mercado brasileiro. Naquela época, o Xbox 360 e seus jogos já eram vendidos pelos grandes varejistas no Brasil, através de importadores. O preço era um pouco acima do praticado no mercado cinza (contrabando, importações paralelas), mas devido ao &#8220;suporte&#8221;, &#8220;garantias&#8221; e facilidades de se estar comprando em grandes varejistas, as vendas deviam ser consideráveis. E o preço caía constantemente, assim como cai no mercado cinza.</p>
<p>Quando o Xbox 360 chegou oficialmente aqui, os varejistas já vendiam a versão importada por volta de R$1800. E o preço oficial estipulado pela Microsoft Brasil para o lançamento era de R$2999. O lado bom é que finalmente o produto teria o suporte oficial de sua fabricante. A má era que, como ele estava agora sendo distribuido oficialmente, todos os aparelhos importados deveriam sumir das prateleiras dando lugar ao produto oficial. Ou seja, se num dia você conseguia comprar o mesmo videogame a R$1800, no outro, só acharia por R$2999.</p>
<p>Hoje, a situação é a mesma. O Playstation 3, desde seu lançamento, é vendido pelos grandes varejitas através de importação. Dá pra se encontrar o console por volta dos R$1200. Em promoções, as vezes até por menos. Hoje, com o anúncio oficial da Sony Brasil, o Playstation 3 passará a custar R$1999. Esqueça aquele preço antigo. Ou seja, se por um lado temos a <strong>felicidade </strong>de ter o console oficialmente comercializado no Brasil, por outro, temos a <strong>infelicidade </strong>de arcarmos com todas as consequências que isso acarreta. E a pior delas é o preço.</p>
<p>Mas isto era esperado. A própria história (da Microsoft) nos mostrava isso. Quando o Playstation 3 chegasse, ele iria chegar por um preço bem mais alto que o vendido pelos importadores não-oficiais. Pelo menos, o preço é coerente: o Xbox 360 Elite, que custa o mesmo preço que o Playstation 3 nos EUA (U$299), também custa R$1999 (preço antes da redução) aqui no Brasil.</p>
<p>Então, para resumir, a atual realidade brasileira é essa:</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Console</strong></td>
<td><strong>Preço EUA</strong></td>
<td><strong>Preço BRASIL</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Xbox 360 Arcade</td>
<td>U$149</td>
<td>R$999</td>
</tr>
<tr>
<td>Xbox 360 Elite</td>
<td>U$249</td>
<td>R$1599</td>
</tr>
<tr>
<td>Playstation 3 Slim 120GB</td>
<td>U$299</td>
<td>R$1999</td>
</tr>
<tr>
<td>Novo Xbox 360 &#8220;Slim&#8221; 250GB</td>
<td>U$299</td>
<td>R$1999 (provavelmente, pois é o mesmo preço antigo do Elite)</td>
</tr>
<tr>
<td>Novo Xbox 360 &#8220;Slim&#8221; 4GB</td>
<td>U$199</td>
<td>R$1249 (provavelmente, pois é o mesmo preço antigo do Arcade)</td>
</tr>
<tr>
<td>Nintendo Wii</td>
<td>U$199</td>
<td>Por volta de R$800. O distribuidor oficial não possui preço sugerido. Fica a cargo do varejo.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Até coerente em si, mas longe do que sonhamos um dia.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sound Test no SP Games Show</title>
		<link>http://www.soundtest.com.br/index.php/2010/07/16/sound-test-no-sp-games-show/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:54:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Ola ouvintes!
Como alguns já sabem, está acontecendo em São Paulo a SP Games Show, um evento sobre videogames com muita atração boa. Debates, palestras, campeonatos e muito videogame.
Eu e Rodrigo Salsa fomos inclusive honrosamente convidados para participar deste evento em debates sobre os mais variados assuntos. Portanto, amanhã, dia 17 de Julho de 2010, estaremos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ola ouvintes!</p>
<p>Como alguns já sabem, está acontecendo em São Paulo a SP Games Show, um evento sobre videogames com muita atração boa. Debates, palestras, campeonatos e muito videogame.</p>
<p>Eu e Rodrigo Salsa fomos inclusive honrosamente convidados para participar deste evento em debates sobre os mais variados assuntos. Portanto, amanhã, dia 17 de Julho de 2010, estaremos presentes no evento para participar de dois debates muito interessantes.</p>
<p>O primeiro, que vai ocorrer as 14h, Rodrigo Salsa irá debater com o mais alto escalão da indústria de videogames do Brasil sobre &#8220;Cenário Internacional de Videogames (impressões pós-E3)&#8221;.</p>
<p>O segundo, eu, Maurício Carvalho, estarei participando do debate &#8220;Obstáculos nacionais no mercado de entretenimento digital&#8221; a partir das 17h30.</p>
<p>Seria um imenso prazer ter contato com nossos ouvintes e fãs para um bate papo descontraído, ou seja, quase como um podcast ao vivo! Portanto, quem puder, compareça e prestigie mais esta excelente iniciativa!</p>
<p>Local, preço e toda a programação dos debates, palestras e outras atividades você pode encontrar <a href="http://www.spgameshow.com.br/">clicando aqui, no site oficial do evento.</a></p>
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		<title>Tributo Baseado em Combos</title>
		<link>http://www.soundtest.com.br/index.php/2010/05/14/tributo-baseado-em-combos/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 20:12:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[gamer brasileiro]]></category>
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		<category><![CDATA[mercado brasileiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Deixa eu contar uma historinha pra vocês, longa, mas útil.
Muita gente já sabe que o Brasil é um país com alta carga tributária, que urge a necessidade de uma reforma nessa área e que a gente paga 1, 2, 3 vezes pelo mesmo benefício. E isso tá chegando longe demais.
Antes de falarmos de videogames, vamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deixa eu contar uma historinha pra vocês, longa, mas útil.</p>
<p>Muita gente já sabe que o Brasil é um país com alta carga tributária, que urge a necessidade de uma reforma nessa área e que a gente paga 1, 2, 3 vezes pelo mesmo benefício. E isso tá chegando longe demais.</p>
<p>Antes de falarmos de videogames, vamos só relembrar um pouco de algo pros desmemorados. Junto com alguns países nórdicos, o Brasil é uma das nações cujo cidadão mais paga impostos. Temos impostos para tudo, e na maioria das vezes, é um imposto sobre o outro. Você sabe, todo preço que você vê em lojas, seja de jogos de videogames a balas de goma, o imposto já está embutido. É imposto do governo federal, estadual e municipal, tudo junto. Basicamente, é isso que faz as coisas serem tão caras por aqui.  E como o imposto já vem embutido, é menos dolorido pro consumidor que paga, pois ele não sabe exatamente quanto daquele valor ele está pagando pelo produto e quanto está indo lá pro governo.</p>
<p>Mas <strong>pagar imposto é bom</strong>. Pois é assim que uma nação sobrevive. Claro, pois ela precisa construir nossos hospitais, escolas, asfaltar nossas ruas, pagar o salário dos que trabalham para os cidadãos, como policiais, professores, médicos&#8230; políticos. Já parou pra se perguntar porque você paga plano de saúde sendo que o imposto que você paga por aí serve justamente pra te oferecer serviços de saúde do governo? E seu IPVA? Aquela dinheirama que vai embora no fim do ano, não deveria garantir as obras viárias e um transporte de qualidade?</p>
<p><strong>Mas por que esse texto está num blog de videogames?</strong></p>
<p>Me acompanhem na história: em 2007 comprei, com nota fiscal e tudo mais, aqui no Brasil, um Xbox 360 importado. Joguei feliz por um bom tempo, até que dois anos depois, ele estragou (3RL, como era de se esperar). Sabemos que a garantia da Microsoft sobre o Xbox 360 não é mundial. Ou seja, como meu aparelho era importado, eu deveria envia-lo para os EUA caso quisesse usar a garantia. E foi o que decidi fazer.</p>
<p>Tudo que compramos no exterior e importamos para o brasil, precisamos pagar impostos (que não são baratos). Porém, há uma lei que diz que, se um produto está vindo do exterior como resultado de uma manutenção, ou seja, algo que você enviou para o exterior e agora está voltando, você está isento dos impostos.</p>
<p>Tem lógica: quando eu comprei o videogame aqui no Brasil, paguei um preço cujo imposto de importação já estava embutido. Ora, a loja, quando importou o produto, pagou o imposto de importação e, desde que vise o lucro, provavelmente repassou esse valor para o consumidor embutindo no preço final (por isso coisas importadas são mais caras). Ou seja, eu paguei pelo aparelho + impostos de importação, mesmo que indiretamente.</p>
<p>Voltando ao meu videogame estragado. Lembrando: eu comprei, paguei e usei. Ele é meu. E enviei para o exterior para manutenção. Quando o aparelho foi enviado para mim de volta ao Brasil, fui agraciado com cobrança de impostos de importação. Pense um pouco sobre o que acabou de ler antes de seguir ao próximo parágrafo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-710 aligncenter" title="Repaired Console" src="http://soundtest.ungbrasil.org/wp-content/uploads/2010/05/downloadfile-1.jpeg" alt="Repaired Console" width="491" height="369" /></p>
<p>Dexa ver se entendi: eu comprei um bem importado, paguei o preço (impostos), usei, e, quando tive que enviar para o exterior para manutenção, na volta me cobraram imposto de novo. Como se fosse novo. Eu não podia retirar o meu aparelho nos correios enquanto não pagasse os impostos. Algo que era meu estava confiscado por sabe-se lá o motivo.</p>
<p>Sim, não tinham motivos válidos. A lei está lá: <strong>o retorno de mercadorias estrangeiras por motivo de reparo/manutenção/garantia estão <span style="text-decoration: underline;">isentas de imposto</span></strong>. Claro, pois não se deve cobrar imposto de algo que já foi cobrado.</p>
<p>Mas não adiantou. Criei um recurso para revisão do imposto cobrado, anexando minha nota fiscal, comprovante de envio do aparelho aos EUA, comprovante do rastreamento do produto ao exterior, mostrando que ele passou pela receita federal na ida, demonstrativo da cobertura da garantia&#8230; nada. Só consegui retirar o Xbox 360 (isso depois de quase 90 dias acumulados de análise do caso pela Receita Federal) mediante pagamento dos impostos &#8220;devidos&#8221;. Cheguei até a pensar em &#8220;roubar&#8221; meu próprio Xbox 360 dos Correios numa operação digna de <em>Solid Snake</em>, mas isso só funcionaria num <em>GTA: Guns of the Patriots</em>.</p>
<p>Se ao menos meu dinheiro pago pelos impostos fosse devidamente convertido num serviço de saúde de qualidade, ou de educação, ou de infra estrutura, não teria sentido tanta tristeza, depressão, revolta e sentimento de que vivo num país literalmente sem lei, individualista e que quase não há saída. Mas agora, só na justiça. E talvez meus netos consigam usar a grana devolvida pra comprar um Playstation X-2.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Mais Sound Test na Mídia</title>
		<link>http://www.soundtest.com.br/index.php/2009/08/25/mais-sound-test-na-midia/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 02:51:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste tempo em que estivemos sumidos, nós não estávamos parados. Além do nosso novo projeto gamístico, tivemos convites muito legais para participar de outras iniciativas na Web brasileira.
Primeiramente tivemos a honra de participar do Gamerdome, quadro do NowLoading News do NowLoading. Foi no episódio 39 e foi bastante divertido. Mauricio Carvalho e Rodrigo Salsa se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste tempo em que estivemos sumidos, nós não estávamos parados. Além do nosso novo projeto gamístico, tivemos convites muito legais para participar de outras iniciativas na Web brasileira.</p>
<p>Primeiramente tivemos a honra de participar do <strong>Gamerdome</strong>, quadro do NowLoading News do <a href="http://www.nowloading.com.br" target="_blank">NowLoading</a>. Foi no episódio 39 e foi bastante divertido. Mauricio Carvalho e Rodrigo Salsa se confrontam num gameshow muito divertido! Ouçam clicando no link abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.nowloading.com.br/nl-news-39" target="_blank">http://www.nowloading.com.br/nl-news-39</a></p>
<p>Semanas depois aceitamos com muito prazer um convite para uma entrevista no site E-Arena Games. O site está fazendo uma série de entrevistas com autores de blogs e podcasts de todo o Brasil. Leia a entrevista completa clicando no link abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.earenagames.com.br/noticiasinterna.php?id=1064" target="_blank">http://www.earenagames.com.br/noticiasinterna.php?id=1064</a></p>
<p style="text-align: left;">Deixamos registrados aqui, portanto, o nosso muito obrigado pelo reconhecimento!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Sound Test agora está na iTunes Store</title>
		<link>http://www.soundtest.com.br/index.php/2009/05/07/o-sound-test-agora-esta-na-itunes-store/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 02:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[iPod]]></category>
		<category><![CDATA[iTunes]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoal, pra comemorar nosso terceiro aniversário, a Sound Test estreou sua página oficial na iTunes Store. Isso significa que agora o podcast terá melhor visibilidade no Brasil e no mundo.
Na iTunes Store os ouvintes poderão dar nota para o podcast, fazer comentários e baixar todos os episódios disponíveis. Além disso conta com total integração com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal, pra comemorar nosso <strong>terceiro aniversário</strong>, a Sound Test estreou sua página oficial na iTunes Store. Isso significa que agora o podcast terá melhor visibilidade no Brasil e no mundo.</p>
<p>Na iTunes Store os ouvintes poderão dar nota para o podcast, fazer comentários e baixar todos os episódios disponíveis. Além disso conta com total integração com o iTunes, iPods e iPhones.</p>
<p>Para acessar a nossa página na iTunes Store você, obviamente, precisa ter o iTunes instalado (Windows ou Mac). Dai, é so clicar no link <a href="http://phobos.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=315414943">http://phobos.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewPodcast?id=315414943</a> ou no ícone do iTunes em nossa página. Ou mesmo acessá-la navegando pelo catálogo de podcasts da iTunes Store, na categoria <strong>Hobbies &amp; Games</strong>.</p>
<p>Para as pessoas que não possuem ou não usam iTunes, iPod ou iPhone tudo continua na mesma. Esta é apenas mais uma opção de assinar e ouvir o Sound Test.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-460" src="http://soundtest.ungbrasil.org/wp-content/uploads/2009/05/stitunes.jpg" alt="" width="406" height="272" /></p>
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		<title>Loading: Desde 1995</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 00:14:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois que a Sony anunciou que o Playstation 3 iria usar o Blu-Ray como mídia principal para distribuição de seus jogos, muito se tem discutido da necessidade disso. Ao optar pelo Blu-ray, ela automaticamente teve que aceitar dois problemas: o gargalo na velocidade de leitura (que toda mídia ótica tem) e preço.

É fato: apesar de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois que a Sony anunciou que o Playstation 3 iria usar o Blu-Ray como mídia principal para distribuição de seus jogos, muito se tem discutido da necessidade disso. Ao optar pelo Blu-ray, ela automaticamente teve que aceitar dois problemas: o gargalo na velocidade de leitura (que toda mídia ótica tem) e preço.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://soundtest.ungbrasil.org/wp-content/uploads/2008/08/bluray1.jpg"><img class="size-medium wp-image-376 aligncenter" title="Blu-Ray" src="http://soundtest.ungbrasil.org/wp-content/uploads/2008/08/bluray1.jpg" alt="" width="316" height="210" /></a></p>
<p>É fato: apesar de usar uma mídia mais atrasada tecnologicamente em relação ao Playstation 3, o Xbox 360 possui uma taxa de transferência de dados ligeiramente maior que o Playstation 3, mas ainda longe do ideal. Quando se fala em videogame, a taxa de transferência do leitor da mídia é muito importante, pois o console está praticamente a toda hora lendo informações dali e copiando para a memória do aparelho. Nessas horas é que a tela chata de <em>loading </em>aparece. E tem sido assim desde meados da década de 90, quando o CD-ROM entrou definitivamente para o mercado de videogames.</p>
<p><span id="more-369"></span>Também é fato que, uma mídia maior, sobra mais espaço para conteúdo. Vídeos por exemplo. Quando falam que Metal Gear Solid 4 só é possível no Playstation 3 por causa do Blu-Ray, se pararmos pra pensar bem, pode ser verdade. Por mais que se comprima, parece não caber todo aquele conteúdo num único disco de DVD de dupla camada. Tudo bem, sempre temos a opção de usar mais de um disco. Mas, sinceramente, não é  prático nem elegante.</p>
<p>Há os que dizem que o Blu-Ray será a última mídia física desenvolvida. Eu concordo. Mídias físicas estão fadadas a extinção. Eu acredito que, é muito mais vantajoso e revolucionário, desenvolver novas técnicas de compressão de dados ao invés de desenvolver uma nova mídia física.</p>
<p>O impacto que uma nova mídia causa na indústria é bem maior do que uma nova técnica de compressão. Mídias físicas são hardware e técnicas de compressão são software. Um hardware novo demanda muito mais mudanças numa indústria que um software novo. Além disso, a Internet está aí, e com ela tá vindo a distribuição digital. E não há dúvida: <strong>a distribuição digital é o futuro, principalmente nos videogames</strong>.</p>
<p>Levando em conta ainda o fator &#8220;custo&#8221; de uma nova mídia física, pronto: a indústria de videogames demanda a evolução também do software. Nas próximas gerações espera-se que não tenhamos uma nova mídia, com capacidade de 500GB mas com o mesmo gargalo de um CD-ROM do século passado: a velocidade de leitura. Esperamos sim que evoluam as técnicas de compressão e, cada vez mais, compramos jogos online.</p>
<p>Daí a gente se pergunta: <strong>como, até hoje, nos deparamos com telas de loading?</strong> A questão é que, da mesma forma que as mídias óticas estão evoluindo, os processadores e barramentos das placas-mãe também evoluem. E, paralelamente, o software. Jogos mais complexos, demandam mais informação, que demandam mais banda para trafegar nas placas, que demandam maior velocidade na leitura e escrita dos dados. Leitores de mídias óticas são mecânicos e lentos, precisam ir de uma trilha a outra para retirar os dados.</p>
<p>Prova de que isso ainda é um problema: hoje o Playstation 3 (e a partir do final do ano, o Xbox 360 também) usam do artifício de<strong> instalar parte dos dados dos jogos no disco rígido para diminuir o tempo de leitura dos dados</strong>. Ou seja, está evidente o problema e todos sabem disso.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://soundtest.ungbrasil.org/wp-content/uploads/2008/08/lostodyssey_xtoday_03.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-377" title="Lost Odyssey" src="http://soundtest.ungbrasil.org/wp-content/uploads/2008/08/lostodyssey_xtoday_03.jpg" alt="" width="456" height="342" /></a></p>
<p>Observando as tendências atuais, vamos chutar o futuro dos consoles no quesito armazenamento de dados. Não haverá mídias físicas. A transferência de dados, seja saves ou perfis, será toda online (algo que quase já acontece hoje na Xbox Live). Localmente, cada console terá um espaço grande de armazenamento. Mas não em discos rígidos, lentos e pesados como hoje, e sim, em memórias flash (ou <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SSD">SSD, <em>Solid State Drive</em></a>). Discos rígidos também são mecânicos como leitores de mídias óticas. Precisam se deslocar no disco rígido para ler os dados e se desgastam mais fácil com o tempo. Atualmente, as memórias flash estão começando a substituir estes discos rígidos em alguns aparelhos, como os notebooks e o próprio Nintendo Wii. Elas são mais rápidas, menos frágeis e mais leves. E não são mecânicas. Com o tempo, serão também baratas. O Nintendo Wii possui míseros 512MB de espaço em sua memória flash interna, mas já há notebooks hoje no mercado com de mais de 60GB de espaço de armazenamento num drive SSD.</p>
<p>Os jogos serão distribuídos digitalmente, ou pelo menos, haverá a opção de comprá-los digitalmente, além do disco tradicional. Como as técnias de compressão estarão bem mais avançadas, transferir um jogo completo online não será uma tarefa árdua. E, com um console 100% online e distribuição digital, a pirataria poderá ser controlada bem mais facilmente.</p>
<p>Voltando à nossa realidade, uma coisa é fato: o gargalo da taxa de transferência das mídias dos consoles existe e precisa ser resolvida. Conheço gamers que até simpatizam com <em>slowdowns </em>e <em>pop-ups</em>, mas até hoje não ouvi nenhum dizendo que adora quando chega na tela de <em>loading</em>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fim de uma Era: PlayTV sai do ar</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 14:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Talvez alguns acham que eu esteja exagerando, mas chegamos ao fim de uma Era. A PlayTV encerrou sua programação no dia 07 de Julho de 2008. Uma emissora que nasceu cercada de grande expectativa na comunidade gamer nacional acaba de desaparecer. Estaremos dando um passo para trás?
Quando o programa G4 Brasil começou a ser exibido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez alguns acham que eu esteja exagerando, mas chegamos ao fim de uma Era. A PlayTV encerrou sua programação no dia 07 de Julho de 2008. Uma emissora que nasceu cercada de grande expectativa na comunidade gamer nacional acaba de desaparecer. Estaremos dando um passo para trás?</p>
<p><span id="more-76"></span>Quando o programa <strong>G4 Brasil</strong> começou a ser exibido na <strong>TV Bandeirantes</strong>, a comunidade gamer brasileira se viu agraciada por um novo tipo de midia que tratava exclusivamente de videogames. Desde a era dourada dos anos 90, o principal meio de comunicação especializado no mercado de videogames no Brasil foram as revistas. Inclusive, é da cultura gamer nacional comprar e colecionar revistas de videogame. Foram muitas e, apesar de ter havido um verdadeiro hiato nesse mesmo mercado na virada do século, hoje, digamos, ele se mostra aquecido novamente. Várias publicaçãos especializadas disputam as bancas de jornais, independente da qualidade. Além disso, representantes de multinacionais estão presentes no Brasil como a <a href="http://www.revistaoficialdoxbox.com.br/" target="_self">Official Xbox Magazine</a> e a <a href="http://heroi.uol.com.br/egmbrasil/" target="_self">EGM</a>.</p>
<p>Mas, algo comum em outros mercados, não existia por aqui: programas de TV. Nos EUA, a alguns anos, surgiu um canal inteiro exclusivo de videogames, o <a href="http://www.g4tv.com" target="_self">G4</a>. Isso foi motivo de inveja por parte de muitos gamers brasileiros. E, por isso, a expectativa era muito grande na estréia do <strong>G4 Brasil</strong>, programa sobre videogames que foi transmitido pela <strong>TV Bandeirantes</strong>.</p>
<p>Meses depois, o sucesso era tanto que os apresentadores se tornaram verdadeiras celebridades no meio gamer no Brasil. Na <strong>Electronic Games Show 2005</strong>, a tietagem era tanta que deu bastante trabalho à equipe de segurança na presença da ex-apresentadora do G4 Brasil, <strong>Luiza Gottschalk</strong>.</p>
<p>Foi então que surgiu a promessa da primeira emissora dedicada a videogames no Brasil: a <strong>PlayTV</strong>. Se antes tinhamos um programa, dessa vez teriamos uma programacao inteira dedicada ao entretenimento eletrônico. Apesar de curta, a programação da PlayTV era variada, contando com programas de notícias, entrevistas e músicas. E melhor: todos os dias da semana (o G4 Brasil era um programa semanal).</p>
<p>E agora, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u420182.shtml" target="_self">tudo isso chega ao fim</a>. O contrato da PlayTV com a Rede Bandeirantes terminou e não foi renovado, ou seja, acabou. Aliás, na verdade nem tanto. <a href="http://macmagazine.com.br/blog/2008/06/05/playtv-lanca-programacao-no-joost/" target="_self">Parte da programação está dispnível</a>, gratuitamente, no portal de video sob demanda <a href="http://www.joost.com/" target="_self">Joost</a> e podem ser assistidos por qualquer pessoa.</p>
<p>Mas agora fica a expectativa. Perdemos a EGS, o G4 Brasil, e agora a PlayTV. Será que a bolha da imprensa especializada em videogames no Brasil estourou?</p>
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		<title>Conheçam os Inimigos do Videogame no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 14:14:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[censura]]></category>
		<category><![CDATA[counter strike]]></category>
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		<description><![CDATA[Nosso ouvinte e amigo Marcelo, após ouvir a série de espisódios do Chefe-Xícara (episódios #31, #32 e #33) nos enviou um e-mail comentando a recente e absurda proibição dos jogos Counter Strike e EveQuest no Brasil. No e-mail, Marcelo, além de enviar parte do texto do Processo, quis deixar bem claro quem são os inimigos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nosso ouvinte e amigo Marcelo, após ouvir a série de espisódios do <strong>Chefe-Xícara</strong> (episódios <a href="http://soundtest.ungbrasil.org/st31.mp3" target="_self">#31</a>, <a href="http://soundtest.ungbrasil.org/st32.mp3" target="_self">#32</a> e <a href="http://soundtest.ungbrasil.org/st33.mp3" target="_self">#33</a>) nos enviou um e-mail comentando a recente e absurda proibição dos jogos <em>Counter Strike</em> e <em>EveQuest</em> no Brasil. No e-mail, Marcelo, além de enviar parte do texto do Processo, quis deixar bem claro quem são os inimigos da indústria de videogames no Brasil.</p>
<p><span id="more-75"></span>Como muito bem (sarcasticamente) falado no blog <a href="http://tigredefogo.wordpress.com/2008/01/31/leia-a-decisao-que-proibiu-venda-de-jogos-violentos/" target="_self">Tigre de Fogo</a>,</p>
<blockquote><p>a livre expressão e livre iniciativa não valem mais do que o dever do Estado de zelar pela saúde física e mental da criança e do adolescente</p></blockquote>
<p>Leia abaixo a transcrição do e-mail enviado por Marcelo ao <strong>Sound Test</strong>.</p>
<blockquote><p>Bom, só hoje consegui ouvir o último Sound Test. Dando uma de advogado do diabo (e, sim, de certa forma defendendo o indefensável, no caso o juiz), temos que deixar claro quem são os reais &#8220;inimigos da indústria [de videogames]&#8221; e seus nomes são <a href="http://www.tvbem.org.br" target="_self">TVBEM</a> (Instituto de Defesa do Telespectador, sediado em Brasília) e o <a href="http://www.mp.rs.gov.br/" target="_self">Ministério Público do RS</a> (com o &#8220;respaldo&#8221; da <a href="http://www.sprgs.org.br/" target="_self">Sociedade de Psicologia do Estado do Rio Grande do Sul</a>).</p>
<p>O juiz (ou &#8220;juiz besta&#8221;, como o Maurício ilustra bem) não tem interesse nem legitimidade (ou seja, condições) para, da sua cabeça, sair probindo jogos, muito pelo contrário, eu acredito que foi manipulado por errôneas decisões anteriores e pedidos de proibição recheados de mentiras, advindos das entidades acima citadas, estas sim, responsáveis por taxarem os videogames de forma extremamente negativa.</p>
<p>Preciso de uma cópia da Petição Inicial e da Denúncio da segunda&#8230;</p>
<p>Processo: 2002.38.00.046529-6</p>
<p>Classe: 7100</p>
<p>Reqte: Ministério Público Federal</p>
<p>Reqdo: União Federal</p>
<p>Sentença n° 269-A/2007</p>
<p>1 &#8211; Relatório</p>
<p>O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL ajuizou a presente Ação Civil Pública contra a UNIÃO FEDERAL requerendo antecipação dos efeitos da tutela, a fim de que seja a União Federal compelida a proibir a distribuição e comercialização de quaisquer livros, encartes, revistas, CD Rom&#8217;s, fitas de vídeo-game ou computador do jogo &#8220;COUNTER-STRIKE&#8221;, e promover a retirada do mercado de consumo dos exemplares já existentes: proibir a distribuição e comercialização de quaisquer livros, encartes, revistas, CD Rom&#8217;s, fitas de vídeo-game ou computador do jogo &#8220;EVERQUEST&#8221;, vedando-se, pois, sua entrada em território nacional, sob pena de ser cominada multa diária a ser fixada pelo Juízo, a qual se reverterá ou Fundo de que trata a Lei n° 7.347/95.</p>
<p>2. Sustenta, em síntese, que os jogos virtuais de vídeogames e computadores atentam contra os princípios diretivos da educação de crianças e adolescente, vindo mesmo a causar-lhes danos à saúde física e mental, sendo fatores de propulsão à violência e deturpadores da formação psicológica e da personalidade de crianças e adolescentes.</p>
<p>3. Alega que foi devidamente apurado pelo Ministério Público Federal, a partir de representação veiculada pela TVBem &#8211; Instituto de Defesa do Telespectador, sediada nesta Capital que estão sendo comercializados e distribuídos jogos de computadores e vídeogames que atentam contra a toda a orientação legal de proteção e defesa da criança e do adolescente na formação de sua personalidade. Tais jogos incitam à violência, propugnam pela idéia de que o mais fraco deve sucumbir ao mais forte, disseminam o prazer pela dor, pelo ódio e pela morte. Em que pese a atuação diligente empreendida pelo Poder Público, promovendo, através de seu Departamento de Classificação Indicativa, a classificação etária de um dos jogos, é de se reconhecer a incorreção, e, bem assim, a insuficiência da medida adotada, eis que, em verdade, correto seria a imposição da imediata retirada do produto de circulação e sua comercialização, na esteira, alias, de decisão já exarada anteriormente, pela Secretaria de Direito Econômico, por ocasião da análise do jogo &#8220;Carmageddon&#8221; Esses vídeos assassinos não repercutem direta e imediatamente sobre a pessoa. Atingem sua estrutura psicológica, sua formação mental, distorcando os valores socialmente exaltados, e vangloriando os socialmente repugnável, tido pelo ordenamento jurídicos como ofensivos.</p>
<p>4. Pedido de antecipação de tutela deferido. O Ministério Público foi intimado para instruir a inicial com os documentos da seqüência &#8220;4&#8243;.</p>
<p>5. A União foi citada e se manifestou (fls. 198/208). Impugnação pelo Ministério Público Federal. Oportunizado às partes produzirem provas. O MPF diz não ter provas a produzir, requerendo julgamento antecipado da lide (CPC, art. 330); a União diz não ter provas a produzir.</p></blockquote>
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		<title>Jogos galáticos</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2008 00:05:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa semana terminei Super Mario Galaxy. E agora posso dizer que também paguei língua. É simplesmente o Jogo do Ano. Deixe-me explicar&#8230;
Paralelamente estou jogando também Mass Effect. Ainda não terminei, mas estou perto de 20h de jogo já, e pelos meus cáluclos, devo estar bem próximo da metade do jogo. Sabe como é, RPGs assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa semana terminei Super Mario Galaxy. E agora posso dizer que também paguei língua. É simplesmente o Jogo do Ano. Deixe-me explicar&#8230;</p>
<p>Paralelamente estou jogando também Mass Effect. Ainda não terminei, mas estou perto de 20h de jogo já, e pelos meus cáluclos, devo estar bem próximo da metade do jogo. Sabe como é, RPGs assim devem ser jogados com carinho, lendo todas as informações (leio a descrição de cada planeta visitado), fazendo todas as <em>quests</em> possíveis, enfim, fazendo o Xbox ler cada trilha do DVD do jogo.</p>
<p>No final do ano passado, eu apostava sem pestanejar que Mass Effect era o jogo do ano. E sim, Mass Effect é um jogaço. O enredo é muito bem desnvolvido no jogo, além de ser extremamente detalhado e complexo. O visual de ponta contribui demais para o desenvolvimento do enredo, dos personagens e da ambientação. Cada personagem possui uma atuação tão bem feita, que as vezes dá pra se esquecer que são personagens geradas por computador, tamanho o envolvimento do jogador com as personagens. A movimentação, tanto labial, quanto corporal, é extremamente bem implementada. A dublagem é perfeita. As expressões facias, idem. Como disse, o jogo é muito rico, tecnicamente falando. Tanto na parte visual, quanto sonora. A trilha sonora é tão bem feita, que você as vezes nem repara que há uma música no fundo. Não são aquelas musicas irritantes que existem em alguns jogos que acabam te desconcentrando de tão irritantes que são.</p>
<p>O polêmico modo de batalha é divertido, principalmente para pessoas como eu que não gostam de batalhas por turno em RPGs. Envolve muita estratégia e é muito frenética ao mesmo tempo, e é essa mistura que incomodou a muitos. Mas eu não cheguei a ver isto como um ponto fraco.</p>
<p>O ponto fraco, na verdade, são as imperfeições técnicas que passaram batidas. Como disse, o jogo é tão rico tecnicamente que, como pode-se esperar, o jogo apresenta algumas falhas. Coisas que já foram ditas por aí como os pop-ups de textura e as quedas de framerate mais constantes do que se imagina. Infelizmente, talvez foi o preço pago pelo grande avanço técnico que o jogo apresenta em contraste com os demais jogos do mercado. E, acredito eu, é isso que define um Jogo do Ano: sua visível distância em qualidade dos demais jogos do mercado. É aquele jogo que se destaca da multidão. E Mass Effect, sem dúvida, tem essa característica.</p>
<p>Ok, mas eu não ia falar de Mario Galaxy? Pois é. Meses atrás eu falei no SOUND TEST que mesmo que Super Mario Galaxy fosse um jogo perfeito, ele dificilmente seria um jogo do ano. Disse aquilo pelo atraso tecnologico do Wii em relação aos outros videogames do mercado. E, acredito, um jogo do ano deveria ser uma coisa tão destacada dos outros jogos do mercado, que a falta de um visual atual poderia afetar nesse sentido. Ledo engano.</p>
<p>Portanto, virei a casaca e paguei língua mesmo. Para mim, o jogo do ano de 2007 é Super Mario Galaxy. Simplesmente pelo fato de que tudo implementado no jogo é feito com quase perfeição. Até mesmo o visual. Não é foto-realistico, até mesmo porque, um Super Mario não deve ser foto-realístico. Mas é bem feito, extremamente polido, liso&#8230; A trilha sonora é estupenda, nunca vista antes num jogo de plataforma, nível de super produções como Final Fantasy ou mesmo Mass Effect. De tão perfeita, até quem não está acostumado a reparar nestas coisas (os casuais) repararam. O design das fases é magnífico, tamanha a variedade e excelência na implementação. Ao se jogar Mario Galaxy, durante todo o tempo, você sente estar jogando uma super produção, algo grande, um blockbuster. O controle não é forçado, não cansa, não falha. Resumindo pra não babar demais: o jogo, em todos os aspectos, é muito polido e excelentemente implementado. Infelizmente, se eu fosse citar um defeito, eu estaria inventando algum, ou pegando um pequeno detalhe. E, quando temos que fazer isto, é porque não adianta chorar, estamos tratando mesmo de uma obra prima.</p>
<p>Sugiro, aliás, EXIJO que, quem tiver oportunidade, ou até mesmo quem não tiver a oportunidade, arranje uma e jogue este jogo. Jogue a primeira fase, pegue a primeira estrela, e depois me fale se conseguiu parar. É fantástico. É coisa mesmo de outro mundo. Ou galáxia.</p>
<p>PS: Não posso falar sobre Bioshock. Só joguei a demo (excepcional) mas não pretendo joga-lo por completo: tenho medo.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Guia 3 Red Lights</title>
		<link>http://www.soundtest.com.br/index.php/2007/11/26/guia-3-red-lights/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Nov 2007 12:32:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[3RL]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[xbox 360]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois da Microsoft admitir o problema, perder Peter Moore e lançar algumas revisões de hardware, como andam as coisas? Caso queira comprar um Xbox 360 neste final de ano, como devo proceder pra não ter a ingrata surpresa? Saiba aqui.
Todos nós conhecemos o triste e pior problema do excelente Xbox 360: as 3 luzes vermelhas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da Microsoft admitir o problema, perder Peter Moore e lançar algumas revisões de hardware, como andam as coisas? Caso queira comprar um Xbox 360 neste final de ano, como devo proceder pra não ter a ingrata surpresa? Saiba aqui.</p>
<p align="left">Todos nós conhecemos o triste e pior problema do excelente Xbox 360: as 3 luzes vermelhas, ou, carinhosamente, 3RL (de 3 Red Lights). Inclusive já gravamos um episódio quase que inteiro falando desse problema. Eu mesmo, desde sempre, fiz muito terrorismo quanto a isso, pois realmente, era assustador. O problema existia e a Microsoft negava. Onde iríamos parar?</p>
<p>Este ano, (in)felizmente a Microsoft admitiu que sim, tinha mais do que meros 5% de Xbox 360 queimando. E anunciou novo tempo de garantia, além de revisões de hardware. Coincidentemente, Peter Moore saiu da Microsoft e foi morar na EA. Depois, nunca mais se falou do assunto. O problema estaria resolvido?</p>
<p>Bom, como sabem, eu sou um dos caras mais desconfiados no que se diz respeito a 3RL. Não havia jogo que me convencesse a comprar um 360 me arriscando perder meu suado dinheiro. Porém, como poderão ouvir no episódio 26 do Sound Test, eu, finalmente comprei um Xbox 360. Primeiro motivo: Rez. Segundo: <strong>o hardware está sim mais confiável</strong>.</p>
<p>Portanto, estou escrevendo este texto para esclarecer às pessoas como andam os modelos de Xbox 360 no mercado hoje. Como o fim de ano ta chegando, muita gente aproveita pra se dar presente de Natal, como foi o meu caso. E, como o Xbox 360 é sem dúvida a melhor plataforma de videogame da atualidade (pelo menos no que diz respeito a biblioteca de jogos), é grande o desejo por adquirir um console desses dentre a comunidade gamer nacional. Mas muitos estão perdidos ou com medo. Como confiar?</p>
<p>Hoje existem 3 pacotes de Xbox 360 no mercado americano. O <strong>Arcade</strong>, o <strong>Premium</strong> e o <strong>Elite</strong>. O Arcade, recem-lançado, inclui, basicamente, o console, um Memory Card de 256MB e um controle sem fio. O Premium, que é o modelo padrão e que a maioria das pessoas possui, inclui o console, um HD de 20GB e um controle sem fio. E o Elite, além de vir na cor preta, inclui um HD de 120GB e um controle sem fio. Além disso, mesmo dificil, pode-se ainda encontrar o pacote Core, que acompanha apenas um controle com fio.</p>
<p>Além disso, hoje, podemos dizer que o hardware interno no Xbox 360 (placa-mãe) está na sua 4<sup>a</sup> versão. Irei apelidá-las de <strong>Original</strong>, <strong>Elite v1</strong>, <strong>Zephyr</strong> e <strong>Falcon</strong>.</p>
<p>A versão<strong> Original</strong> é a mais provável de se apresentar o problema das 3RL. É a versão de lançamento e pode ser encontrada em todos os pacotes Core e nos Premium mais antigos. Para saber se o Premium que você está querendo comprar possui ou não esta placa, é só verificar se o console possui saída HDMI. Caso não possua, é sinal de que o console possui esta versão de hardware que causou pesadelos a vários gamers.</p>
<p>A versão <strong>Elite v1</strong> foi a versão de lançamento dos modelos Elite. Obviamente, ela pode se encontrada apenas nos modelos Elite mais antigos. Eu diria que esta placa tem uma classificação de perigo mediana. Digo isso pois existem poucos modelos com esta placa, o que diminui a chance de aparecer alguem relatando problemas. A placa possui apenas alguams alterações discretas na distribuição dos componentes além de possuir uma pasta térmica de melhor qualidade na GPU e nas memórias.</p>
<p>A versão <strong>Zephyr</strong> é a primeira versão que eu diria confiável do hardware do 360. Ela apareceu primeiro nos Elite e depois veio para os Premium e recentemtne, os Arcade. Esta placa possui por padrão saida HDMI. Portanto, para identificar o Premium que possua esta placa Zephyr é só verificar se ele possui saída HDMI. Além da inclusão do HDMI, esta placa, internamente, além da mesma pasta térmica que já vinha nos primeiros Elite, possui também um heatpipe e um dissipador extras, para ajudar na eliminação do calor da GPU. Apesar de ser fácil identifica-la nos Premium, pela presença da saída HDMI, nos Elite a coisa não é tão simples. Pelo fato de todo e qualquer Elite possuir saída HDMI, para identificar se ele possui ou não a placa Zephyr, é preciso dar uma olhada dentro do console. Do lado contrário ao lado do HD, há uma grade de ventilação. Por ela, dá para identificar o heatpipe e o dissipador extra. Colocando contra a luz, perceba se, do lado esquerdo, há um componente da cor prata retangular com um ponto dourado no meio. Se sim, este é o dissipador extra (componete prata) como heatpipe (ponto dourado) extra, confirmando ser a versão Zephyr.</p>
<p>Já a versão <strong>Falcon</strong>, até hoje, é confirmado de que ela está presente por enquanto apenas nos pacotes limitados Halo 3 do Xbox 360 (Halo 3 LE). Esta versão já inclui a CPU com processo de fabricação de 65nm, que diminui o tamanho, calor e o consumo de energia da CPU. Ela não possui a heatpipe e dissipadores extra.</p>
<p>Bom é isso. É apenas a minha opinião, mas acredito que já dá para comprar sem neura um Xbox 360. Desde a entrada da placa Zephyr que não encontrei um relato confiável sequer de problemas de 3RL nestes modelos. Neste caso, deve-se tomar cuidado, pois é fácil simular o surgimento das 3 luzes vermelhas e postar num fórum.</p>
<p>Agora, vamos resumir pra ficar tudo mais fácil de entender:</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="3" align="center">
<tbody>
<tr>
<td colspan="5">
<p align="center"><strong>Pacote/Placa-mãe</strong></p>
<p align="center"><span style="font-size:8pt;">em que pacotes cada placa-mãe aparece</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>Original</td>
<td>Elite v1</td>
<td>Zephyr</td>
<td>Falcon</td>
</tr>
<tr>
<td>Core</td>
<td>
<p align="center">X</p>
</td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>Arcade</td>
<td>
<p align="center">
</td>
<td>
<p align="center">
</td>
<td>
<p align="center">X</p>
</td>
<td>
<p align="center">
</td>
</tr>
<tr>
<td>Premium</td>
<td>
<p align="center">X</p>
</td>
<td>
<p align="center">
</td>
<td>
<p align="center">X</p>
</td>
<td>
<p align="center">
</td>
</tr>
<tr>
<td>Halo 3 LE</td>
<td>
<p align="center">
</td>
<td>
<p align="center">
</td>
<td>
<p align="center">
</td>
<td>
<p align="center">X</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>Elite</td>
<td>
<p align="center">
</td>
<td>
<p align="center">X</p>
</td>
<td>
<p align="center">X</p>
</td>
<td>
<p align="center">
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="3" align="center">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td>
<p align="center"><strong>Nível de Confiança</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>Original</td>
<td>
<p align="center">Baixo</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>Elite v1</td>
<td>
<p align="center">Médio</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>Zephyr</td>
<td>
<p align="center">Alto</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>Falcon</td>
<td>
<p align="center">Alto</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="3" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Pacote</strong></td>
<td><strong>Identificação</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Core</td>
<td>Original: todos</td>
</tr>
<tr>
<td>Arcade</td>
<td>Zephyr: todos</td>
</tr>
<tr>
<td>Premium</td>
<td>Original: não possuem saída HDMI</p>
<p>Zephyr: posseum saída HDMI</td>
</tr>
<tr>
<td>Halo 3 LE</td>
<td>Falcon: todos</td>
</tr>
<tr>
<td>Elite</td>
<td>Elite v1: não possuem dissipador e heatpipe extras (verificar pela grade de ventilação)</p>
<p>Zephyr: possuem dissipador e heatpipe extras (verificar pela grade de ventilação)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Checkando Miis Out</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Nov 2007 16:47:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Semanas atrás a Nintendo lançou um novo canal para o Nintendo Wii: o Check Mii Out. Muitos gamers choraram, espernearam, e reclamaram do fato da Nintendo lançar um canal bobo e besta como este ao invés de se esforçar para coisas mais interessantes e úteis com o um canal de download de demos para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semanas atrás a Nintendo lançou um novo canal para o Nintendo Wii: o Check Mii Out. Muitos gamers choraram, espernearam, e reclamaram do fato da Nintendo lançar um canal bobo e besta como este ao invés de se esforçar para coisas mais interessantes e úteis com o um canal de download de demos para o Nintendo DS (que aliás, foi lançado a poucos dias no Japão). Poxa, quem iria se interessar por um canal de concurso de beleza de Miis? Faça-me o favor, Nintendo&#8230;</p>
<p>Eu mesmo nem cheguei a baixar o canal no dia do lançamento (como fiz com o Internet Channel, Everybody Votes Channel, Metroid Corruption Preview, e outras atualizações bestas e inúteis). Deixei pra mais tarde. Mas baixei mesmo assim. Sei que tem gente que nem se atreve a gastar banda com isso, tamanha futilidade do canal. Bom, no dia que baixei, entrei no canal, dei uma fuçada e pensei: &#8220;é, legal, provavelmente se eu for usar este canal, será só pra votar. Não vou ficar fazendo Mii pra participar destes concursos bestas&#8221;. Bom, antes de continuar vou explicar como ele funciona.</p>
<p>De tempos em tempos, a Nintendo publica um novo concurso no canal. Inclusive, você pode configurar para ela te avisar com uma mensagem no Message Board a cada novo concurso aberto. Cada concurso tem um tema e os usuários devem fazer um Mii baseado naquele tema e enviar para o canal. Depois de um tempo (acho que é uma semana), o concurso entra em fase de votação. Qualquer usuário, mesmo os que não enviaram Mii para concorrer, entram no canal e escolhem 3 Miis que ele acha que mais se encaixam no tema do concurso. Dai, após mais um tempo (que também acho ser uma semana) o concurso finaliza e mostra o resultado. Ele mostra também em que colocação ficou cada um dos 3 Miis que você escolheu. Baseado nisso, você vai ganhando &#8220;pontos de experiência&#8221; como júri e ganha lá seu status dizendo se seu gosto está de acordo com o da maioria ou não. O mesmo acontece para aqueles que enviam Miis para concorrer. Quanto mais votos seu Mii ganhar, mais popular ele será e seu status de artista será melhor.</p>
<p>Além disso, há uma seção, fora dos concursos, onde cada pessoa pode enviar, à vontade, Miis que elas fizeram para que qualquer um veja e vote. Você pode dizer se gostou, pode fazer o download do Mii para o seu Wii e ainda ver o perfil de quem o construiu. Além disso, pode filtrar por região, ou seja, ver apenas os Miis feitos por artistas de onde você se encontra (Brasil está disponivel) ou do mundo inteiro. Há um ranking de artistas mais bem votados e Miis mais bem votados.</p>
<p>Viram que besteira? Que inútil, babaca, perda de tempo&#8230; Opa, perda de tempo. Bom, daqui a pouco explico a perda de tempo. Porque hoje eu resolvi dar uma aprofundada no canal.</p>
<p>Depois de participar da votação de dois concursos (no primeiro o tema era &#8220;Mario sem chapéu&#8221; e o outro era &#8220;O carinha lá do Thanksgiving que eu não tenho nem idéia de como era&#8221;) percebi que os vencedores eram na sua maioria muito feios e mal feitos. &#8220;Ah, eu faria melhor&#8230;&#8221;, pensei. E foi aí que me tornei um artista de Mii. Hoje há um concurso já em fase de votação (tema &#8220;Fada dos dentes&#8221;), além dos dois que citei anteriormente que já foram finalizados. Mas abriu um novo hoje, que está na fase de envio de participantes. O tema é &#8220;Aquele boneco de bicoito que aparece no Shrek que eu nao sei o nome&#8221;. Ah, ele chama &#8220;Gingerbread Man&#8221;, ou Sr. Boneco de Gengibre, ou Homem Biscoito. Bom, o fato é que você deve fazer um Mii que se pareça ao máximo com esse boneco e enviar para votação. Achei que eu nunca faria isso, mas eu fiz. Fiz um Mii bem parecido e mandei pro concurso. E não é que eu to mesmo esperando ver o resutlado disso, que aliás só deve sari semana que vem? Tenho certeza que vou ganhar, he he.</p>
<p>Ah, e a perda de tempo? Pois é. Assim como o Everybody Votes Channel, o Check Mii Out Channel é mais um canal que não tem utilidade e nem sentido, mas faz você perder um bom tempo em frente a TV. Ah, mas isso é entretenimento. Superficial e bobo (ou não), mas é.</p>
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		<title>Wii: Entenda sua decepção (e a minha)</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 03:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde o N64 que, basicamente, quem compra plataforma da Nintendo são seus fãs. Claro, existem aqueles que são exceção, mas a grosso modo é isso mesmo. Vou dizer o que muita gente diz e todo mundo sabe: a Nintendo antes de qualquer coisa, é uma empresa, e não um clube ou uma comunidade. Por isso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o N64 que, basicamente, quem compra plataforma da Nintendo são seus fãs. Claro, existem aqueles que são exceção, mas a grosso modo é isso mesmo. Vou dizer o que muita gente diz e todo mundo sabe: a Nintendo antes de qualquer coisa, é uma empresa, e não um clube ou uma comunidade. Por isso, ela age como uma empresa, ela traça estratégias de mercado pra sobreviver, operar sempre no verde, agradar seus acionistas, etc. É assim que ela garante sua sobrevivência.</p>
<p>Ingênuo é o gamer que acha que o Wii o satisfará sozinho&#8230;</p>
<p>O Wii foi feito pensando nos jogadores casuais. E, pra esse propósito, ele é um excelente videogame. Por isso não dá para comparar com o 360 ou o PS3. Fica dificil, por exemplo, comparar a interface do Wii com a do 360. Um casual se perderia facilmente na interface do 360, ou não saberia o que fazer diante dela. Essas questões não querem dizer que a interface de um é melhor ou pior que a do outro. Tudo está relacionado com o propósito. A interface do Wii é perfeita para o propósito que ela tem. E a do 360 é perfeita para o propósito que ela tem.</p>
<p>Eu, como gamer, sei que se eu tiver apenas um Wii em casa, não vou ficar satisfeito. Seria ingenuidade da minha parte. Se eu sou um gamer, devo escolher basicamente entre um 360 e um PS3. O Wii, digamos, seria meu segundo console.</p>
<p>Eu não saberia dizer se o Wii dura até o final da geração ou não. Mas, com certeza, o publico que compra o Wii, os casuais, não vão chegar num ponto que eles irão &#8220;enjoar&#8221; do Wii e querer um 360/PS3. Sabe por quê? Porque este publico é o público que não joga videogame, que não sabe lidar com um joystick de vários botões e que se sente intimidado diante de uma máquina mais complexa. Isso é fato.</p>
<p>Agora, vejo gamers em fóruns se decepcionando ou criticando radicalmente o Wii e sua simplicidade, &#8220;casualidade&#8221;. É quase que uma guerra santa. Mas dessa vez não entre nintendistas e sonystas ou seguistas. Mas sim entre hardcore e casuais. Essa é a minha decepção. Ver gamers se achando superiores demais para jogar um simples Wii. E pior, achando essa abertura de mercado que a Nintendo está patrocinando é algo nocivo. Dizem que o propósito do Wii está errado&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/320818297_2375137142-723861.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-349" title="320818297_2375137142-723861" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/320818297_2375137142-723861.jpg" alt="" width="440" /></a></p>
<p>Perai, como assim o proposito do Wii ta errado? Não é o jogador que define o proposito do produto, é a empresa. A Nintendo que definiu isto quando ela começou a pensar no projeto. É ela que define o propósito de seu produto, assim como uma empresa de carros define que quer fazer um carro para atender a pessoas que fazem off-road. Ela não faz um carro com aquelas rodas enormes e suspensões ultra-tecnológicas pro carro andar no asfalto, pra mãe levar a criança pra escola todo dia. Esta mãe, por sua vez, não pode reclamar que é dificil achar vaga que caiba o carro, pois o propósito dele não é esse. Se ela quer um carro pro dia a dia, que compre um que tenha esse propósito, que seja economico e compacto. Existem vários no mercado. O propósito do carro de off-road é andar na terra e em ambientes acidentados. Você nao pode chegar e dizer que isso está errado. Não tem nada de errado. Se a pessoa chega e compra uma bicicleta de asfalto e reclama que não dá pra andar com ela na terra, poxa, porque comprou uma bicicleta de andar no asfalto então? No nosso caso, existem produtos para hardcores (360, PS3) e agora, existem produtos pra casuais (Wii). O mérito que dou a Nintendo é isso, ela conseguiu fazer um produto que atingisse o mercado que ninguém da indústria de videogames conseguia atingir (oceano azul).</p>
<p>A teoria do oceano azul não é desculpa da Nintendo pra não ter que concorrer com a Microsoft e Sony. Primeiro que ela não é obrigada a isso. Ela deve investir no mercado do jeito que ela acha melhor, do jeito que ela ache que será melhor pra saúde e sobrevivência da empresa, e não por caprichos ou mimos de fãs. Mas isso também não quer dizer que ela deve ignorar seus fãs, ela deve achar um equilíbrio nisso. Então ela foi mais do que inteligente, pois percebeu que não cabem 3 plataformas disputando um nicho do mercado, fato este que desde a época do Dreamcast é mais que evidente. E então, investiu em outro nicho. E o melhor: pelo menos até agora, obteve êxito tanto com o Nintendo DS, que já é uma aposta com os casuais, quanto com o Wii, que até hoje não consegue parar nas prateleiras. Ela vende TUDO que produz.</p>
<p>Esse tipo de reação, de decepção com o Wii não é isolada. Eu tenho percebido isso em vários gamers que conheço ou que se manifestam em fóruns. E tenho percebido dois principais fatos que os geram a famosa &#8220;decepção&#8221; com o Wii:</p>
<p><strong>1. Os gamers esperam que o Wii <em>simule </em>movimentos</strong></p>
<p>Na verdade, a Nintendo nunca quis fazer um videogame que simulasse movimentos do jogador na tela. Nada de Nintendo ON, esqueçam aquele vídeo. A Revolução prometida não se trata de alta tecnologia, se trata principalmente de interface. A questão dos sensores de movimento do Wiimote são pra deixar os comandos mais intuitivos. Ao invés de apertar um botão, você faz um movimento. Aí você me pergunta: &#8220;Que idiota, pra que isso? Apertar botão é muito mais facil&#8221;. Fácil pra gente. A principal barreira entre os videogames e os casuais ou até mesmo aqueles que nunca jogaram, é o joystick. São os botões do joystick. Agora me digam: você está num jogo de tênis, o que acha mais intuitivo para fazer o comando de rebater a bola: apertar um botão ou fazer um movimento de rebatida? Pra um casual, o movimento é uma metáfora muito mais assimilável do que um botão. Um casual compreende e memoriza muito mais fácil um movimento do que apertar um botão. É questão de interface. A lixeira do seu Windows é representada por um desenho de uma lixeira do mundo real não é a toa. É uma metáfora, uma representação que deixa as interfaces mais &#8220;amigáveis&#8221; pro usuário. Imagina se ao invés do desenho de uma lixeira, fossem códigos hexadecimais mostrando o endereço de memória ou setor do disco rígido onde se encontram os arquivos excluidos? O mesmo vale pro joystick. Se você tem um comando de rebater uma bola num jogo, como você representaria isto para o usuário de forma que a interface entre o usuário e o jogo fique mais &#8220;amigável&#8221;? Ai eu pergunto: o que o movimento de &#8220;apertar de botão&#8221; tem a ver com o de &#8220;rebater de uma bola&#8221; de tênis? Essa é a idéia do Wiimote. Tornar a interface com o usuário mais intuitiva, &#8220;amigável&#8221;.</p>
<p><strong>2. Os gamers esperam que o Wii, por si só, o satisfaça por completo</strong></p>
<p>Como eu disse no início, o Wii, sozinho, dificilmente vai satisfazer um gamer hardcore. A Nintendo já dizia no início, ela queria que o Wii fosse o segundo videogames de todo gamer. A verdade é essa mesmo. Concordo os gamers reclamam que o Wii chega num ponto que acaba te deixando a ver navios. Sim, isso é fato, mas é fato para nós gamers. Por isso que, para nós, o Wii se encaixa melhor como um segundo videogame. Como primeiro videogame, deve-se escolher entre os tradicionais 360 ou PS3. São eles que vão nos satisfazer com seus FPS, corrida, RPGs e etc.</p>
<p>O que eu acho injusto na maioria dos discurssos que gamers andam fazendo por ai, é comparar o Wii com o 360 ou PS3. O conceito, o propósito, a identidade que o Wii carrega é muito diferente. É muito difícil fazer uma comparação dessas. Chega a ser injusto.</p>
<p>Até mesmo comparar Mario Tennis com WiiTennis, por exemplo, é dificil. Primeiro que o WiiSports tende a ser mais um aperitivo do que o novo console se propõe do que um jogo propriamente dito. WiiSports é superficial, ninguém nega. Mario Tennis é divertido e também é muito intuitivo e fácil de qualquer casual pegar o jeito. Mas, como eu disse, a proposta do Wiimote é sair do paradigma de apertar botões para praticamente toda ação num jogo. Como você rebate uma bola? Apertando um botão. Como você dá um tiro? Apertando um botão. Como você abre uma porta? Apertando um botão. Com o Wiimote isso muda. E, apesar do Mario Tennis ser um jogo bem simples em questão de interface, WiiTennis é ainda mais. Com certeza muito casual que não joga Virtua Tennis por medo, jogaria Mario Tennis. Mas, um número muito maior jogaria WiiSports. Casuais não tem medo apenas do número de botões que eles terão que apertar. Eles têm medo do joystick em si, de ver aquele monte de botão e alavanca os deixa receosos. Mesmo que você insista que ele só precisa apertar um botão no jogo.</p>
<p>A comparação injusta também ocorre quanto a estratégia online do Wii. Tudo depende do propósito. O Xbox 360 já nos supre excepcionalmente com suas funcionalidades online. O Wii supre muito bem, no que ele se propõe entregar, com suas funcionalidades online. O esquema de friend-codes, querendo ou não, é mais apropriado quando a empresa coloca a integridade do usuário (crianças jogando e se comunicando por exemplo) em questão. Sim, o 360 possui também um controle excelente em relação a isso. Mas é algo que, querendo ou não, não é muito intuitivo para casuais ou leigos. A diferença do esquema de friend codes é a simplicidade. Não é todo mundo que tem afinidade com telas de configução, opções, menus, etc. Isso é dificil de nós gamers enxergarmos pois é o tipo de coisa que está praticamente em nosso DNA. Pra gente isso tudo é muito simples. Mas pra MUITA gente, ou todo o oceano azul, não é. Portanto, o esquema de friend codes é um sistema que se encaixa pertfeitamente para o que o Wii (e o DS) se propoe. Ele entrega controle e segurança do mesmo jeito que o sistema do Xbox 360 entrega, porém, mais intuitivo. É dificil falar dessas coisas, pois envolve muito conceito e dá pra discutir por horas.</p>
<p>Vejo também que muita gente se frustra com o Wii, principalmente fãs da Nintendo, pois esperam que a Nintendo entregue um console que faça a mesma coisa que os concorrentes, porém, com as franquias e o nome da Nintendo. Infelizmente, isso não vai acontecer. O conselho que eu daria para estas pessoas seria: abra um pouco sua mente, considere comprar outros videogames, deixe dessa bobeira de só comprar videogame da Nintendo por questão de honra, princípios, herança, promessa, ou seja lá o que for. Esperar que o Wii se torne um &#8220;Xbox 360 made by Nintendo&#8221; é ilusão. O que um gamer precisa e espera de um videogame, ele encontra facilmente num Xbox 360 ou num Playstation 3. Ou seja, já existem estes produtos no mercado. A Nintendo, vendo isto, resolveu fazer algo que ainda não existia no mercado. Ela quer suprir o buraco que a indústria de videogames, como ela é hoje, não supre.</p>
<p>Só pra deixar claro, caso nao tenha ficado, eu não estou criticando Mario Tennis ou o Xbox 360, pelo contrário. Joguei muito Mario Tennis, me divertia bastante e acho o Xbox 360, particularmente, o videogame que oferece a melhor experiência gamística, de longe, no mercado. Só acho que o Wii e sua simplicidade não devem ser criticados tão duramente assim, e principalmente, não devem ser comparados aos videogames &#8220;tradicionais&#8221;. A Nintendo fez e está fazendo um excelente trabalho. Está arriscando num novo mercado e, até agora, está tendo êxito. A Nintendo se mostra cada vez mais uma empresa competente no que faz. Não é qualquer uma que consegue isso.</p>
<p>Não somos superiores por sabermos lidar com menus, botões ou zerar Gears of War no hardcore mode. Videogame é o entretenimento do futuro. Não é justo que tal arte fique apenas restrita a um nicho pequeno no mercado. Como diria Morpheus, em Matrix: Liberte sua mente. <!--IBF.ATTACHMENT_409541--></p>
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		<title>Mais vale um Wii na mão&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Dec 2006 00:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois que a poeira dos lançamentos abaixou um pouco, eu e uns amigos resolvemos ir a uma loja aqui na cidade para poder experimentar as duas novas máquinas da nova geração: o Playstation 3 e o Wii. Claro, um verdadeiro bravo gamer brasileiro sempre tem o primeiro contato com novos produtos na casa dos outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois que a poeira dos lançamentos abaixou um pouco, eu e uns amigos resolvemos ir a uma loja aqui na cidade para poder experimentar as duas novas máquinas da nova geração: o Playstation 3 e o Wii. Claro, um verdadeiro bravo gamer brasileiro sempre tem o primeiro contato com novos produtos na casa dos outros ou na loja dos outros&#8230; Esse negócio de ficar na fila da loja de madrugada pra comprar os lançamentos é coisa de primeiro mundo, não pra nós.</p>
<p>Bom, na verdade eu não me interessei muito em experimentar o Playstation 3. Calma, engole esse &#8220;nintendista&#8221; que você ia dizer e presta atenção: pra eu me deslocar até uma loja e experimentar algo durante 10, 15 minutos, tem que ser algo diferente. E, diferente, aqui, só o Wii. E não vou ficar aqui &#8220;bostejando&#8221; sobre o Playstation 3 porque acho que já fiz isso muito nos últimos 2 anos. Não é segredo que eu acho que o PS3 é o símbolo do fim da Era Sony nos videogames, o símbolo da sua arrogância, o símbolo da sua comodidade no mercado, bla bla bla.</p>
<p>Bom, então fomos eu e mais 4 amigos na numa <a href="http://www.brothergames.com.br">loja aqui no centro de Belo Horizonte</a> fazer o teste das máquinas. Joguei uns 15 a 20 minutos de Wii Sports, conversei um pouco com o pessoal e fui embora. Simples assim. Tanto qunto o Wii. É que era horário de almoço do trabalho e não podia demorar muito. Mas deu pra experimentar bem e formar algumas opiniões para gravação do próximo <a href="http://soundtest.ungbrasil.org">Sound Test</a>, o qual iríamos expor nossas impressões sobre os dois novos consoles.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc00848-793658.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-346" title="dsc00848-793658" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc00848-793658.jpg" alt="" width="440" /></a></p>
<p>Desculpem, mas não posso dar nenhuma declaração sobre o que achei do todo-diferente Wii. Desde que cheguei na loja para testar até hoje não fiz um comentário sequer. Pois, assim que comecei a observar e expor publicamente alguns pontos positivos sorbe essa mudança de foco da Nintendo, estou sendo ameaçado de fatality por todos os lados. E dos brabos&#8230;</p>
<p>Mas a questão é a seguinte: tente experimentar também. Só assim para você ter realmente uma idéia do que se trata. Sério, por mais que eu explicasse, não seria a experiência real.</p>
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		<title>E então, eu (não) fui à conferência da Microsoft</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Nov 2006 21:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É&#8230; gamer brasileiro é assim. Quando tudo da certo, algo ainda dá errado&#8230;
Ontem foi a conferência da Microsoft aqui no Brasil. Mas não foi qualquer uma. Foi a conferência do lançamento oficial do Xbox 360 no Brasil. E, olha, quando é algo vindo da Microsoft, não esperere qualquer coisa. Espere algo grande, que valha a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É&#8230; gamer brasileiro é assim. Quando tudo da certo, algo ainda dá errado&#8230;</p>
<p>Ontem foi a conferência da Microsoft aqui no Brasil. Mas não foi qualquer uma. Foi a conferência do lançamento oficial do Xbox 360 no Brasil. E, olha, quando é algo vindo da Microsoft, não esperere qualquer coisa. Espere algo grande, que valha a pena. E realmente foi assim.</p>
<p>O evento era digno de primeiro mundo. Uma apresentação para a imprensa, um coquetel e muitas máquinas rodando jogos para testes à vontade. Claro, comida, bebida&#8230; tudo que temos direito. Sério, quem visse fotos ou vídeos, dificilmente acharia que aquilo se passou no Brasil, o país do mercado de videogames decadente. Mas sim, foi aqui, em solo nacional.</p>
<p>Parecia um sonho. Mesmo. É até mesmo díficil de falar ou descrever o que isso poderia significar. Era difícil mesmo de pensar nisso. Veja só, perdi a conta do tempo em que espero e sonho com uma industria de videogames no Brasil comparável às do EUA, Europa&#8230; Não é sonhar alto, pois o potencial nós temos, eu garanto. E veja só, esta conferência mostra mesmo que tudo é possível. Imaginaria eu, a um ano atrás que eu presenciaria este momento? Nunca.</p>
<p>Mas bem, terminando com os devaneios, gostei muito do anúncio. Data de lançamento: 1º de Dezembro (ótimo). Preço do console: R$2999 (bem, previsível&#8230;). Preço dos jogos: $99 a R$159 (alcançou minhas expectativas). Títulos lançados: alguns, dentre eles Gears of War e Dead or Alive Extreme Beach Volleyball 2 (muito bom).</p>
<p>Vamo lá: O preço do console não é o sonho de todo mundo. E tá longe disso, uma vez que nem é difícil achar importados legalmente (Submarino, Americanas) por menos de 2 mil reais. Mas a Microsoft tá fazendo o dever de casa. Fez um ótimo trabalho incluindo uns extras no pacote (3 jogos, faceplate) para tentar melhorar o custo-benefício. Excelente estratégia. Gostei bastante, mostra que ela está mesmo empenhada a levar a sério o nosso patético mercado.</p>
<p>O preço dos jogos então está muito bom. Compete de igual pra igual com os importados, e em alguns casos, tem valor menor do que os importados (assim como acontece com jogos de PC). Faça os cálculos e veja se é fácil comprar um gears of War importado por menos de R$159. A propósito, o lineup muito bom, trazendo inclusive jogos recém lançados no exterior, como o próprio Gears of War e Dead or Alive Extreme Beach Volleyball 2.</p>
<p>No mais, isso tudo acabou de encher minha barrinha de esperança novamente. è nessas horas que o bravo gamer brasileiro chega a fazer combos de sonhos na cabeça&#8230; e assim caminha a humanidade gamer.</p>
<div style="text-align:center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/xbra-733768.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-343" title="xbra-733768" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/xbra-733768.jpg" alt="" /></a><br />
<span style="font-size:78%;"><span style="font-style:italic;">Sempre sonhei em ver nosso país oficialmente numa lista dessas</span></span></div>
<p>Ah, mas como diz o título, eu NÃO fui a conferência. Claro, sou bravo gamer brasileiro, tenho que sofrer. Um amigo me ligou de São Paulo dizendo que tinha convite pra mim&#8230; Mas não tinha como eu ir. Tinha que cuidar da minha outra vida, aquela, vida normal.</p>
<p>Não tem problema. Semana que vem tem Videogames Live!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>28 dias</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Oct 2006 02:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vamos lá, mais um texto sobre o sofrimento de ser um gamer brasileiro, mais um texto de protesto. Desculpem, queria mesmo falar de videogames, mas é muito difícil. Ser gamer brasileiro é difícil e sempre temos um problema a compartilhar.
Como você compra seus jogos? E seus consoles? Eu sei, é difícil. Às vezes nem temos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos lá, mais um texto sobre o sofrimento de ser um gamer brasileiro, mais um texto de protesto. Desculpem, queria mesmo falar de videogames, mas é muito difícil. Ser gamer brasileiro é difícil e sempre temos um problema a compartilhar.</p>
<p>Como você compra seus jogos? E seus consoles? Eu sei, é difícil. Às vezes nem temos a opção de comprar algo original, bonitinho, na caixa. Isso é um luxo do qual não podemos usufruir. Culpa de quem? &#8230;</p>
<p>Há 28 dias comprei um Nintendo DS Lite no exterior. É, entrei numa loja online, selecionei o produto, escolhi a forma de envio, digitei meu endereço e meu cartão de crédito e pronto. Estou aguardando. Não, nada ilegal. Não é contrabando, não é pirataria, não é roubo. Fiz uma compra simples e correta. Mas, como sou um gamer brasileiro, tenho que ficar nessa angústia. Culpa de quem? &#8230;</p>
<p>Não sei, às vezes eu fico pensando &#8220;Puxa, pra quê eu fico batendo cabeça por causa de videogame? Isso é tão importante assim? Esse papo de que videogame é cultura, nova arte, forma de expressão, faz mesmo sentido?&#8221; Isso é meu pensamento em desepero e depressão. Mas quando as coisas voltam aos seus lugares, fica tudo mais claro. Eu não estou roubando, corrompendo, sequestrando, destruindo, enganando, ofendendo, ignorando, sujando, depredando nada nem ninguém. Estou querendo me entreter, um direito que todo ser humano tem. Aliás, todo ser humano tem mas que, inflezimente, nem todos o garantem. Culpa de quem? &#8230;</p>
<p>Como será que foi quando o cinema surgiu? Era difícil assitir a um filme? Os entusiastas de cinema sofriam como a gente sofre? Existia preconceito? É, comparar videogame com cinema já cansou né? É o que dizem. Mas é a melhor analogia que podemos fazer no momento pra tentar passar aos, digamos, leigos, o que o videogame tem se transformado. Não, não é mais um monte de quadradinho pulando na tela fazendo plic plom tuc.</p>
<p>Não sei se é só aqui, já não faço questão de saber. Mas é mesmo muito difícil ser gamer brasileiro. Principalmente quando se tenta ser ético. Veja só, <em>tenta</em>. Num país onde a corrupção está lá em cima e lá embaixo, você tem que rebolar pra ser ético. É, esperar 28 dias por uma compra legal, sendo que o contrabandeado tá ali, no centro da cidade, a menos de 10km da minha casa, onde eu posso comprar e voltar feliz pra casa.</p>
<p>Nessa horas a culpa é nossa, que incentiva o contrabando, o mercado cinza e o mercado negro. Mas e quando se tem impostos exorbitantes, os quais boa parte vão para cuecas? E quando se tem um serviço aduaneiro e postal de honestidade duvidosa o qual o bem que você adquiriu, legalmente, fica a mercê de boa vontade pra ser liberado? E se for liberado. Pois há casos que um videogame virou dois frascos de perfume vagabundo. E aí, a culpa é de quem?</p>
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		<title>Dual Shock: Perfeito!</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Aug 2006 19:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Responda rápido: qual o erro da frase título deste texto?
Falar mal do Dual Shock é comigo. Inclusive, já falei sobre isso aqui, mas talvez não tenha sido o suficiente&#8230;
Né por nada não, mas um controle de mais de 10 anos de idade já não presta. Só o acha bom o pessoal da Geração Playstation, que, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Responda rápido: qual o erro da frase título deste texto?</p>
<p>Falar mal do Dual Shock é comigo. Inclusive, já falei sobre isso aqui, mas talvez não tenha sido o suficiente&#8230;</p>
<p>Né por nada não, mas um controle de mais de 10 anos de idade já não presta. Só o acha bom o pessoal da Geração Playstation, que, desde que comprou um Playstation com Winning Eleven, é só isso que sabem fazer. Mal mal experimentaram outros joysticks, e sempre voltavam para o bom e velho Playstaton.</p>
<p>O Dual Shock podia ser bom lá nos idos de 1995, quando era uma evolução do joystick do Super Nintendo. Mas a partir do Playstation 2, já ficou ultrapassado.</p>
<p>A partir do momento que os jogos 3D viraram padrão (depois do Saturn e Playstation), o joystick analógico ganhou vida, primeiro no Nintendo 64. Logo depois a Sony lançou o joystick analógico pro Playstation, incluindo ai as duas alavancas analógicas. Ela tava certa, tinha que seguir a evolução da indústria. Tanto que até o Saturn teve seu joystick analógico, que saiu junto com NiGHTS.</p>
<p>Porém, aquela época ainda era tempo de transição. Por isso os joysticks, apesar de já possuírem suas alavancas analógicas, davam ênfase aos direcionais digitais, legado vindo da era dos jogos 2D. Percebam que tanto no joystick do Saturn, quanto no do Playstation e do Nintendo 64, o direcional digital ficava na posição de destaque. O analógico era um comando secundário.</p>
<p>Quando o Dreamcast foi lançado, ele já veio com o direcional analógico na posição de destaque, seguindo a evolução. O direcional digital desceu, pra uma posição secundária. Além disso, ele trouxe os gatilhos também analógicos, imprescindíveis hoje para jogos de corrida principalmente.</p>
<p>A Sony, por qualquer motivo que seja, ao lançar o Playstation 2 manteve o mesmo layout do Playstation. A Microsoft e a Nintendo, nos seus novos consoles, seguiram a evolução, levando o direcional analógico pra posição de destauqe e fazendo do digital um controle secundário, uma vez que jogos 3D já eram padrão na indústria. Elas, também, incluíram gatilhos analógicos. Coisa que o Dual Shock 2 ainda não tinha. Ele tava parado no tempo.</p>
<p>Na E3 deste ano foi clara a reação da platéia quando Ken Kutaragi mostrou no &#8220;novo&#8221; Dual &#8220;Shock&#8221; 3. Por alguns segundos a platéia pensou se tratar de uma brincadeira. Chegou a se ouvir umas risadinhas, inclusive. &#8220;Não, o mesmo joystick de novo não&#8221;, devem ter pensado. O fato é esse: o Playstation possui um joystick defasado, de mais de 10 anos, que não possui sequer botões ou gatilhos analógicos e onde o direcional digital ainda é destaque.</p>
<p>Porém, com o Dual &#8220;Shock&#8221; 3 a Sony resolveu algumas coisas. Os gatilhos entraram (parecem que meio de última hora, mas estão presentes). O direcional digital, porém, continua lá em cima, em destaque, como se fosse um joystick de Mega Drive.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dualshock3_i_11-759821.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-341" title="ds3" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dualshock3_i_11-759821.jpg" alt="" width="440" /></a></p>
<p>Além disso, os joysticks têm botões demais. As fabricantes deviam fazer uma revisão de design. Mas, como só a Nintendo tem cacife pra arriscar, Microsoft e Sony preferem não mexer muito nesse quesito. Quem sabe, na próxima geração.</p>
<p>E não me venham dizer que os botões de ação (triangulo, quadrado, circulo e cruz) do Dual Shock 2 são analógicos. Eles são, mas são tão inúteis quanto os analógicos do Xbox (A, B, X, Y, Branco e Preto). Do jeito que estão mapeados, é quase impossível pra fisionomia humana ter sensibilidade ao pressionar estes botões.</p>
<p>Ah, quanto a resposta da pergunta que fiz no início do texto, simples: nada é perfeito.</p>
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		<title>Ano 2000: o nosso Bug do Milênio</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Aug 2006 20:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ano 2000. A mundo inteiro já estava de ressaca do bug do milênio que nunca ocorreu. Nada catastrófico tinha acontecido na virada da data em nenhum sistema computacional. talvez um aqui outro ali, mas nada que pudesse ser manchete de primeira página. O mundo estava aliviado. Menos nós, gamers brasileiros. Nosso bug do milênio era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ano 2000. A mundo inteiro já estava de ressaca do bug do milênio que nunca ocorreu. Nada catastrófico tinha acontecido na virada da data em nenhum sistema computacional. talvez um aqui outro ali, mas nada que pudesse ser manchete de primeira página. O mundo estava aliviado. Menos nós, gamers brasileiros. Nosso bug do milênio era outro&#8230;</p>
<p>Aquele ano, talvez, tenha sido o nível mais fundo do poço que o nosso mercado de videogames chegou. Depois de uma era áurea dos 16bit, a decadência tinha tomado conta do nosso mercado. Tudo havia começado com a febre Atari e, desde então, os videogames cada vez mais faziam parte do cotidiano do brasileiro. A clássica batalha Sega x Nintendo da primeira metade dos anos 90 também fora travada aqui, em nossas terras. Com direito a revistas exclusivas para cada marca, lançamentos mundiais simultâneos, lojas com grandes estoques de consoles, jogos e acessórios, tudo fabricado ou montado aqui mesmo, no nosso quintal<span style="color: #ff0000;">*</span>, na Zona Franca de Manaus. Resumindo, todo aquele cenário que nós, gamers que o vivenciamos, sempre sonhamos em ter de volta.</p>
<p>Com o fim da Geração Nintendo, veio a do Playstation. E, junto, a decadência do nosso mercado. Esqueçamos os motivos, pois este texto não se trata disso. O fato é que em 2000, tudo aquilo que tínhamos na primeira metade da década, tinha desaparecido por completo.</p>
<p>Jogos em lojas? Revistas? Propagandas? Cultura gamer? Suporte de empresas? Nada disso mais existia. Só existia um mundo paralelo, cinza, <em>underground</em>, onde os gamers agora viviam exilados. Tudo relacionado a videogame se tornou ilegal. As empresas que existiam aqui, ou saíram, ou estavam falindo, como a nossa saudosa Tec Toy. As revistas decaíram consideravelmente de qualidade, conteúdo pífio e perda total do foco. Nossas lojas eram os camelôs e lojinhas clandestinas. Nossa propaganda era o boca a boca. Pra importar legalmente, temos que pagar o pecado de 60%. Isso se não implicassem com nossa mercadoria&#8230;</p>
<p>Era como ver aquela imagem do mundo real, no filme <em>Matrix</em>, com tudo em destroços, escuro, deserto. Aquele era o mundo em que vivíamos em 2000.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/realworld-757583.jpg"><img class="size-full wp-image-339 aligncenter" title="Matrix" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/realworld-757583.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a></p>
<p>As coisas hoje estão bem melhores que aquele fatídico ano. Ainda não é o ideal, talvez nem perto disso. Mas tudo caminha para uma nova era. Tudo isso, toda essa recuperação é fruto de esforços de gente que de um modo ou de outro, se importa com isso. Seja por paixão, seja por motivos profissionais, seja por motivos de realização pessoal. Mas tudo isso, unido, gerou uma força que criou essa realidade um tanto quanto próspera em que vivemos hoje. Pare pra pensar: hoje há várias entidades e empresas esforçadas por um mercado melhor, eventos nacionais de incentivo pipocam a cada dia, cursos técnicos e superiores surgem em todas as regiões do Brasil, revistas e sites se aperfeiçoam cada vez mais&#8230; O contraste com aqueles anos de decadência é grande demais.</p>
<p>Quando lembro do mercado brasileiro de videogames em 2000, vejo que, mesmo quando não parece, tudo tem uma saída. Às vezes parece que o brasileiro, por algum motivo, se torna apático com situações explicitamente decepcionantes com relação ao país com o um todo. Por isso acredite: por piores que estejam, as coisas melhoram. Basta querer e se esforçar para isso. Só não vale usar GameShark.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">*</span> <em>Gamers de Manaus, o &#8220;quintal&#8221; foi apenas uma metáfora com a Amazônia, sem nenhum sentido pejorativo. Muito pelo contrário, sempre quis conhecer Manaus, pois me parece ser uma bela cidade com um belo povo.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Streets of &#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jul 2006 14:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[desenvolvimento de jogos]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Esta cidade era um feliz, pacífico lugar&#8230; até um dia. Uma poderosa organização criminosa secreta a dominou. Este sindicato vicioso rapidamente obteve controle do governo e até mesmo da polícia. A cidade se transformou um centro de violência e crime onde ninguém está a salvo.&#8221;
De que cidade estou falando? São Paulo? errou. Rio de Janeiro? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Esta cidade era um feliz, pacífico lugar&#8230; até um dia. Uma poderosa organização criminosa secreta a dominou. Este sindicato vicioso rapidamente obteve controle do governo e até mesmo da polícia. A cidade se transformou um centro de violência e crime onde ninguém está a salvo.&#8221;</em></p>
<p>De que cidade estou falando? São Paulo? errou. Rio de Janeiro? Passou longe. Belo Horizonte? Muito menos. Na verdade, este é um trecho do prólogo de Streets of Rage, um aclamado jogo de ação da Sega, com uma excelente trilha sonora de Yuzo Koshiro (talvez sua maior obra). Mas poderia muito bem ser o prólogo de um livro de história, daqui a uns 100 anos, falando de qualquer uma das grandes cidades brasileiras. Streets of Rage, agora, parece uma profecia do nosso futuro.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/streets-of-rage_01-765559.png"><img class="size-full wp-image-334 aligncenter" title="SOR" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/streets-of-rage_01-765559.png" alt="" width="320" height="224" /></a></p>
<p>Quando era menor, eu tinha uma ideia de um jogo que se passaria nas ruas de uma grande cidade brasileira. O personagem principal deveria, portanto, evitar e fugir de assaltantes de todos os tipos. Isso porque eu, por experiência prórpria, achava que andar nas ruas de uma grande cidade era praticamente um jogo de videogame. Você precisava de estratégias, cuidados e evitar perder vidas (no nosso caso, nossa única vida).</p>
<p>Hoje vejo que naquela época já existia pelo menos um jogo baseado nessa história. Streets of Rage por exemplo. Você anda pelas ruas enfrentando marginais até chegar ao cabeça da gangue.</p>
<p>Coincidência ou não, ontem joguei Streets of Rage. Inclusive li o prólogo do jogo, o qual achava nunca tinha lido em todos esses anos. O prólogo, como descrito acima, diz que uma grande cidade fora dominada por uma organização criminosa e até mesmo os policiais haviam sido corrompidos. E que, percebendo isso, 3 ex-policiais resolvem enfrentar o crime e a violência pela cidade e derrotar o grande cabeça da organização, o Mr. X.</p>
<p>OK, agora me diga, o que essa historinha aí tem de diferente do que ouvi no Jornal Nacional ontem mesmo? Nossas grandes cidades são dominadas por organizações criminosas. As ruas estão tomadas pela violência. Nossos policiais ou são curruptos ou não possuem condições de combater o cada vez mais organizado e armado crime. Até eles têm medo.</p>
<p>Se a muito tempo atrás eu achava o jogo difícil, hoje acho uma baba. No jogo os inimigos não possuem armas de fogo! Ora, fácil demais, já que na realidade as coisas são bem diferentes. Ah, fora que no jogo, quando você chama a polícia, ela realmente vem, instantaneamente. Além disso, no jogo, você está sempre ouvindo uma excelente música de Yuzo Koshiro. Já na realidade, se você tiver ouvindo alguma música na rua, é provável que fique sem o seu radinho&#8230;</p>
<p>É uma pena. Naquela época o jogo que eu tinha bolado era realmente empolgante, algo que nunca ninguém tinha pensado antes. Mas hoje não tem mais graça. Mesmo sem ter visto minha idéia se tornar um jogo, já enjoei dele. Todo dia, quando saio às ruas eu o jogo. E parece não ter fim. Todo dia é uma fase nova, e a cada novo dia o jogo fica mais difícil. Em Streets of Rage, 3 pessoas, depois de muita luta, conseguiram salvar a cidade no final. Será que no nosso jogo 180 milhões conseguirão salvar o país?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/streets-of-rage_00-730352.png"><img class="size-full wp-image-335 aligncenter" title="SOR" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/streets-of-rage_00-730352.png" alt="" width="320" height="224" /></a></p>
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		<title>FedexFedexFede</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jun 2006 17:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ufa. Se no quesito videogame nosso país está na lama, no quesito comunicações e logística pública, nem tanto.
Eu, particularmente, sempre gostei do serviço dos Correios no Brasil. Exceto quando eles estão de greve (direito deles, claro) e em época de Natal. Aliás, até em época de Natal eles funcionam melhor que o esperado. Agradeçam sempre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ufa. Se no quesito videogame nosso país está na lama, no quesito comunicações e logística pública, nem tanto.</p>
<p>Eu, particularmente, sempre gostei do serviço dos Correios no Brasil. Exceto quando eles estão de greve (direito deles, claro) e em época de Natal. Aliás, até em época de Natal eles funcionam melhor que o esperado. Agradeçam sempre que o carteiro chegar em suas casas entregando encomendas e correspondências. Tem lugar que nem sempre isso acontece&#8230;</p>
<p>&#8230;lugares tipo, Estados Unidos da América. O Fedex é um serviço conhecido mundialmente pela sua rapidez e eficiência. Mas será mesmo? Rápido ele é. Se eu comprar um jogo lá hoje, daqui a dois dias chega na porta da minha casa. Claro, se ele não ficar perdido em um de seus depósitos, ou numa ilha, com Tom Hanks&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/fedex-719120.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-337" title="Fedex" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/fedex-719120.jpg" alt="" width="440" /></a></p>
<p>Nós, gamers brasileiros, lidamos muito com os correios. Seja vendendo um jogo ou comprando um acessório de pessoas em fóruns ou sites de leilão, uma vez que as lojas convencionais cobram preços absurdos por nosso sonhos de consumo. Eu mesmo já vendi muita coisa em sites de leilão e em fóruns de videogame. Já vendi, e já comprei também. E tudo sempre chegou no tempo certo, em perfeitas condições. E, sempre, tudo rastreado via Internet. Acho este serviço excepcional. É muito bom poder acompanhar seu precioso produto até a chegada em suas mãos.</p>
<p>Indo além dos limites nacionais, há aqueles que ainda arriscam compras diretamente no exterior. Sim, é bem mais vantajoso pois nem sempre você é taxado com nossos Ulta Mega Super Exorbitantes Impostos &#8211; Champion Edition. E, caso isso realmente não aconteça, você pagará um preço muito bom pelo seu desejo. Isso possiblita, principalmente, a compra de jogos abaixo dos R$100. E nada fora da lei, pois você está comprando, com nota fiscal, um produto original e trazendo, por meios legais, até a sua casa. Tudo dentro da lei. Você sai feliz por ter pago um preço justo e tudo dentro da lei. Só não ficam felizes os políticos, que terão menos impostos para investirem em maletas particulares&#8230;</p>
<p>Porém, nem tudo sempre da certo. Já não chega o &#8220;perigo&#8221; de seu produto ser taxado pela Receita Federal, agora temos um novo terror pra nossa coleção particular de terrores do Gamer Brasileiro: o Fedex tem o costume de perder o número de registro de seus produtos. Não me pergunte como. Os Correios no Brasil, que eu saiba, possuem um codigo de barras em cada encomenda e, assim que ela chega a um destino, o funcionario faz a leitura do código de barras com uma maquina e, automaticamente, é registrada a sua passagem por aquele destino e esta informação é disponibilizada online.</p>
<p>Acontece que, um chapa gamer brasileiro meu, o RodrigoSalsa, que grava o Sound Test comigo, não aguentou a ansiedade e comprou um Nintendo DS Lite nos EUA recentemente. Pediu para que o produto fosse enviado via Fedex, pois chegaria bem rápido (geralmetne, 2 a 3 dias) e teria a opção de rastreamento via Internet.</p>
<p>Passou-se uma semana e nada do produto chegar. No site de rastreamento, constava que o produto ainda estava nos EUA. Porém, este último registro do rastreamento já era de 5 dias atrás. Ou seja, já fazia 5 dias que o produto não recebia registro de rastreamento.</p>
<p>Depois de ligar para todos os lugares possíveis, ele descobre que o Fedex havia perdido o registro do produto e, por isso, ele deveria estar arquivado em algum dos depósitos da empresa. Mais surpreso ainda foi quando soube que, não só o dele, mas outros 5 Nintendo DS Lite estavam num depósito, nos confins dos EUA. Isso já são 2 semanas desde que foi enviado&#8230;</p>
<p>Eu nunca vi algo parecido acontecer aqui no Brasil. Nem comigo nem com nenhuma pessoa que conheço. Tudo bem, de vez em quando ouço histórias sobre extravio de ecomendas no Brasil, mas nada muito concreto.</p>
<p>A verdade é que parece não ter salvação. Nós, gamers brasileiros, parecemos que temos uma sina, um pecado a pagar, dívidas com o destino. Muitos de nós estamos amaldiçoados desde o nascimento a enfiar o mercado cada vez mais na lama e, os outros poucos que têm a mínima consciência ética e de que nossa barra de energia está por um triz, tem que sofrer com percalços e trapalhadas alheias, de todos os lados. Até mesmo do lado do tão sonhado &#8220;mercado perfeito de videogames americano&#8221;.</p>
<p>Eu ainda acho que Tom Hanks caiu numa ilha com este Nintendo DS Lite e está se deliciando com Brain Age. E jogando multiplayer com o Wilson.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um beijo do gordo!</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jun 2006 15:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[gamer brasileiro]]></category>
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		<description><![CDATA[Gosto muito do Jô Soares, acho ele muito comédia. Sempre que posso assisto o programa dele e acordo metade do prédio com minhas gargalhadas. Esses dias, inclusive, estava assistindo ao programa. Era uma entrevista com a atual namorada do Ronaldo, O Fenômeno. Acho que ela se chama Raica, Raika ou algo assim, parecido com nome [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto muito do Jô Soares, acho ele muito comédia. Sempre que posso assisto o programa dele e acordo metade do prédio com minhas gargalhadas. Esses dias, inclusive, estava assistindo ao programa. Era uma entrevista com a atual namorada do Ronaldo, O Fenômeno. Acho que ela se chama Raica, Raika ou algo assim, parecido com nome de personagem de Final Fantasy.</p>
<p>Num certo ponto da entrevista, o Jô pergunta à moça se ela gosta de jogar videogames. Ela diz que sim. Aí veio o que me deixou um pouco assustado: Jô Soares afirma que nunca, sim, ele disse NUNCA, jogou videogame, e pediu pra que ela o explicasse como era isso. Ele não sabia como jogava, com o quê se jogava e o que acontecia depois que o jogo acabava&#8230; A moça até tentou explicar&#8230; Disse que tinha várias &#8220;fitas&#8221; (gíria que eu usava na época do Atari) e que jogava com o &#8220;controle&#8221; (achei que ela falaria &#8220;manete&#8221;, que é o que geralmente muitos casual gamers falam).</p>
<p>Agora tudo que o Jô sabe sobre videogames saiu da boca de um casual gamer. Qual o problema disso? Bem, pelo que percebi, o Jô tem o (pre)conceito de que videogame é algo que se joga sozinho. E a moça acabou por confirmar. Quando ele perguntou se ela jogava sozinha, ela respondeu que sim. Seria normal se a pergunta não tivesse sido feita no sentido de &#8220;videogame se joga sozinho?&#8221; como o Jô fez. Outra coisa, ele perguntou o que ela fazia depois que jogava um jogo. Ele queria saber o que ela fazia quando o jogo terminava. Bem, ela disse que existem várias &#8220;fitas&#8221; pra se jogar, que quando terminava uma, ela jogava outra. Que existem &#8220;fitas&#8221; de corrida, aventura&#8230; E que ela gostava de Mario Kart (pelo menos, aqui, o Jô disse que conhecia o &#8220;Mario Bros&#8221;). Espero que ele não tenha achado que é um círculo vicioso, em que, quando se termina um jogo, quer jogar mais e mais e mais&#8230;</p>
<p>Deu vontade de ligar pra lá e dar uma breve palestra sobre &#8220;o que é o videogame&#8221;. Na verdade, senti foi angústia de ver que, uma pessoa como o Jô Soares, dita muito culta e inteligente, ser ignorante no que se refere a videogames que é o entretenimento que está mais em evidência no mundo atualmente. Talvez mais que a música ou o cinema. Na verdade, é a arte do século 21. A ignorância do Jô mostra, não somente a ignorância de toda a indústria brasileira mas, também, como ainda é forte o preconceito e a própria ignorância no Brasil quando se fala em videogames. É por isso que nós gamers ainda somos os &#8220;anti-sociais&#8221; e &#8220;assassinos em potencial&#8221; da história e vivemos num mundo de fantasia, sozinhos e cheios de problemas psicológicos.</p>
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		<title>Now Loading&#8230; Done.</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jun 2006 19:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recapitulando os acontecimentos enquanto o site esteve em Loading (tão demorado quanto os de Sonic Shuffle):
Sim, consegui adquirir meu 3º Xbox. Junto com OutRun2 (o qual tenho dependência química) e Dead or Alive Ultimate, fora Shenmue II que eu já tinha.
Em OutRun2 joguei muito, muito mesmo. Inclusive online. Fiz vários amigos nacionais e estrageiros. Cheguei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recapitulando os acontecimentos enquanto o site esteve em Loading (tão demorado quanto os de Sonic Shuffle):</p>
<p>Sim, <strong>consegui adquirir meu 3º Xbox</strong>. Junto com OutRun2 (o qual tenho dependência química) e Dead or Alive Ultimate, fora Shenmue II que eu já tinha.</p>
<p>Em OutRun2 joguei muito, muito mesmo. Inclusive online. Fiz vários amigos nacionais e estrageiros. Cheguei a jogar com brasileiros, mexicanos, americanos, britânicos, holandeses e, sim, japoneses.</p>
<p>Dead or Alive Ultimate ralei pra destravar todas os itens, roupas, extras&#8230; E joguei bastante online também, porém, mais com brasileiros. Com grigos o lag era impraticável. Com méritos para o Voice Mask, renderam muitas, mas muitas gargalhadas mesmo.</p>
<p>Shenmue II está fora do contexo. Aliás, está acima do contexto. Impecável, perfeito. Tudo que eu esperava. Yu Suzuki é mesmo um mestre. Pena estar sumido.</p>
<p>Pouco tempo depois <strong>adquiri um Nintendo DS</strong>. Aliás, eu e metade da torcida do Flamengo. Foram vários encontros para jogatinas multiplayer sem-fio. Conquistou vários que não davam muita bola pro console ou que nem gostavam de videogame como minha namorada, minha cunhada, uns colegas de faculdade, e alguns amigos. Ainda hoje é o console que mais me diverte.</p>
<p><strong>Vendi meu Xbox</strong>. Sim, não via mais futuro para ele. E ele já tava cansado de rodar OutRun2. Vendi, e comprei um PSP. Claro, principalmente pelo fato de ele também possuir OutRun na biblioteca. Imagina, eu, podendo jogar Outrun em qualquer lugar&#8230; Preciso de tratamento.</p>
<p><strong>Minha namorada gostou mesmo do DS</strong>. Até comprou um pra ela, depois de ficar semanas sem me deixar jogar no meu. Agora, experimentou Lumines no PSP que também tá começando a ficar mais na mão dela do que na minha. Sim, nosso relacionamento vai bem, obrigado.</p>
<p><strong>Acompanhei com ansiedade a E3 2006</strong>. Pela primeira vez, assiti a uma conferência ao vivo, via streaming. Resumo da E3: Enfim, videogame (Xbox 360) no Brasil, oficialmente.</p>
<p>Bom, resumi bastante. Concluindo: hoje sou praticamente um gamer portátil, uma vez que estou feliz com um Nintendo DS e um PSP e com idade mental de 27 anos. Continuo com as mesmas esperanças de um gamer brasileiro. Já falei que pronuncio perfeitamente a palavra &#8220;blue&#8221;?</p>
<p>PS: Nos próximos dias, atualizarei o site também com alguns posts antigos, inclusive, com a saga completa da EGS 2005.</p>
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		<title>Electronic Games Show 2005, Capítulo 6: The Last Revelation</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2005 01:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Leandro chegou e entramos no carro. Começou então, a partida em tempo real de Need for Speed Underground. Leandro dirigia insanamente no transito já insano de São Paulo. Acho que, no jogo, eu sou mais cauteloso que ele na vida real. Pra distrair, eu ainda soltava uns &#8220;Drift More!&#8221; e &#8220;Keep Passing Cars!&#8221;, fazendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Leandro chegou e entramos no carro. Começou então, a partida em tempo real de Need for Speed Underground. Leandro dirigia insanamente no transito já insano de São Paulo. Acho que, no jogo, eu sou mais cauteloso que ele na vida real. Pra distrair, eu ainda soltava uns &#8220;Drift More!&#8221; e &#8220;Keep Passing Cars!&#8221;, fazendo referência a OutRun2. Mas não ajudava tanto. Com a pista molhada, tinha horas que eu jurava que o carro não ia parar no sinal, ia sair deslizando cruzamento afora. E não tinha mais nenhum &#8220;Continue&#8221; pra usar&#8230;</p>
<p>Mas por ajuda de um Game Shark, chegamos ilesos. Provavelmente, usaram o truque de invencibilidade e o de pista super aderente.</p>
<p>Ao chegarmos no hotel, após abrir a porta, percebemos que a arrumadeira tinha nos deixado um Rare Item! Um cartão em branco, que provavelmente, abriria todas as portas do hotel! Mais um Achievement completado.</p>
<p>No domingo não fomos à EGS. Era dia de preparar para voltar para casa. Decidimos dar um passeio pela Liberdade, almoçar por lá, dar uma olhada nas lojas de comidas e badulaques orientais. E lá é sempre assim: sempre tem algo de novo e interessante pra ver, mesmo que não seja novo nem interessante. O importante é que é oriental!</p>
<p>Comi o melhor yakisoba da minha vida e passei a tarde inteira procurando água de côco, mas logo percebi que era mais um dos Rare Items. Visitamos lojas de CDs orientais, comida, roupa, action figures, brinquedos, enfeites, eletrônicos&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03726-763909.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-332" title="EGS" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03726-763909.jpg" alt="" width="440" /></a></p>
<p>Enquanto buscávamos um vestido oriental para a esposa do Salsa, rolou uma cutscene muito interessante. Um mágico nos parou no corredor querendo mostrar um de seus truques. E ele era muito bom. Ele vendia kits de mágica e, depois da pequena amostra, da vontade de comprar mesmo. Mas fazer um truque não precisa apenas de saber o truque. A pessoa tem que ter o dom de fazer. Senão não tem graça nenhuma.</p>
<p>Enquanto Salsa olhava os vestidos orientais nas lojas, lembrei da minha vontade de fazer um cosplay do Lan Di. O problema é que Lan Di usa um vestido oriental, deses femininos. Até aí tudo bem, não pe a roupa que vai provar minha masculinidade. O problema é que além de eu nunca ter achado um da cor exata do Lan Di, meu cabelo não dá nem 5% do cabelo do Lan Di.</p>
<p>Passar uma tarde no Liberdade é como passar uma tarde no Japão. Sério. É muito legal. É como estar inserido num cenário de RPG oriental, como Shenmue. Quando achávamos que já tinhamos visto de tudo, eis que nos deparamos, na entrada da estação do metrô, com um grupo de adolescentes em fase de auto-afirmação. Era um grupo que não sei definir de que tribo eram.. emos, clubbers, GLS&#8230; Algo assim. Ou tudo isso. Não importa. O impressionante era que tudo aquilo estava inserido no cenário de uma forma tão natural&#8230; Haviam homossexuais, idosos, mães, crianças brincando, casais de namorados heterossexuais, eu, Salsa&#8230; Todos ali, convivendo em paz, harmonia. Isso era muito legal.</p>
<p>Com destaque para um grupo que estava treinando uma coreografia de uma música a qual não consegui distinguir. Mas era legal demais. Eles se revezavam no treino, cada hora uma dupla dançava. E eram passos de dança que eu nunca tinha visto antes. Uns passos que eram feitos mais com as mãos, uns movimentos bem&#8230; orientais. Era um Dance Dance Revolution Live. Dava inclusive pra perceber uns hadoukens dentre os passos de dança. Mereceu inclusive a gravação de uma CG com esta dança.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="&quot;allowFullScreen&quot;:&quot;true&quot;,&quot;src&quot;:&quot;http://www.youtube.com/v/LFzAMgFZsos&amp;hl=en&amp;fs=1&quot;" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-includes/js/tinymce/plugins/media/img/trans.gif" alt="" width="425" height="344" /></p>
<p>Gravação essa que encheu a memória da câmera. OK, queríamos registrar mais daquele momento de harmonia da humanidade. Então, teríamos, mais uma vez que encontrar uma Lan House. Essa missão de novo não. Por que será que sempre as missões mais chatas são as que mais se repetem nos jogos?</p>
<p>Procuramos em todo o Liberdade e nenhum lugar pra descarregar o cartão de memória. Então, Salsa decidiu pegar o metrô e ir até uma lan house na rodoviária. Fiquei, portanto, sentado à escada do metrô esprando o Salsa retornar.</p>
<p>Esperi um bocado. Nessa versão do jogo, a ferramenta de avançar o tempo ocioso até o próximo evento não estava implementado. Só em Shenmue II mesmo. Então tive que esperar mesmo. Fiquei um tempo ali observando aquele mundo que, pra mim, só existia em RPGs japoneses. Garotos com cabelo multi-cor, ou com fisionomia ambígua (fato em vilõs de RPG japoneses)&#8230;</p>
<p>Resolvi comer um churro. Enquanto comia, sentado, percebi um casal de NPCs japoneses sentado ao meu lado, esperando alguém. Eis que chega uma família, com um idoso dentre eles. Observei e percebi que o idoso só falava em japonês com todos. E quando alguém ia cumprimentá-lo, era todo formal e tradicional. Acho legal isso, esse respeito e disciplina japonês.</p>
<p>Cansei de esperar, o dia já estava escurescendo e liguei pro Salsa. Claro, coitado, mais uma vez, ele deu azar com a lan-house. Então peguei o metrô e fui encontrá-lo na rodoviária. Lá, depois de tomar minha água de côco que finalmente encontrei, zeramos o jogo e assistimos a bela cutscene com nossa volta pra casa.</p>
<p>Foi excelente. Mais um ano se passou, mais uma EGS. Esperamos que isso se repita, todo ano. O mercado precisa disso, de eventos que una todos os nichos do mercado, os gamers, os jornalistas, os empresários. E é ótimo participar disso. O melhor de tudo é que, eventos como este, fazem nossa barra de esperança voltar ao 100%. Durante o ano nos decepcionamos com muitas coisas, muitos fatos que vão tirando energia da nossa barra de esperança. E, caso ela chegue a 0%, tendemos a nos acostumar e entrarmos na inércia da apatia. E a vida vai passando. E o país vai piorando. Prestigie eventos assim. O mercado precisa disso e você também. O que mais nos chama a atenção não é o Xbox 360 ou o Nintendo DS no ano passado. É a oportunidade de viver esta experiência a qual fomos privados durante muito tempo. O mercado não vai mudar de um dia pro outro. É preciso construir a mudança. E esse foi mais um tijolo.</p>
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		<title>Electronic Games Show 2005, Capítulo 5: Most Wanted</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2005 01:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chegamos à feira e ligamos para o Marcelo para que ele trouxesse a câmera com o microfone dessa vez. E que chegasse cedo!
Enquanto andávamos pela feira, Salsa conversou um pouco com o pessoal da EGM Brasil e, enquanto eu tirava umas screenshots do cenário, eis que surge, num dos corredores, o segundo personagem secreto.
Luciano, ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chegamos à feira e ligamos para o Marcelo para que ele trouxesse a câmera com o microfone dessa vez. E que chegasse cedo!</p>
<p>Enquanto andávamos pela feira, Salsa conversou um pouco com o pessoal da EGM Brasil e, enquanto eu tirava umas screenshots do cenário, eis que surge, num dos corredores, o segundo personagem secreto.</p>
<p>Luciano, ou Oblivion, é um amigo nosso que morou um tempo em Belo Horizonte, mas um tempo atrás, teve que se mudar para Porto Alegre, a trabalho. Quando morava em Belo Horizonte, saíamos muito pra tomar uma cerveja e jogar uma conversa fora. Alem disso, ele possui todos os consoles atuais, e sempre que chegava um jogo novo, ele nos chamava para uma visita em sua casa. Jogávamos um pouco, tomando uma long neck e batendo papo.</p>
<p>Maurício: &#8220;Fala Brazão! Como é que tá cara?&#8221;<br />
Luciano: &#8220;E ai meu! Putz, to morto de ressaca. To precisando dormir um pouco&#8221;<br />
Maurício: &#8220;É, tô vendo sua barra de energia quase acabando. Vai pra casa cara, dorme um pouco que mais tarde a gente vai fazer um happy hour com todo mundo&#8221;<br />
Luciano: &#8220;É, vou mesmo. Você tá sozinho aí?&#8221;<br />
Maurício: &#8220;Não, o Salsa tá ali. Vamos lá.&#8221;</p>
<p>Como era sábado, a feira estava bem mais cheia. Mas ainda não houve sinais de slowdown nem queda de framerate. Luciano, Salsa e eu então conversamos um pouco, tiramos algumas screenshots até que Luciano foi embora. Antes, ele nos deixou um item: um vale refrigerante. Acabou que nem usamos, pois na sala de imprensa tínhamos bastante água disponível para nos refrescar.</p>
<p>Tudo parecia tranquilo. Tudo rodando a 60fps constantes. Até que um dos momentos mais emocionantes teve início.</p>
<p>GameTV chegou, e, junto com eles, a Luiza. Ano passado, quando a Luiza estava gravando matéria para o G4 Brasil, as coisas eram tranqüilas. O assédio era mínimo. Ela chegou a lanchar, juntamente com Luciano Amaral, tranqüilamente no meio da praça de alimentação. Talvez porque no ano passado, o G4 Brasil era um programa novo e nem todo mundo conhecia.</p>
<p>Hoje é diferente. Não só existe o G4 Brasil a mais de um ano, mas agora temos o GameTV, e ambos possuem um considerável sucesso na comunidade gamer nacional. Quando a Luiza apareceu no saguão da feira, juntou-se uma multidão em volta dela e de sua equipe. Ela gravou alguns takes em alguns stands e, onde ela ia, uma multidão ia atrás.</p>
<p>Estávamos andando tranqüilamente pelos corredores até que sentimos aquela ligeira queda no framerate da feira.</p>
<p>Maurício: &#8220;Alá! Deve ser a Luiza que tá ali&#8221;<br />
Salsa: &#8220;Heheh vamos lá registrar a tietagem&#8221;</p>
<p>A Luiza estava num stand jogando Tekken usando sensores. Uma multidão estava em volta dela. Todos eufóricos querendo uma palavra ou tocar a moça. Salsa filmou algumas cenas e tirou algumas screenshots do cenário. Pouco depois, ela termina de filmar e sai do stand. A multidão a segue.</p>
<p>Salsa: &#8220;Vamos!&#8221;</p>
<p>Salsa com a câmera foi atrás da multidão. Eu até comecei a segui-lo, mas depois pensei: &#8220;Em algum momento, ela irá para a sala de imprensa. Vou ficar lá esperando por isso”. Então peguei outro caminho e cheguei na porta da sala de imprensa. Iria esperá-la ali até que ela entrasse, e depois, entraria junto. Talvez fazer uma entrevista com ela, bater um papo ou coisa assim. Mal cheguei e já avistei a multidão chegando. Sim, a Luiza estava vindo para a sala de imprensa! Seria a hora de poder fazer uma entrevista!</p>
<p>Ela chegou e já foi entrando, deixando a multidão pra fora. Pensei em entrar, mas&#8230; Cadê o Salsa? Ele que estava com a câmera, não teria como eu tirar fotos, filmar nem fazer nada sem ela! Tentei ligar pra ele, tentei procurá-lo, mas não encontrei. Fiquei um tempo esperando até que ele apareceu. Então a gente entrou na sala de imprensa.</p>
<p>Ver as coisas lá de dentro, é bem diferente. A multidão grudada no vidro da sala, mostrando cartazes e gritando pela Luiza. Ela, numa sala reservada ao GameTV, conversando com sua equipe e, de vez em quando, acenando para as pessoas lá fora. Vários seguranças foram deslocados para a sala de imprensa por causa desse imprevisto.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03592-738805.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-328" title="EGS" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03592-738805.jpg" alt="" width="440" /></a></p>
<p>Depois de um tempo ela então saiu novamente da sala. Deve ter ido gravar mais uma matéria. A multidão a seguiu, como de costume. Eu e Salsa permanecemos dentro da sala de imprensa. ouvíamos as pessoas gritando por ela, inclusive &#8220;gostosa, gostosa&#8221;. Nessa hora já começava a ficar constrangido por ela. Ela tinha virado uma celebridade.</p>
<p>Pouco tempo depois ela voltou para a sala de imprensa. Dessa vez a multidão parecia maior, e quase derrubaram a porta. Os polígonos chegaram a deformar, então vários seguranças foram chamados para controlar a multidão. Não foi fácil.</p>
<p>Até que, para surpresa, o chefão final apareceu na sala de imprensa. Um dos organizadores do evento, presidente da Oelli no México, veio alertar a equipe da GameTV que, se a multidão não fosse acalmada, a Luiza deveria se retirar do evento. Discutiram por um tempo até que a Luiza vai até a porta da sala para falar com seus fãs.</p>
<p>Luiza: &#8220;Pessoal, por favor, gostaria de falar com vocês&#8221;</p>
<p>Demorou até que o pessoal se controlasse.</p>
<p>Luiza: &#8220;Gostaria de falar com vocês algumas coisas que serão necessárias para que eu não tenha que deixar a feira. 1o: sem essa de gostosa. Gostaria de mais respeito, não me sinto bem ouvindo isso. 2o: vocês devem se controlar. A organização da feira veio me alertar que, vários stands não gostaram da multidão passando pelos corredores, que isso atrapalha a exposição. 3o. Estou disposta a dar autografo e tirar fotos com todos vocês, mas vocês precisam se organizar. Caso vocês não se acalmarem, eu vou ter que ir embora, ok?&#8221;</p>
<p>Bom, surtiu efeito. Em segundos uma fila foi formada, com ajuda dos seguranças. A Luiza então sentou a mesa e deu autografo e tirou foto, um por um. A fila estava enorme.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03605-738091.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-329" title="EGS" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03605-738091.jpg" alt="" width="440" /></a></p>
<p>Nessa hora Marcelo chegou com João Paulo. Eles trouxeram a câmera e o microfone. Não perdi tempo e fui fazer umas entrevistas. Entrevistei uns garotos e garota da fila de autógrafos.</p>
<p>Maurício: &#8220;Você já jogou o Xbox 360?&#8221;<br />
NPC na fila: &#8220;Sim&#8221;<br />
Maurício: &#8220;E essa fila aqui é pra jogar o que?&#8221;<br />
NPC na fila: &#8220;Nada, é pra pegar um autografo com a Luiza&#8221;<br />
Maurício: &#8220;Você vai enfrentar essa fila enorme pra pegar um autografo com a Luiza? Tá cheio de jogo ai pra você ver sem fila!&#8221;</p>
<p>Enquanto a Luiza estava atendendo a seus fãs, fui fazer umas entrevistas. Entrevistei algumas pessoas na fila do autógrafo e outras na fila do Xbox360. Foi mais um teste do que algo definitivo, mas gostei muito da experiência.</p>
<p>Durante a parada para autógrafos, a sala de imprensa parecia estar mais tranqüila, a não ser pela fila da Luiza. Pudemos, então usar um dos computadores disponíveis aos jornalistas. Infelizmente, não foi possível descarregar fotos muito menos enviar algumas por e-mail. Os computadores estavam rodando Windows 98 e não reconheciam as câmeras digitais sem a instalação dos drivers. Depois de conversarmos mais um pouco, saímos para dar mais uma volta pelos stands.</p>
<p>Andamos pelos stands, e vimos que havia um mezanino no saguão, onde alguns jornalistas estavam tirando fotos e fazendo umas filmagens de cima. Então decidimos ir lá também. Tiramos algumas fotos, filmamos um pouco e descemos novamente.</p>
<p>Quando estávamos no stand de Prinston Tale, vimos algo curioso. O stand possuía, além de computadores conectados com o jogo rodando, dois gabinetes estilo de fliperama ligados à Internet para cadastro de usuários. Neste momento estava sendo feita uma sessão de exercícios de alongamento liderada por uma fisioterapeuta. A musica tocando no fundo e a fisioterapeuta passando exercícios de alongamento pro pessoal. Um grupo de jovens aproveitou a distração do stand e começou a mexer no gabinete de cadastros. Até que os percebo correndo. Eles tinham conseguido burlar o sistema de segurança do gabinete e acessado a Web normal, saindo da tela de cadastro. Demorou um pouco, mas as moças do stand logo perceberam e deram um jeito de arrumar a bagunça.</p>
<p>Ficamos então sabendo que mais tarde a Futuro iria fazer uma mesa redonda no auditório da feira. Então fomos pra lá. Eu já sabia, mas mesmo assim fiquei decepcionado: as perguntas só falavam de pirataria.</p>
<p>Os gamers que estavam na platéia faziam perguntas do tipo &#8220;Emulação é ilegal?&#8221;, &#8220;Por que pirataria é crime se o preço do original é tão alto?&#8221; ou, no máximo &#8220;Qual é melhor: Xbox 360 ou Playstation 3?&#8221;. Perguntas que não acrescentam nada em nada. Coisas que são irrelevantes.</p>
<p>Maurício: &#8220;Salsa, faz uma pergunta aí. Vamos mudar esse assunto. Tô de saco cheio de ouvir esse lenga lenga sobre pirataria&#8221;</p>
<p>Até que no final, o Salsa pode fazer uma pergunta. Perguntou sobre a EGS e o impacto dela no mercado nacional.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03667-740526.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-330" title="EGS" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03667-740526.jpg" alt="" width="440" /></a></p>
<p>Depois da mesa redonda já estávamos exaustos de tanto andar. Então decidimos ir embora. A feira também já estava terminando. Ligamos para o amigo do Marcelo para que ele nos buscasse de carro. Pelo menos não teríamos que andar até a estação&#8230;</p>
<p>Enquanto esperávamos o Leandro, conversamos um pouco lá fora e, no meio do pessoal, tinha dois garotinhos brincando de espada com os balões que a Microsoft estava distribuindo na feira. Parecia uma luta de Soul Calibur ao vivo. &#8220;The legend will never die&#8221;</p>
<p><a href="http://bravogamer.ungbrasil.org/2005/12/electronic-games-show-2005-captulo-6.html">Ir para o Capítulo 6</a></p>
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		<title>Electronic Games Show 2005, Capítulo 4: Vice City</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2005 00:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[egs 2005]]></category>
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		<description><![CDATA[No dia seguinte, acordamos teoricamente cedo, pois queríamos ir ao centro de São Paulo dar uma passeada e, quem sabe, fazer umas comprinhas. Acordamos e enquanto nos preparávamos bateram à porta, de novo.
Maurício: &#8220;Ah não, chega. Todo mundo vem no nosso quarto heheheh. Quem é agora?&#8221;
Jovan: &#8220;Acho que é a arrumadeira&#8221;
A arrumadeira queria arrumar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia seguinte, acordamos teoricamente cedo, pois queríamos ir ao centro de São Paulo dar uma passeada e, quem sabe, fazer umas comprinhas. Acordamos e enquanto nos preparávamos bateram à porta, de novo.</p>
<p>Maurício: &#8220;Ah não, chega. Todo mundo vem no nosso quarto heheheh. Quem é agora?&#8221;<br />
Jovan: &#8220;Acho que é a arrumadeira&#8221;</p>
<p>A arrumadeira queria arrumar o quarto. O problema era que nós ainda não tínhamos nem tomado banho. Então agilizamos para que ela voltasse depois de 15 minutos, era o limite dela. Então, quando ela chegou, já estávamos praticamente prontos e saímos.</p>
<p>Salsa e eu descemos no centro e Jovan continuou seguindo para a EGS. Fomos passear pela Santa Ifigênia.</p>
<p>Maurício: &#8220;Salsa, vamos tomar um café&#8221;</p>
<p>Tava meio com fome. Aliás, tava afim de tomar água de côco. Andamos um pouco, passamos em algumas lojas. Salsa estava interessado em comprar um Nintendo DS, se possível, já com Nintendogs. Olhamos em algumas lojas e os preços estavam muito bons. Portanto, depois de pesquisar, resolvemos almoçar no Habibs.</p>
<p>Depois de recuperarmos nosso life, decidimos então ir comprar o Nintendo DS do Salsa. Achamos um bundle do Nintendogs com um preço muito bom numa loja. Além disso, achamos também Meteos e Wario Touched com ótimos preços numa outra loja.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03561-750295.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-325" title="EGS" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03561-750295.jpg" alt="" width="440" /></a></p>
<p>Engraçado como são as coisas. Em todo lugar que íamos, em cada loja de videogame, se tinha uma TV ligada, estava rodando Need for Speed: Most Wanted. Impressionante. Mesmo na feira, no dia anterior, em quase todos os stands se via Need for Speed: Most Wanted rodando. Seja pra mostrar um mouse novo, um PC novo, um monitor novo ou até mesmo pra chamar atenção para o stand.</p>
<p>Antes de irmos comprar o Nintendo DS, precisávamos descarregar o cartão da câmera digital para poder usá-la hoje novamente na feira. Precisávamos de uma lan house. Então perguntamos a um NPC na rua.</p>
<p>A primeira lan house que fomos, pasmem, não tinha Internet, nem gravador de CD. Ótimo, então perguntamos se conhecia outra por perto.</p>
<p>NPC: &#8220;Segue direto, perto da McDonalds tem uma.&#8221;</p>
<p>E então seguimos. Chegando lá, subimos uma escadaria meio sinistra. No primeiro andar, era a lan house. Vários computadores ligados e um calor infernal. Não tinha ar condicionado nem ventilador. O balconista era o NPC mais impaciente do cenário.</p>
<p>Salsa: &#8220;Preciso descarregar minha câmera e gravar num CD&#8221;<br />
Balconista: &#8220;Sim claro, temos o gravador de CD e, se quiser, mídia também. Descarregue nos Meus Documentos da sua máquina que gravamos aqui.&#8221;</p>
<p>Então sentamos no PC. Ao ligar, vários alertas de vírus.</p>
<p>Salsa: &#8220;Aqui, tá dando um monte de alerta de vírus&#8221;<br />
Balconista: &#8220;Ah, vai dando &#8220;continue&#8221; ai. Não tem problema&#8221;</p>
<p>Não contei, mas acho que demos uns 15 conitnues. A cada Continue, aparecia mais um alerta de vírus.</p>
<p>Salsa: &#8220;Tem certeza?&#8221;<br />
Balconista: &#8220;Sim, pode ir dando continue, jajá termina&#8221;</p>
<p>Ok, depois que o antivírus parou de gritar, pudemos então descarregar a câmera. Enquanto descarregávamos a câmera, o Balconista dava uns sermões no seu ajudante, e, ao mesmo tempo, parecia estar dando manutenção num micro logo atrás da gente. Pouco depois chega uma ajudante, que parecia ser filha/neta ou coisa assim do Balconista. Tinha a maior cara de saco cheio e cara de &#8220;o que eu to fazendo aqui&#8221;.</p>
<p>Depois que terminamos de descarregar as fotos no PC, desconectamos a câmera e pedimos o Balconista para gravar.</p>
<p>Balconista: &#8220;Colocou em qual diretório? Porque o Painel de Controle tá aberto? Fecha isso daí! Não era pra entrar aí!&#8221;</p>
<p>Salsa olhou pra mim como uma cara de &#8220;eu mereço&#8221;. Levantou-se e foi até o balcão acompanhar a gravação e eu fui beber uma água, pra acalmar os ânimos. A gravação do CD durou horas. Foi mais demorado que o Loading de Resident Evil: Outbreak. E juntando aquele calor insuportável e a demora, dava pra stressar um pouco. Ofereci um pouco de água pro Salsa pra ver se ele se acalmava um pouco e melhorava do stress do calor.</p>
<p>Terminado de gravar o CD, o Salsa pediu uma caixinha.</p>
<p>Balconista: &#8220;Não tem.&#8221;<br />
Salsa: &#8220;Tem papel?&#8221;<br />
Balconista: &#8220;Humm. Tem&#8221;</p>
<p>É eu também achei que fossem aqueles papéis pra guardar CD. Mas não, a mocinha pegou um rolo de papel-toalha. Sem comentários. E foi assim que saímos de lá, sem comentar nada.</p>
<p>E foi assim que seguimos para a EGS novamente. Com um Nintendo DS, câmera pronta para ação e um CD enrolado no papel-toalha.</p>
<p><a href="http://bravogamer.ungbrasil.org/2005/12/electronic-games-show-2005-captulo-5.html">Ir para o Capítulo 5</a></p>
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		<title>Electronic Games Show 2005, Capítulo 3: Knights of the Old Republic</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Dec 2005 00:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao sair do pavilhão, percebemos um céu bem fechado. A caminhada até a Estação Tietê não é das mais curtas. Ou seja, a probabilidade era grande de pegarmos uma chuvinha no caminho. Não ia ser muito agradável.
Maurício: &#8220;Salsa, qual a velocidade de uma tempestade?&#8221;
Salsa: &#8220;Pra ser sincero, por volta dos 120km/h&#8221;
Maurício: &#8220;Hum&#8230; Bom, a gente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao sair do pavilhão, percebemos um céu bem fechado. A caminhada até a Estação Tietê não é das mais curtas. Ou seja, a probabilidade era grande de pegarmos uma chuvinha no caminho. Não ia ser muito agradável.</p>
<p>Maurício: &#8220;Salsa, qual a velocidade de uma tempestade?&#8221;<br />
Salsa: &#8220;Pra ser sincero, por volta dos 120km/h&#8221;</p>
<p>Maurício: &#8220;Hum&#8230; Bom, a gente não pode fazer nada, nesse jogo não tem pause&#8230; Vamos andando.&#8221;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03527-784242.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-323" title="EGS" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03527-784242.jpg" alt="" width="440" /></a></p>
<p>Por sorte, ou pelo fato do loading da tempestade ter demorado demais, chegamos secos à estação e seguimos para o hotel. Chegamos lá às 17:50, ainda a tempo de pegar a reserva. Durante todo o caminho, desde quando decidimos voltar por causa da reserva, tentei ligar para Jovan, que iria ficar no hotel conosco. Mas não o encontramos mais na feira e nem conseguíamos falar com ele no celular. Parecia estar descarregado. O Jovan só sabia que iríamos ficar no Formule 1, mas não sabia em qual unidade. Bom, eu tentei&#8230;</p>
<p>Subimos para 5o andar, quarto 532. &#8220;Bem que podia ser quarto 512&#8243;, disse ao Salsa, me referindo aos números da base 2. Os quartos do hotel possuem fechaduras a cartão. Essas fechaduras me lembram muito Resident Evil. Inserimos o cartão, a fechadura fez um bip e abrimos a porta. O cartão, então, deve ficar inserido num slot ao lado do interruptor de luz, para que haja energia no quarto. Caso o cartão seja retirado desse slot, minutos depois a energia é desligada.</p>
<p>Estávamos doidos por um banho. Claro, chegamos de viagem e desde então estávamos andando pra lá e pra cá. Desarrumamos nossas malas, pegamos texturas novas e nossas toalhas.</p>
<p>Maurício: &#8220;Você sabe que o game design desse hotel é meio mal feito né? A jogabilidade dentro do box é muito ruim. Não tem onde pendurar toalha nem roupa, e a água as vezes vaza por baixo da porta.&#8221;<br />
Salsa: &#8220;Caraca, tá pior que Driv3r. Sistema de colisão muito mal feito.&#8221;<br />
Maurício: &#8220;Pelo menos o controle do chuveiro é 100% analógico. Na vertical você regula a intensidade da água, e na horizontal, você regula a temperatura. Muito bem bolado&#8221;</p>
<p>Depois do banho batemos um papo e lembrei que ia começar o GameTV. Salsa nunca tinha visto, foi uma oportunidade boa dele conhecer. Gostou muito, por sinal. Achou interessante o conceito do Combo Fala+Joga.</p>
<p>Após o GameTV, já tínhamos decidido que não íamos voltar para a EGS naquele dia. Não compensava, estávamos muito cansados e já nem dava tempo. Ficamos batendo papo por um tempo. às vezes, ouvíamos alguém bater à porta. Aliás, o Salsa ouvia. Ele ia, olhava pelo olho mágico da porta, que estava quebrado, mas não tinha ninguém.</p>
<p>Maurício: &#8220;Eheheh tá louco, você tá ouvindo demais.&#8221;<br />
Salsa: &#8220;Sei lá, parecia que tinha alguém lá fora.&#8221;</p>
<p>Até que, de repente, ouvimos alguém mexer na porta. Parece que estava abrindo. paramos de conversar na hora, e olhamos fixamente para a porta. Aquela expectativa quando de repente a porta abriu&#8230;</p>
<p>&#8230; Era o personagem secreto Jovan. Depois do susto, caímos na gargalhada. Jovan não entendeu nada.</p>
<p>Maurício: &#8220;Po, o Salsa já tava ouvindo uns trem aí fora toda hora, ai você chega do nada e abre a porta? Eu achei que iam assaltar o quarto ou alguém veio avisar que o prédio tava pegando fogo&#8221;<br />
Jovan: &#8220;AHAHAH vocês são loucos!&#8221;</p>
<p>Então, Jovan entrou e conversamos mais um pouco. Falamos sobre nossas expectativas sobre a EGS desse ano, qual o rumo dela, o que mudou desde o ano passado&#8230; Praticamente uma mesa redonda. Estávamos com fome, e decidimos pedir uma pizza.</p>
<p>Jovan desceu para pegar o kit 3a pessoa do quarto e aproveitou para pegar umas indicações de pizzaria. Enquanto isso, tentei ligar para o Marcelo, mas ele ainda não havia chegado da feira. Deixei recado pedindo para que me ligasse assim que chegasse.</p>
<p>Jovan subiu com dois panfletos. Tentamos decidir qual pizza pedir:</p>
<p>Salsa: &#8220;Vamos pedir e alho, vocês gostam de alho?&#8221;<br />
Maurício: &#8220;PIzza de alho? Puxa nunca pedi, mas pede ai, gostaria de experimentar.&#8221;<br />
Jovan: &#8220;Olha tem essa baiana aqui, com molho apimentado&#8221;<br />
Salsa: &#8220;Nó, adoro pimenta, vamos pedir de alho e baiana&#8221;<br />
Jovan: &#8220;Tá louco? Ninguém vai conseguir dormir depois, e o banheiro vai ficar concorrido.&#8221;<br />
Maurício: &#8220;Molho apimentado não. Alho eu até agüento, mas pimenta não. Vamos pedir então de brócolis&#8221;<br />
Jovan: &#8220;Brócolis? Você tá de brincadeira eheheh&#8221;<br />
Maurício: &#8220;Não, é sério, eu gosto de brócolis. A gente pede então de brócolis, alho e baiana&#8221;<br />
Salsa: &#8220;Não&#8230; o Jovan tem razão. Alho e baiana não vai ser nada bom.&#8221;<br />
Maurício: &#8220;E essa aqui&#8230; o que é Escarola?&#8221;<br />
Salsa: &#8220;Hum.. é tipo.. rúcula&#8221;<br />
Maurício: &#8220;E o que é rúcula&#8221;<br />
Salsa: &#8220;Tipo chicória&#8221;<br />
Maurício: &#8220;Caraca, e o que é chicória?&#8221;<br />
Jovan: &#8220;HAHAHAHA Ah não, pede logo eu to com fome.&#8221;<br />
Maurício: &#8220;Liga lá e pergunta o que é escarola&#8221;</p>
<p>No final das contas, pedimos uma Toscana. Enquanto esperávamos, conversamos um pouco mais. E então bateram à porta.</p>
<p>Jovan: &#8220;É um gordinho de óculos&#8221;<br />
Salsa: &#8220;???&#8221;<br />
Maurício: &#8220;&#8230; AH! É o&#8230; João Paulo, mas&#8230; Como que ele sabe que a gente tá aqui? Abre ai.&#8221;</p>
<p>João Paulo veio avisar que o Marcelo estava lá embaixo, esperando. Eles iam ao Outback. Puxa, como ninguém avisa ou liga antes? Agora a gente já tava praticamente de pijama e tinha pedido uma pizza. O João Paulo então desceu novamente pra avisar o Marcelo. Pouco tempo depois que fechamos a porta, bateram novamente&#8230; Agora sim, era a pizza.</p>
<p>Maurício: &#8220;Caraca, que festa. Nosso apartamento deve ser o mais movimentado do hotel.&#8221;</p>
<p>Quando estávamos comendo a pizza, bateram a porta de novo. Dessa vez era o Marcelo com o João Paulo. Veio ver se a gente realmente não queria ir. Ainda mais agora que a gente já estava jantando. Então eles partiram.</p>
<p>Depois da pizza, conversamos mais um pouco. Basicamente sobre o mercado nacional, internacional, jogos, tendências. Até que soltei um tema que sabia ia dar polêmica.</p>
<p>Maurício: &#8220;tem um negócio que eu sei que o Salsa vai achar ruim, mas que tá me incomodando. A sensação de deja-vu todo ano. Todo ano sai um Need for speed novo, Um Prince of Persia novo, um Burnout novo&#8230; São jogos que, se você for ver bem, suas seqüências e todas possuem a mesma essência, é mesmo jogo relançado com roupa nova.&#8221;</p>
<p>Aí começou a discussão, mais especificamente sobre Burnout. Eu dizia que Burnout 1, 2, 3, e Revenge eram no fundo todos o mesmo jogo, e o Salsa dizia que não era bem assim. Ficamos horas discutindo isso, Jovan até dormiu, de tão cansado (e de saco cheio da discussão sobre Burnout). Horas depois, quando estávamos esgotando nossos argumentos, Jovan deu uma acordada, talvez pelo silêncio repentino.</p>
<p>Salsa: &#8220;Jovan, ainda bem que você acordou. Estávamos com um assunto aqui sobre Burnout, queríamos a sua opinião&#8230;&#8221;<br />
Jovan: &#8220;Ah não! Não acredito, até agora vocês tão discutindo isso?&#8221;</p>
<p>Era só brincadeira eheheh. Sabíamos que ele tava de saco cheio de Burnout. Então fomos dormir. O segundo dia de EGS estava esperando.</p>
<p><a href="http://bravogamer.ungbrasil.org/2005/12/electronic-games-show-2005-captulo-4.html">Ir para o Capítulo 4</a></p>
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		<title>Electronic Games Show 2005, Capítulo 2: The World Warriors</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Dec 2005 00:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegamos lá, e já reconheci alguns NPCs famosos. Entre eles Gabriel Morato (GameTV) e Bruno Abreu (Outerspace). Precisávamos aguardar para pegarmos nossas credenciais na sala de imprensa. O Jovan pôde entrar antes, pois trabalhava em um dos expositores.
Mesmo antes de entrarmos, fizemos nossas primeiras screenshots, inclusive com uma NPC que estava com um Nintendo DS [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chegamos lá, e já reconheci alguns NPCs famosos. Entre eles Gabriel Morato (GameTV) e Bruno Abreu (Outerspace). Precisávamos aguardar para pegarmos nossas credenciais na sala de imprensa. O Jovan pôde entrar antes, pois trabalhava em um dos expositores.</p>
<p>Mesmo antes de entrarmos, fizemos nossas primeiras screenshots, inclusive com uma NPC que estava com um Nintendo DS rosa combinando com a roupa. Muito fashion. E, por falar em fashion, apareceram outros NPCs curiosos, como os Homens de Preto. Ou melhor, os Adolescentes de Preto. Três adolescentes de terno e gravata, com textura preta. Sem falar nos NPCs com penteados anime-style.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03287-755413.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-316 aligncenter" title="EGS" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03287-755413.jpg" alt="" width="440" /></a></p>
<p>Assim que a entrada foi liberada, quase que pontualmente às 10h da manhã, entramos no saguão. Fomos direto para a sala de imprensa, pegar nossos crachás. O loading não demorou muito, e rapidamente já podíamos conhecer os stands.</p>
<p>O primeiro que vistamos foi o da Microsoft, com sua principal atração, o Xbox 360. À primeira vista, o aparelho assustou pelo tamanho: é menor do que esperávamos. E muito bonito mesmo, muito estiloso e sexy. Tiramos várias screenshots dele, de vários ângulos e posições. Depois fomos testar seus jogos.</p>
<p>Peguei logo o Xbox360 que estava desocupado. Estava rodando Kameo: Elements of Power. Assim que peguei o joystick, não quis saber de jogar. Apertei o Guide Button para poder ver a Xbox Guide. Naturalmente, assim que apertei o botão, ela apareceu, deslizando suavemente a partir da esquerda do monitor. Uma das opções então, era de &#8220;Back to the Dashboard&#8221;. Eu tava louco pra dar uma mexida na estilosa dashboard do Xbox 360. Então acessei-a.</p>
<p>Dei uma vasculhada em toda a nova Dashboard. Muito intuitiva, rápida e gostosa de navegar. Era tudo que eu esperava. Então, saciado da curiosidade pela dashboard, resolvi voltar ao jogo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03323-798660.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-318" title="EGS" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03323-798660.jpg" alt="" width="440" /></a></p>
<p>Todos os Xbox 360 que foram enviados ao Brasil para a apresentação no stand da Microsoft estavam rodando os jogos a partir do disco rígido. Então, fiquei sem saber como voltar para o jogo. Normalmente, com jogos rodando a partir do drive de DVD, é só selecionar o drive de DVD na dashboard que ele volta ao jogo. Mas com o jogo rodando a partir do disco rígido, essa opção era inútil. Então chamei a booth babe que estava ao meu lado:</p>
<p>Maurício: &#8220;Por favor, como eu volto pro jogo?&#8221;<br />
Booth Babe: &#8220;Hum.. Não sei. Espera um minutinho que vou chamar o rapaz aqui do stand&#8221;</p>
<p>Bom, deu pra perceber que não foi nessa geração que a AI das booth babes foi aperfeiçoada. Ela então perguntou a um dos caras que estava trabalhando ali no stand da Microsoft. Ele chegou, pegou o joystick e foi vasculhando a dashboard em busca de alguma opção, assim como eu tinha feito minutos atrás. Nada. Então ele desistiu e fez o que tinha me dado vontade de fazer: desligou e ligou novamente a máquina. Depois da bela e breve vinheta de inicialização do Xbox 360, para minha surpresa, ao invés do console carregar a dashboard, ele carrega algo com o título &#8220;Xbox 360 Launcher&#8221;. Me senti usando um console destravado. Nesse Launcher pude perceber algo como uma árvore de diretórios contendo alguns itens e, no final, um arquivo com o nome do tipo &#8220;Kameo.xbe&#8221;. Ele então selecionou o arquivo e o jogo carregou. Foi tudo muito rápido não pude ver mais detalhes. Mas isso me deu uma sensação de &#8220;já vi esse filme antes&#8221;.</p>
<p>Mas não somente a AI das booth babes estava mal implementada. Num certo momento, chegou um NPC perguntando para a moça qual jogo era &#8220;aquele&#8221;, apontando para Perfect Dark Zero, um dos jogos mais marketeados pela Microsoft. &#8220;Não sei&#8221;, respondeu a moça e chamou novamente outro rapaz do stand. &#8220;Humm&#8230; Não tenho certeza, vou ver pra você&#8221;, disse o rapaz, para meu espanto. Peraí, não tem AI nenhuma implementada nesse stand! &#8220;Esse ai é o Perfect Dark Zero&#8221;, disse eu ao NPC.</p>
<p>Depois, passeando pela feira, nos deparamos com duas Nintendetes no stand da Futuro. Cada uma tinha 2 Nintendo DS amarrados à cintura e estavam jogando Mario Kart DS. Eu e Salsa nos aproximamos para experimentarmos esse lançamento. Depois de uma corridinha single player, resolvemos nos aventurar no modo multiplayer local. As moças não sabiam como configurar um jogo multiplayer, mas não foi problema ensiná-las.</p>
<p>O jogo é muito divertido, bem Mario Kart mesmo. Principalmente jogando em 4 pessoas. E principalmente, sem fio. A não ser pelo fio que ligava o Nintendo DS à cintura das Nintendetes.</p>
<p>Então, no meio de uma das partidas, toca o celular da Nintendete Morena.</p>
<p>Nintendete Morena: &#8220;Oi, tudo bem?&#8221;</p>
<p>Enquanto ela falava ao celular, eu e Salsa continuávamos concentrados no jogo. A Nintendete Loira já tinha desistido, dizendo não gostar do jogo. Já a Morena se mostrou uma bela gamer enrustida. Se divertia a cada item usado, a cada curva, mesmo chegando em último.</p>
<p>&#8220;Ah não, agora não dá. Tô acoplada a dois rapazes aqui!&#8221;, disse a Nintendete Morena ao celular. Foi o momento mais divertido da partida.</p>
<p>Resolvemos então mudar de modo de jogo. Um tal de &#8220;Baloon alguma coisa&#8221;, onde o objetivo era soprar ao microfone do Nintendo DS para encher os balões e pegar os itens no alto do cenário.</p>
<p>&#8220;Soprar? Vocês estão de sacanagem, né?&#8221;, questionava a Nintendete Morena. Não era de se espantar. Até pra gente, gamer, chega a ser inacreditável como esse tipo de interface funciona perfeitamente. Ao soprar ao microfone, os balões se enchiam. E perfeitamente sincronizados com o nosso sopro, mesmo com o barulho do pavilhão da feira. Quando conseguimos convencê-la a soprar o microfone e ela pôde ver o balãozinho enchendo, ela chegou a dar gritos de alegria. Mais uma gamer convertida&#8230;</p>
<p><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03499-721309.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-319" title="EGS" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03499-721309.jpg" alt="" width="440" /></a><br />
Mais tarde, esbarramos com a Luiza gravando matéria para o GameTV pelos corredores e fomos ao auditório presenciar o anúncio da segunda edição do JogosBR, um concurso de apoio do Ministério da Cultura ao desenvolvimento de jogos no Brasil. O pronunciamento do ministro da cultura, Gilberto Gil (em vídeo) e de seu representante, chegaram a nos encher de esperança de ver uma indústria decente no Brasil. O apoio do governo é imprescindível para que possamos andar pra frente. E, mais que isso, a parceria e influência que a ABRAGAMES demonstrou em relação ao governo é muito importante. É preciso que o governo trabalhe em conjunto com pessoas competentes e capacitadas, como a equipe da ABRAGAMES.</p>
<p>Foram mostrados também, imagens dos projetos vencedores da edição passada do JogosBR. A maioria nos surpreendeu bastante, apesar de terem sido apresentados apenas por imagens estáticas. Esperamos muito que estes projetos cheguem mesmo a se concretizar em jogos completos e jogáveis.</p>
<p>Chegou então a hora do almoço. Fomos ao Shopping Center Norte, próximo ao saguão. Almoçamos e conversamos sobre o que tínhamos visto até o momento. Comemos um Power Up com Talharim e Baby Beef. A propósito, o Salsa, que provavelmente tá com uma barra de life maior, teve que usar 2 power Ups desse pra dar conta do recado&#8230;</p>
<p>Quando voltamos à feira, os portões já tinham sido abertos para o público. O saguão estava bem mais movimentado, com muito mais NPCs na tela. Tiramos várias screenshots, inclusive da bela apresentação no stand do Prinston Tale. Mais cedo, neste mesmo stand, pudemos desfrutar de um saboroso brunch, com suco, água e várias guloseimas.</p>
<p>Ficamos horas passeando pela feira. Certa vez, passamos em frente ao stand da Futuro, onde as Nintendetes estavam, e, quando a Nintendete Morena nos viu, lá do meio da multidão que a cercava, gritou: &#8220;Ei!!! olha só! Agora tô jogando com 8 pessoas!&#8221;. É bom ver as pessoas felizes jogando videogame.</p>
<p>Foi quando olhamos o relógio: 16:50. Oh não, a reserva do hotel era até as 18h!</p>
<p>Maurício: &#8220;Bom, o Marcelo não chegou até agora. Só vamos poder filmar amanhã. Vamos ao banheiro e depois vamos pro hotel.&#8221;</p>
<p>Então eu e o Salsa fomos ao banheiro antes de iniciarmos nossa viagem de volta ao hotel. Saindo do banheiro, indo em direção à saída, trombamos com Marcelo, João Paulo e ele: The One.</p>
<p>Marcelinho é o filho do Marcelo. Uma criança de 6 anos que joga videogame desde sempre. Suas primeiras palavras não foram &#8220;Papai&#8221; ou &#8220;Mamãe&#8221;, e sim &#8220;Sega&#8221;. Me lembro, há 5 anos atrás, quando o conheci, ainda de fraldas e engatinhando, como ele ficava admirado ao ver Samba de Amigo rolando na tela. Aos 3 já estava detonando Streets of Rage. Ele é a esperança de nós, bravo gamers brasileiros, de um mercado melhor. Ele é O Escolhido, ele quem vai nos salvar dessa maldição e desse buraco em que nos encontramos.</p>
<p>Percebi que ele cresceu bastante, claro. A ultima vez que o vi, ele ainda estava nas fraldas. Simpático, ainda bateu um papinho com o Salsa, enquanto eu explicava ao Marcelo que estávamos de saída, pois tínhamos que fazer o check-in no hotel. E também nossas barras de life estavam quase no fim, pois estávamos ali desde cedo. Então nos despedimos, esperando voltar mais tarde.</p>
<p><a href="http://bravogamer.ungbrasil.org/2005/12/electronic-games-show-2005-captulo-3.html">Ir para o Capítulo 3</a></p>
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		<title>Electronic Games Show 2005, Capitulo 1: Chaos Theory</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2005 23:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim que o ônibus ia passando pelas ruas de São Paulo, uma CG passava na minha mente. Era um flashback da EGS 2004. Tinha sido a última vez que estive em São Paulo.
Assim que chegamos, saímos da rodoviária e fomos em direção ao hotel. A gente tava afim de um banho antes da feira, mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim que o ônibus ia passando pelas ruas de São Paulo, uma CG passava na minha mente. Era um flashback da EGS 2004. Tinha sido a última vez que estive em São Paulo.</p>
<p>Assim que chegamos, saímos da rodoviária e fomos em direção ao hotel. A gente tava afim de um banho antes da feira, mesmo que isso nos custasse uma diária a mais. Então fomos para a estação do metrô.</p>
<p>Salsa: &#8220;Pra que lado que a gente tem que pegar?&#8221;<br />
Mauricio: &#8220;É esse aqui.&#8221;<br />
Salsa: &#8220;Tem certeza? Vamos ver o mapa&#8221;<br />
Mauricio: &#8220;Não, é esse aqui mesmo. Eu olhei a plaquinha quando a gente tava indo pra bilheteria&#8221;</p>
<p>Chegando na plataforma, eu senti algo estranho&#8230; Acho que tinha ido pra plataforma errada, a certa seria a outra. Bom, era só uma impressão. Entramos no metrô. Olhei o mapinha dentro do vagão&#8230;</p>
<p>Mauricio: &#8220;É&#8230; pegamos pro lado errado. Vamos ter que mudar de lado.&#8221;<br />
Salsa: &#8220;Beleza, na próxima estação a gente desce e muda de plataforma.&#8221;</p>
<p>Descemos na estação seguinte. Não tinha como mudar de plataforma sem passar pela roleta (o que significaria pagar outra passagem).</p>
<p>Mauricio: &#8220;Vamos pra outra estação. Eu tenho certeza que tem alguma que deixa mudar de plataforma sem ter que pagar outra passagem.&#8221;</p>
<p>Então, pegamos outro metrô e na estação seguinte conseguimos mudar de plataforma sem pagar outra passagem.</p>
<p>Mauricio: &#8220;Afff começamos bem hein?&#8221;<br />
Salsa: &#8220;Eheheheh foda&#8221;<br />
Mauricio: &#8220;Bom, mas pelo menos serviu pra gente ir acostumando com a jogabilidade de São Paulo&#8221;</p>
<p>Ao sair do trem na Estação Paraíso, não sabíamos exatamente para qual saída seguir. Depois de nos deparamos com algumas paredes invisíveis no cenário, achamos a saída correta. Chegamos no hotel depois da viagem de metrô lotado, com direito a um slowdown na Estação Sé, provavelmente por causa da quantidade de NPCs existentes nesse cenário. Aliás, era a primeira vez que o Salsa via um engarrafamento numa linha de metrô. Não tínhamos feito reserva, então pedimos um quarto. O recepcionista disse que não tinha quartos disponíveis antes das 12h. Ou seja, foi uma viagem praticamente inútil. Só não foi porque pudemos fazer a reserva e guardar nossas malas.</p>
<p>Recepcionista: &#8220;Só temos vagas na área de fumantes senhor.&#8221;<br />
Mauricio: &#8220;Uai, tudo bem&#8230; Mas qual a diferença? Tem um cigarro aceso permanentemente nos quartos de fumante?&#8221;</p>
<p>Preparamos então nossas mochilas de mão pra irmos para a feira. Colocamos vários power ups de reserva em caso de necessidade.</p>
<p>Voltando para a rodoviária, entramos na estação do metrô.</p>
<p>Salsa: &#8220;Pra que lado que temos que pegar?&#8221;<br />
Mauricio: &#8220;Jabaquara. Por aqui.&#8221;<br />
Salsa: &#8220;Tem certeza?&#8221;<br />
Mauricio: &#8220;Eheheh tenho, agora já tô acostumado com a jogabilidade. É semelhante à do ano passado&#8221;<br />
Salsa: &#8220;Acho melhor apertar Select e ver o mapinha&#8221;</p>
<p>Mesmo sem consultar o mapinha, pegamos o metrô. Desta vez, pro lado certo.</p>
<p>Maquinista: &#8220;Estação Vergueiro&#8221;<br />
Maurício: &#8220;Às vezes não dá pra ouvir direito o que o maquinista fala.&#8221;<br />
Salsa: &#8220;Ele falou Estação Vergueiro né?&#8221;<br />
Maurício: &#8220;É. Legal que a voz do maquinista aqui é em tempo real. Em Belo Horizonte também era, mas agora, se não me engano, é tudo pre-renderizado&#8221;<br />
Salsa: &#8220;Sério?&#8221;<br />
Maurício: &#8220;É. Da última vez que peguei o metrô, deu pra perceber que a voz era gravação, não era o maquinista que falava. Ele deve acionar alguma coisa que dispara a gravação. Se bobear, o trem lá é controlado por AI.&#8221;<br />
Salsa: &#8220;Eheheh nem tanto&#8230;&#8221;<br />
Maurício: &#8220;Eheheh Bom, deixa eu pegar um chocolate aqui. Preciso recuperar meu life um pouco.&#8221;</p>
<p>Chegando na rodoviária, fomos ao banheiro para trocarmos nossos avatares. Nossa textura tava em baixíssima resolução por causa da viagem. Quando estávamos indo em direção ao banheiro, eis que surge o primeiro personagem secreto. Jovan, que iria dividir o quarto de hotel conosco, estava saindo do banheiro.</p>
<p>Mauricio: &#8220;Fala Jovan! Cara, se a gente tivesse combinado não teríamos nos encontrado assim&#8221;<br />
Jovan: &#8220;Com certeza, tudo bem?&#8221;<br />
Salsa: &#8220;Igual ano passado, quando encontrei vocês no metrô. Não tínhamos combinado nada e eu entrei no mesmo metrô, no mesmo vagão que vocês e ainda pela porta em frente a onde vocês estavam sentados&#8221;<br />
Mauricio: &#8220;Isso prova que a EGS é um jogo linear. Não temos tanta liberdade assim. De uma forma ou de outra, iríamos encontrar o Jovan antes de ir à feira&#8221;</p>
<p>Depois de aplicar uma textura nova no banheiro, saímos em direção à EGS. Da Estação Tietê até o Center Norte dá uma boa caminhada. No caminho, tive a impressão de que existiam menos objetos no cenário do que ano passado. Poucos carros passando na rua, poucas pessoas. Talvez pelo fato de que na parte da manhã, apenas imprensa poderia entrar a EGS. Pelo menos, não pude perceber nenhum pop-up no cenário.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03262-798616.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-309 aligncenter" title="EGS" src="http://ungbrasil.tempsite.ws/soundtest/wp-content/uploads/2008/08/dsc03262-798616.jpg" alt="" width="442" height="332" /></a></p>
<p><a href="http://bravogamer.ungbrasil.org/2005/12/electronic-games-show-2005-captulo-2.html">Ir para o Capítulo 2</a></p>
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		<title>Muro das Lamentações</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2005 20:06:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje li a seguinte frase num tópico que discutia o preço da mensalidade de um MMOG no Brasil:
&#8220;Estamos no Brasil lembra? Terra onde se guarda o almoço pra comer no jantar, onde o povo come mortadela e arrota peru.&#8221;
Retruquei:
&#8220;Como se as pessoas dessa realidade tivessem um computador com internet banda larga pra jogar online.&#8221;
Gamer Brasileiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje li a seguinte frase num tópico que discutia o preço da mensalidade de um MMOG no Brasil:</p>
<p>&#8220;Estamos no Brasil lembra? Terra onde se guarda o almoço pra comer no jantar, onde o povo come mortadela e arrota peru.&#8221;</p>
<p>Retruquei:<br />
&#8220;Como se as pessoas dessa realidade tivessem um computador com internet banda larga pra jogar online.&#8221;</p>
<p>Gamer Brasileiro tem mania de justificar seus jeitinhos (jogo pirata, boicote a mensalidades de MMOGs, entre outros) com fatos que não justificam coisa nenhuma, como:</p>
<p>- Salário Mínimo<br />
O salário minimo não tem nada a ver com a indústria de videogames. Deixe-me explicar melhor: quem possui um computador/console, com certeza não ganha somente um salário mínimo por mês. Se um jogo custa mais que um salário mínimo, não importa, pois um jogo de videogame não é um bem necessário. Arroz e feijão sim, mas jogo de videogame não. Videogame é artigo de luxo, voltado para quem pode pagar.<br />
- Comparação de preços com outros mercados<br />
Tem gente que diz: &#8220;puxa, nos EUA um jogo custa 50 dolares, então aqui deveria custar 50 reais&#8221;. Parece que esquece (ou, mais provável, nem sabe) que no meio disso tudo tem o câmbio, carga tributaria, economia locais, entre outras coisas que só um economista poderia comparar detalhadamente.<br />
- Generalização da situação socio-economica do país<br />
Não há dúvida que no Brasil, infelizmente, tem muita gente que passa fome, que ganha um salário desumano, que faz jornada tripla de trabalho (com poucas horas para o lazer), ou ta lutando pra arranjar emprego. Porém, nada disso justifica o preço de um jogo de videogame. Videogame nao é entretenimento pra qualquer um. É um entretenimento, atualmente no Brasil, caro, e que é voltado pra quem quer e pode pagar. Aliás, no noso país, infelizmente, muita gente não tem tempo nem dinheiro pra nenhum tipo de entretenimento. Como já disse, às vezes pelo fato das várias jornadas de trabalho, ou afazeres caseiros, grande quantidade de filhos pra criar ou simplesmente por não sobrar dinheiro para outra coisa além do essencial para sobreviver, essas pessoas não conseguem nem mesmo, bater uma bolinha no final de semana.</p>
<p>O certo é, além de sempre lutarmos no que pudermos para tentar melhorar a qualidade de vida do povo brasileiro, deveríamos também apoiarmos e fazermos o que pudermos para acabar com os abusos e absurdos que o mercado de videogame sofre no Brasil. Identificar as causas e pensar em soluções. Mas ficar justificando o injustificável que, inclusive, acbaba degredindo mais o mercado, é lamentável.</p>
<p>Ta achando caro? Pare de ficar apenas reclamando e olhando pro próprio umbigo e argumente com os responsáveis, junte um pessoal e faça um &#8220;abaixo-assinado&#8221;, reflita, busque por soluções&#8230; Tudo é válido desde que feito com maturidade e ética.</p>
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		<title>Ansiedade</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2005 12:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim, tá chegando!!! Não, não to falando do lançamento do Xbox 360. Nem da rede Nintendo Wi-Fi. Muito menos do lançamento de Zelda Twilight Princess (mesmo poruqe, esse só no ano que vem&#8230;). To falando da EGS, Electronic Games Show 2005, A feira de videogames do Brasil.
Faz tempo, muito tempo que gamer brasileiro sonha com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, tá chegando!!! Não, não to falando do lançamento do Xbox 360. Nem da rede Nintendo Wi-Fi. Muito menos do lançamento de Zelda Twilight Princess (mesmo poruqe, esse só no ano que vem&#8230;). To falando da EGS, Electronic Games Show 2005, A feira de videogames do Brasil.</p>
<p>Faz tempo, muito tempo que gamer brasileiro sonha com um evento desse porte no Brasil. Na primeira metade da década de 90, o gamer brasileiro sempre aguardava com asiedade a CES, Consumer Eletronic Show. Realizada nos EUA, era o evento onde a indústria de videogame mundial fazia seus principais anúncios a respeito de suas estratégias e futuro. Nossos olhos chagavam a brilhar quando víamos nas bancas, a edição especial das revistas nacionais, com a cobertura completa da CES. Dentro dessas edições, várias surpresas e novidades estavam guardadas. Lembro quando vi pela primeira vez o Sega VR, Mega Drive 2 e o controle de 6 botões, Nintendo VirtuaBoy, o 3DO e seus lindos jogos em 3D&#8230; Puro êxtase.</p>
<p>Mais tarde foi criada uma feira exclusiva para a indústria de videogames, a E3. Só de ouvir/ler este nome, já consigo sentir uma pequena onda de ansiedade. Imagnar um espaço giantesco, repleto de videogames, jogos, personalidades da indústria, show, folhetos, brindes&#8230; É o País das Maravilhas de todo gamer. Ter a possibilidade de ver e saber das novidades em primeira mão é algo indescritivel.</p>
<p>Lembro-me que na década de 90, chegaram a anunciar uma edição da CES no Brasil, mais especificamente em São Paulo. Se não me engano, seria em 1993. Mal pude acreditar, tenho o anuncio de uma revista guardado até hoje lá em casa. Fatalmente, o evento foi cancelado. O sonho de se ir a uma feira internacional e de grande porte de videogame foi por agua abaixo.</p>
<p>Até o ano passado. Quando soube da realização da EGS no Brasil, imediatamente me programei todo para estar presente no evento. Trabalhei sábado (para compensar a sexta feira que eu iria faltar), guardei dinheiro, reservei hotel, comprei passagens&#8230;</p>
<p>Indo direto ao ponto: na sexta feira, ao chegar no Expo Center Norte, fiquei realmente emocionado. Principalmente quando entrei no saguão e vi tudo aquilo diante dos meus olhos. Não era uma E3, nem uma Tokyo Game Show&#8230; Não importava. De qualquer forma era um evento que eu sempre sonhei em estar. Foi como realizar um sonho de mais de 10 anos.A emoção foi indescritível. Uma mistrura de felicidade, esperança, alegria&#8230; O Brasil com um evento desse porte.</p>
<p>Alguns anos atrás, pra mim, isso era impossível. Acho que essa foi o maior fator que me deu tanta emoção: eu estava diante de um fato que me parecia impossível. E isso me leva a continuar a ter esperanças de que, um dia, teremos não só uma feira decente, mas uma indústria decente. E acredito que estamos memso caminhando para isso.</p>
<p>Geralmente, o Brsil possui um povo esperançoso por dias melhores. Não parece que os gamers brasileiros sejam diferentes&#8230;</p>
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		<title>Bravura</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2005 13:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não sei até onde um hobby vira uma paixão, e quando a paixão vira um modo de vida. Videogames pra mim, hoje em dia, talvez seja mais que um modo de vida. Já não preciso ter um videogame em casa para manter meu interesse no assunto. Sou mais que um jogador, mais que um fã. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei até onde um hobby vira uma paixão, e quando a paixão vira um modo de vida. Videogames pra mim, hoje em dia, talvez seja mais que um modo de vida. Já não preciso ter um videogame em casa para manter meu interesse no assunto. Sou mais que um jogador, mais que um fã. Acredito ser um admirador dessa nova arte. Alguém que não só se entretêm no jogo puro e simplesmente. Mas que sente a expressão artística (ou a falta dela) na jogabilidade e no design de um jogo. Não consumo jogos, prefiro degustá-los.</p>
<p>Pena que essa arte emergente possua uma realidade tao apocaliptica no nosso país. Não vou discutir os motivos, causas e porquês desse fato. As variáveis são muitas para serem discutidas num unico texto, num único dia, por uma única pessoa. Só sei que a tempos me alistei na luta contra essa realidade. Na luta para mudar essa realidade. Faço o que posso, o que está ao meu alcance. De vez em quando, conto com o apoio de outros, mas na maioria das vezes não.</p>
<p>Não sei se o que fiz ou tentei fazer durante esse tempo em que me conscientizei da realidade chegaram a ajudar na grande melhoria que tivemos nos ultimos 5 anos. Não me importa. O que importa mesmo é o presente, no que conquistamos. Ha 5 anos atrás não tinhamos um curso sequer de desenvolvimento de jogos. Não tinhamos um site decente. Não tinhamos uma revista decente. Não tinhamos, alias, nenhum meio de comunicação especializado decente. Não tinhamos uma loja decente. Não tinhamos um presente decente. Muito menos um futuro. Nunca imaginaria, há 5 anos atrás, que hoje eu teria a opção de fazer uma pós graduação na área de entretenimento eletrônico. Ou que eu pudesse ligar a TV todos os dias e assistir a um programa em português feito no Brasil sobre videogames. Ou que eu, no final do ano, me encontrasse com toda a comunidade num evento nacional de grande porte.</p>
<p>Conquistamos isso, não sei como, nem por quem. Acredito no conjunto, na união da vontade de muitos que, aos poucos, foi contruindo algo maior. Há ainda muito o que fazer, muito mesmo. Mas veja só, até isso já temos traçado e perfeitamente planejado por uma entidade que só existe porque o mercado de videogames no Brasil precisa dela. Sinto que, aos poucos, a gente chega lá. Tenhamos paciência. Bravamente.</p>
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		<title>A Profecia</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2005 19:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Nenhuma empresa consegue liderar o mercado de videogames mais de duas gerações seguidas&#8221;
Eu acredito na profecia. Portanto acredito que a Sony vai perder a liderança nessa geração.
A Sony (mais precisamente, o Kutaragi-san) está apostando muito na marca Playstation. Sem dúvida, Playstation é uma marca muito forte hoje em dia. Porem, Nintendo também era uma marca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="mobile-post">&#8220;Nenhuma empresa consegue liderar o mercado de videogames mais de duas gerações seguidas&#8221;</p>
<p class="mobile-post">Eu acredito na profecia. Portanto acredito que a Sony vai perder a liderança nessa geração.</p>
<p class="mobile-post">A Sony (mais precisamente, o Kutaragi-san) está apostando muito na marca Playstation. Sem dúvida, Playstation é uma marca muito forte hoje em dia. Porem, Nintendo também era uma marca muito poderosa em 1995&#8230;</p>
<p class="mobile-post">Naquela época, a Nintendo talvez tenha cometido o mesmo erro que a Sony parece estar cometendo agora: subestimou os concorrentes e supervalorizou a marca. Assim, a empresa fica acomodada e esquece de que existem concorrentes e que estes concorrentes estao de olho em qualquer tropeço. A auto-confiança fica exagerada e ela fica achando que tudo que ela fizer nao fará diferença, pois a marca é forte.</p>
<p class="mobile-post">A Nintendo na época ignorou a era do CD e atrasou demais o lançamento do N64. O nome &#8220;Nintendo&#8221; nao foi o suficiente para segurar a lidrança. A Sony, dessa vez, tá achando que o consumidor vai coprar o PS3 a qualquer preço, literalmente. Apenas por ser um Playstation.</p>
<p class="mobile-post">É ai que eu acho que está o grande erro que levará a profecia se concretizar mais uma vez. A história mostra que consoles caros, mesmo tendo qualidade, acabam sendo marginalizados e criam um nicho restrito no mercado. Foi assim com o Neo Geo e com o 3DO. Consoles caros que atingiam apenas um nicho pequeno do mercado. Neo Geo contra Mega Drive/Super Nintendo e o 3DO contra Playstation/Saturn/Nintendo 64. O 3DO até tinha um suporte razoavel de softwarehouses, mas nao era um console de massa como era o Playstation e o Saturn ou o Nintendo 64. Nunca seria o lider.</p>
<p class="mobile-post">Pode acontecer isso com o PS3. Ele ser caro demais e ficar apenas com um nicho restrito no mercado, com um suporte na média de softwarehouses, mas ele nunca conseguirá ser lider. Justamente pelo fato de ser caro. Coisas caras não se massificam. Videogame é produto de massa. E barato.</p>
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		<title>Controle total</title>
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		<pubDate>Mon, 09 May 2005 18:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Faz tempo que nao escrevia aqui, mas, vocês devem imaginar. Faculdade, trabalho e vida social são dificeis de conciliar. Com blog então, nem se fala&#8230;
Mas queria falar de algo que as vezes me chateia. Alias chateia muita gente. 1 ista incomoda muita gente, 2 istas incomodam muito mais. As vezes é legal fazer umas avaliaçãoes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="mobile-post">Faz tempo que nao escrevia aqui, mas, vocês devem imaginar. Faculdade, trabalho e vida social são dificeis de conciliar. Com blog então, nem se fala&#8230;</p>
<p class="mobile-post">Mas queria falar de algo que as vezes me chateia. Alias chateia muita gente. 1 ista incomoda muita gente, 2 istas incomodam muito mais. As vezes é legal fazer umas avaliaçãoes das caracteristicas das plataformas, comparar e tentar prever o que vem por ai. Sempre achei o Dual Shock 2 uma peça de museu. É, não sei como um joystick de praticamente 10 anos ainda continua sendo usado. Na minha opinião, foi fruto da correria que a Sega provocou na Sony lá em 1998/99, quando o Dreamcast chegou no mercado. A Sony não teve tempo pra fazer um joystick novo, acabou remendando o atual joystick do Playstation e pronto. Mas, os que eu costumo chamar de &#8220;geração Playstation&#8221;, ou seja, os que começaram a jogar videogame num Playstation ou os que desde que compraram um Playstation não jogaram outra coisa. Isso os deixa tão acomodados quanto a Sony.</p>
<p class="mobile-post">Hoje em dia, muita coisa mudou nos joysticks. Antigamente, tinhamos, basicamente, um direcional e botões de ação. Não precisava de mais do que isso. Na era 8 bits era assim, um direcional e dois botoes de ação. Na geração seguinte, com o aumento da complexidade dos jogos, alguns botoes a mais e, no caso da Nintendo, ainda uns botões no &#8220;ombro&#8221; do joystick, como diferencial e inovação ergonomica. Dai veio a geração 3D. O jogos agora demandavam um melhor controle dos objetos num ambiente 3D. Não tinhamos apenas 2 dimensões para se preocupar, mas sim 3. Era necessária a adaptação dos joysticks, pois principalmente os direcionais em cruz, padrões na época, não davam conta do recado mais. Então a Sega lançou, junto com Nights, um joystick 3D, que possuia um direcional analógico, logo acima do direcional digital. Era um trabolho de joystick, mas era o primeiro dos que se seguiriam.</p>
<p class="mobile-post">O direcional analógico, além de dar uma melhor movimentação dos objetos em ambientes 3D, como o nome diz, ele é analógico. Ou seja, possui vários níveis de sensibilidade. Conforme era o movimento feito com ele, o objeto na tela agiria simulando determinada velocidade/força, proporcionalmente. Junto com a era 3D, estava chegando a era dos joysticks analógicos. Prova de que realmetne era tendência, é a primeira versão do Dual Shock e o joystick do Nintendo 64. O Dual Shock veio com dois direcional analógicos (além da vibração embutida), enquanto o joystick do N64 vinha com um direcional analógico. O Dual Shock inclusive até adiantou um passo, incluindo ai um segundo direcional analógico (coisa que viraria padrão na geração seguinte).</p>
<p class="mobile-post">Porém, todos esses joysticks analógicos de primeira geração ainda mostravam que estavam numa fase de transição. Geralmente, os direcionais analógicos se apresentavam como uma funcionalidade secundária dos joysticks, usada apenas em alguns jogos ou momentos de um jogo. O destaque ainda era o direcional digital, em cruz.</p>
<p class="mobile-post">Mas então, eis que, junto com o Dreamcast, A Sega inaugura a segunda geração de joysticks analógicos. O joystick do Dreamcast era muito semelhante ao lançado anteriormente no Saturn. Porém, algumas diferenças: o novo contexto do direcional analógico, e os gatilhos analógicos. No caso do direcional analógico, dessa vez, ele já não se mostrava tão secundário. Ele tomou a posição de destaque do direcional digital no lay out do joystick. Agora, ele estava ali, no alto, à esquerda. No mesmo lugar onde o direcional digital esteve a tantos anos. Abaixo dele, como um direcional complementar, vinha o velho digital em cruz. E realmente, o direcional digital parecia fadado a menus, seleções e em jogos com jogabilidade puramente 2D. Na grande maioria dos jogos, era o direcional analógico que entrava em cena.</p>
<p class="mobile-post">Compelementando, tinhamos agora os primeiros botões analógicos, sensíveis a pressão. Eram os gatilhos que ficavam na parte de trás do joystick, no lugar dos velhos L e R introduzidos pela Nintendo em 1991, no Super Nintendo. Estes gatilhos davam a possibilidade de controlarmos a intensidade de algum movimento no jogo. A variação da pressão dada nos gatilhos (aperta-los pouco ou muito) era interpretada proporcionalmente pelo jogo. Mostraram-se bastante úteis principalemtne em jogos de corrida, onde o controle da intensidade da aceleração/freio do carro dava uma maior complexidade e sensação de simulação. Porém, foi muito bem utilizado também em outros tipos de jogos, como de esporte, servindo como controles de ajuste fino da mira em lances livres no basquete, ou força de passes no futebol americano.</p>
<p class="mobile-post">Ao lançar o Playstation 2, por alguma razão, a Sony manteve os velhos Dual Shock. Apenas incrementou funcionalidades analógicas em todos os botões do joystick, e renomeando-o para Dual Shock 2. Porém, o lay out continuou o mesmo, com o direcional digital em seu antigo lugar de destaque e botões de ombro L e R &#8220;pseudo&#8221; analógicos.</p>
<p class="mobile-post">Microsoft e Nintendo chegaram e mostraram que controles analógicos já eram padrão. A Microsoft veio com um modelo bastante semelhante ao do Dreamcast, com gatilhos analógicos, direcional analógico em destaque, e ainda trouxe outro direcional analógico, do lado direito, geralmente usado para controle de câmera. A Nintendo, o mesmo. Porém, ela ousou fazer do direcional digital menos importante ainda. Ele veio pequeno e numa posição completamente diferente da mais confortável pra se jogar um jogo. É só experimentar: não é nada ergonomico jogar qualquer jogo no GameCube usando apenas o direcional digital. Em 90% do tempo vc vai usar o analógico mesmo. O mesmo para o Xbox, que manteve o direcional analógico no lugar de destaque e não deu muita atenção ao direcional digital, provavelmente presumindo que ninguém ia utilizá-lo num jogo. Em ambos, o uso do direcional analógico ganhou destaque, e os gatilhos analógicos se tornaram padrões&#8230;</p>
<p class="mobile-post">&#8230;ao contrário do Dual Shock. Ele manteve o design e layout da geração anterior. Seu direcional digital ainda está em posição de destaque. Não possui gatilhos analógicos, apesar de afirmarem que os L e R fossem analógicos. Porém eles nao nos dá a mesma sensação de controle de intensidade que os gatilhos analógicos dão. É por isso que os chamei de &#8220;pseudo&#8221; analógicos.</p>
<p class="mobile-post">A primeira geração foi a dos botões de ação, demandada pelo aumento da complexidade dos jogos. A segunda, foi a geração dos joysticks analógicos, com direcionais e gatilhos, demandada pela necessidade de maior controle de objetos num espaço 3D. Agora vemos a terceira geração chegando: a dos joysticks sem fio. Essa deve ser a próxima funcionalidade que deverá se tornar padrão dos joysticks. A Nintendo já se adiantou com o Wavebird, mostrando o que se esperar dessa nova geração. O Wavebird foi o primeiro joystick sem fio de uma 1st party. Foi o primeiro que deu certo. A elminiação de fios é uma comodidade trazida pela indústria da tecnologia. É uma era que não so atinge os videogames, mas todo o mundo tecnologico. Além disso, podemos inclusive esperar algo mais agressivo por parte da Nintendo, quem sabe o início da quarta geração de joysticks, que, sinceramente, não tenho nem idéia do que esperar&#8230;</p>
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		<title>O sonho e a realidade</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Mar 2005 16:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem foi engraçado. Fui bombardeado por noticias de amigos meus que estavam com seus videogames novos usando e abusando da pirataria. Isso sempre me deixa um pouco abalado, mas fazer o quê né.
Um chegou na faculdade e me disse que tinha comprado um Xbox porque já não aguentava ter que comprar jogo caro pro seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="mobile-post">Ontem foi engraçado. Fui bombardeado por noticias de amigos meus que estavam com seus videogames novos usando e abusando da pirataria. Isso sempre me deixa um pouco abalado, mas fazer o quê né.</p>
<p class="mobile-post">Um chegou na faculdade e me disse que tinha comprado um Xbox porque já não aguentava ter que comprar jogo caro pro seu GameCube. Veio falando que já comprou destravado com chip &#8220;Fulano de tal&#8221;, e que queria trocar o HD, instalar emulador, etc etc etc. Só dei risada e lamentei, mentalmente. Depois, quando cheguei em casa, um outro amigo meu que comprou um Playstation 2 recentemente veio me falar que ta viciado nisso, que ta jogando tais jogos e que comprou um gravador de DVD pra baixar jogo e gravar ele mesmo, e nao precisar mais comprar. Tivemos uma breve discussãozinha sobre isso, sobre pirataria, mas nada muito agressivo. É a realidade, não posso fazer muita coisa, infelizmente. tento, no mínimo, conscientizar o pessoal. Nem sempre dá muito certo.</p>
<p class="mobile-post">Então fui dormir. E tive um sonho (mais um). Aconteceram várias coisas, porém me lembro de uma parte, do finalzinho. Estavamos uma amiga minha, que não sei quem é, e eu subindo uma rua perto da minha casa. Então me deparo, no canto da rua, com uma coleção de jogos de Xbox. É, tava tudo la, no meio da rua (é um sonho, oras!). Devia ter uns 10 jogos, enfileirados. Então eu sentei e olhei pra ver quais jogos eram. E percebi que eram todos originais e comentei com minha amiga: &#8220;Olha só, só jogo original. Que milagre! De quem será?&#8221;</p>
<p class="mobile-post">Foi então que um camarada sai do bar que tem na rua, de trás da gente e diz que era dele, que eram todos nacionais e originais. Repararam nisso: NACIONAIS. E quando ele disse isso ele me mostrou: as caixinhas estavam todas em português. Nessa hora lembro de ter ficado super contente de ver aquilo. Então eu fui conversando com ele, lembro-me de ter visto, entre os jogos, Dead or Alive Ultimate lacrado ainda. Perguntei pra ele: &#8220;Você ainda não jogou Dead or Alive Ultimate? Joguei esse dias e é muito bom!&#8221;. Enquanto isso ele ia verificando seus jogos e vendo quais ainda estavam lacrados. Além desse, tinha um outro que nao me lembro o nome. Ele abriu e me mostrou. Ele parecia estar a vontade conversando comigo, foi legal. Ele então disse que não tinha aberto ainda o Dead or Alive Ultimate pois não tinha tido tempo de jogar ainda, que eles estava jogando outro jogo no momento.</p>
<p class="mobile-post">É, pena que foi um sonho. Mas pelo menos ainda é um sonho. Espero que seja o mesmo sonho de vários outros gamers no Brasil.</p>
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		<title>Nosso Sonho</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2005 13:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sábado estava conversando com um amigo e ele disse: &#8220;Puxa se eu tivesse grana eu iria na E3 esse ano&#8221;. Foi então que me veio a ideia a cabeça.
Bem que eu podia juntar uma grana pra ir a E3 ano que vem. Não é tanto dinheiro assim. De passagem eu nao devo gastar mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="mobile-post">Sábado estava conversando com um amigo e ele disse: &#8220;Puxa se eu tivesse grana eu iria na E3 esse ano&#8221;. Foi então que me veio a ideia a cabeça.</p>
<p class="mobile-post">Bem que eu podia juntar uma grana pra ir a E3 ano que vem. Não é tanto dinheiro assim. De passagem eu nao devo gastar mais de 900 dolares, o que dá uns 2500. Esse com certeza será o maior gasto.vamos colocar ai mais 500 dolares extra (hospedagem, entrada, comida, pra 3 dias) dá no total uns 3800. Divide isso dai por 12, dá uns 315 reais por mês&#8230; É o preço do sonho. Também não precisa ser no ano que vem. Se quisermos podemos deixar pra 2007, sobra mais tempo pra jutnar a grana.</p>
<p class="mobile-post">Ir a E3, acredito eu, é o maior sonho de qualquer gamer. Pelo menos gamer brasileiro. Puxa vida, eu estaria perto dos maiores nomes da industria de videogames, Yu Suzuki, Hideo Kojima, Shigeru Miyamoto&#8230; Fora que eu estaria presenciando em primeira mão os maiores lançamentos tanto em software quanto em hardware. E, melhor de tudo, poderia estar experimentando todos eles. É como voltar a ser criança e entrar numa loja de brinquedos. Você fica louco. Quer pegar em tudo, brincar com tudo, tudo ao mesmo tempo. É um estado de êxtase completo. Você esquece dos problemas do mundo, esquece até quem é você por um momento. Estar presente num momemto como esse, o maior e mais importante evento da industria de videogames, e você lá, presente.</p>
<p class="mobile-post">Eu não sei como eu reagiria. Ano passado, quando fui a primeira EGS no Brasil, confesso que, assim que me registrei e fui em direção a entrada, e tive aquela visão de um galpão enorme, cheio de videogames&#8230; E melhor, tudo aquilo no Brasil, eu me emocionei. Fiquei parado por uns instantes lembrando o tanto que eu sonhei por aquilo, o tanto que aquilo poderia significar para o nosso mercado daí pra frente. Não tivemos a presença de grandes nomes da indústria mundial, nem mesmo tivemos a presença de todas as maiores empresas do ramo. Mas com certeza, tivemos a presença, novamente, de uma coisa que, acredito eu, já estava ausente de muitos gamers aqui no Brasil: esperança.</p>
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		<title>Mitos e ignorâncias</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Mar 2005 16:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa semana está sendo uma prévia da E3. Várias informações novas e empolgantes principalmente para nós gamers. E o mais engraçado, é que é sempre assim. Todo inicio de uma nova geração são as mesmas reclamações&#8230;
&#8220;Ah, com toda essa tecnologia, o console vai ser muito caro&#8221;. Na indústria de videogames as coisas são um pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="mobile-post">Essa semana está sendo uma prévia da E3. Várias informações novas e empolgantes principalmente para nós gamers. E o mais engraçado, é que é sempre assim. Todo inicio de uma nova geração são as mesmas reclamações&#8230;</p>
<p class="mobile-post">&#8220;Ah, com toda essa tecnologia, o console vai ser muito caro&#8221;. Na indústria de videogames as coisas são um pouco diferentes. O console pode ter a última geração de óculos de realidade virtual embutido, mas o preço não pode ser alto. Simplesmente porque não vai vender. Videogame é um produto de massa, deve ser barato. O que acontece é que as fabricantes colocam na balança o quanto eles podem bancar de prejuizo em cada aparelho vendido. Sim, o hardware geralmente é vendido abaixo do preço de custo para o consumidor final. O retorno financeiro vem pela venda de software. Essa geração promete joysticks sem-fio, mídia óticas e de armazenamento de alta capacidade, processadores centrais e de vídeo de última geração. Mas nem por isso, o console deverá custar o preço de um supercomputador. Pelo contrário, se passar muito dos 300 dólares, já começará a ficar encalhado nas prateleiras. Lembram do 3DO? e do Neo Geo? Eram ótimos produtos, porém, muito caros. Enquanto um Mega Drive ou um Super Nintendo custavam 200 dólares, o Neo Geo chegava a 500. E o 3DO chegou as prateleiras perto da casa dos 700 dólares. Por esse motivo, ambas as plataformas, apesar de terem feito história, tinham um nicho de mercado muito limitado. E nem Microsoft, nem Sony, nem Nintendo querem isso.</p>
<p class="mobile-post">&#8220;Só isso de memória? Meu PC tem muito mais e as vezes não dá conta do recado&#8221;. Esse povo tem que por logo na cabeça que videogame não é computador. Aliás, é, mas não do jeito que imaginam. Se formos considerar, todo console é um computador. Ora, eles possuem um processador, memoria, entrada e saida de dados. Mas estão numa categoria completamente diferente do computador pessoal que você tem em casa, seja um PC ou um Macintosh. Videogame é uma máquina dedicada e padronizada. Não precisa do mesmo tanto de memória ou de velocidade de processamento que seu computador pessoal precisa. Lembre-se que seu computador pessoal roda várias coisas ao mesmo tempo em que você está jogando seu Doom 3. Ele tá lá controlando várias portas de entrada e saída, com um sistema operacional pesado na memória, fora o anti-virus e outros serviços essenciais. Videogame não, ele, basicamente, só roda o jogo e pronto. Não compartilha recusros com nenhum outro tipo de software ou dispositivo. Não tem como tecnicamente compararmos videogames com PCs. São duas categorias diferentes de computadores. Só um jogo pra exemploficar: Splinter Cell. O Xbox tem 64 MB de memória RAM unificada com o vídeo. Já no PC, se você tiver menos de 256 MB de RAM (fora a placa de vídeo), nem pense em rodar o jogo.</p>
<p class="mobile-post">&#8220;Vai ter pirataria? Ih, se num tiver, eu não compro. Pirataria é crime, mas o preço de um jogo original é um roubo!&#8221;. Essa, desculpem, eu me recuso a comentar. Deve ser a maior das ignorâncias.</p>
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		<title>Foi dada a largada</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Mar 2005 16:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Falando em evolução, desde segunda que está sendo realizada a Game Developers Conference 2005, nos EUA, um dos maiores eventos mundias da indústria dos games. E desde ontem começaram a surgir algumas informações concreta e quase oficiais do proximo videogame da Microsoft.
Ainda chamado pelo seu nome-código &#8220;Xenon&#8221;, o novo videogame parece que terá um hardware [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="mobile-post">Falando em evolução, desde segunda que está sendo realizada a Game Developers Conference 2005, nos EUA, um dos maiores eventos mundias da indústria dos games. E desde ontem começaram a surgir algumas informações concreta e quase oficiais do proximo videogame da Microsoft.</p>
<p class="mobile-post">Ainda chamado pelo seu nome-código &#8220;Xenon&#8221;, o novo videogame parece que terá um hardware muito poderoso. Era de se esperar, pois toda nova geração traz aparelhos super evoluídos. Porém, algumas características devem ser destacadas:</p>
<p class="mobile-post">- Câmera: o Xenon terá uma câmera de video, assim como o Playstation 2 tem o Eye Toy. Essa câmera de vídio terá 1.3 megapixels e servirá para tirar fotos e video. Poderá ser usada também na Xbox Live em salas de chat (videoconferencia).</p>
<p class="mobile-post">- Mídia: parece que o Xenon continuará utilizando DVDs convencionais, ao contrário do Playstation 3, que deverá usar uma nova geração de mídia ótica. A única diferença é que os DVDs utilizados no Xenon deverão ser de camada dupla, lado único (os chamados DVD9).</p>
<p class="mobile-post">- Live Aware: todos os jogos deverão ser compatíveis com a Xbox Live Aware. Este é um serviço já existente da Xbox Live que permite que, mesmo jogando offline, o videogame permanece conectado a rede, permitindo que o jogador receber convites e mensagens de outros usuários.</p>
<p class="mobile-post">- High Definition Games: Todos os jogos deverão rodar no padrão de alta definição de imagem, ou HDTV. A Microsoft exige que, no mínimo, o jogo rode com 720 linhs de resolução (o padrão das TVs convencionais é de 480 linhas), som surround de 5.1 canais e formato widescreen (16:9).</p>
<p class="mobile-post">- Novas funcionalidades da Xbox Live: A Xbox Live deverá recber novas funcionalidades como uma loja online para comprar extras de jogos, um perfil mais detalhados dos jogadores, contendo reputação, pontos de destreza (que são ganhos executando tarefas desafiadoras nos jogos como matar chefes, descobrir segredos, terminar o jogo, etc). Alem disso, cada Xenon deverá possuir perfis de jogadores, assim como funciona num Windows onde mais de uma pessoa utiliza. No seu perfil você poderá guardar informações sobre você e suas preferências nos jogos como, configuração de joystick ou cores do seu personagem. Além disso, os saves serão organizados por perfis, evitando assim que quando um amigo foor jogar na sua casa ele nao sobrescreva o seu sofrido save com 6354 horas de jogo.</p>
<p class="mobile-post">Está começando mais uma vez a corrida dos consoles. De 5 em 5 anos é a mesma coisa, novos consoles são anunciados, com novas tecnologias, novas funcionalidades, novas ferramentas&#8230; Nós, gamers, ficamos loucos. Tudo será definido basicamente na E3. Até lá, haverá, no máximo, conferências secretas, apresentações a portas fechadas e coisas do genêro. Parece que a Sony vai mostrar o seu novo console, a portas fechadas, no final de Março. A Nintendo parece que está dando pra trás, e disse que já não sabe como e se vai mostrar o seu novo (e revolucionário) console na E3. Bom, só sei que, depois da E3, como acontece anualmente, tudo vai mudar.</p>
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		<title>Atari Age</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2005 14:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Engraçado como praticamente a geração Atari foi tão presente no cotidiano da época. Minha irmã jogava, meus primos, alguns tios, tias&#8230; As vezes até meu pai e minha mãe. Hoje em dia ninguém mais joga ou se interessa, e ainda por cima, tem preconceito.
Teorias à parte, era uma época boa. Qualquer lugar que você fosse, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Engraçado como praticamente a geração Atari foi tão presente no cotidiano da época. Minha irmã jogava, meus primos, alguns tios, tias&#8230; As vezes até meu pai e minha mãe. Hoje em dia ninguém mais joga ou se interessa, e ainda por cima, tem preconceito.</p>
<p>Teorias à parte, era uma época boa. Qualquer lugar que você fosse, tinha um Atari e tinha gente que jogava. Me lembro de passar muito tempo jogando com minha irmã Decathlon, ou River Raid, Gran Prix, Enduro, Pac Man, Keystone Keapers, Megamania&#8230; A lista é interminável.</p>
<p>O meis legal é que percebo essa popularidade do Atari nas ruas. Tenho umas camisas de videogame, uma delas tem uma estampa com os alienigenas de Space Invaders. Sempre que ando na rua com ela, percebo todo mundo olhando fixamente pra estampa. Quem me conhece, sempre pergunta: &#8220;Ah, esse é aquele jogo de Atari né&#8230; da navezinha. Como chamava?&#8221;</p>
<p>Naquela época todo mundo jogava. Sem preconceito. E todo mundo tinha acesso. As vezes concordo com a Nintendo, naquela época os jogos eram simples porém igualmente divertidos. A família toda jogava mas mesmo assim não era nada infantil. Era arte do mesmo jeito que hoje, porém, com apenas um botão e um manche. Quando minha irmã viu o joystick do Mega Drive com 3 botões (fora o Start) ela disse: &#8220;ah não, quero jogar esse não, muito complicado&#8221;. E nunca mais jogou videogame. Deve ter sido assim com a grande maioria dos jogadores de Atari.</p>
<p>Até pouco tempo atrás, eu, de vez em quando, ainda arriscava a convencê-la de jogar uma partidinha de Virtua Tennis no Sega Dreamcast. Eu dizia: &#8220;esse é fácil, só usa um botão (basicamente)&#8221;. Tudo bem, na verdade, usam-se 2 botões no jogo. Mas dá pra jogar perfeitamente usando apenas um, e eu precisava convencê-la de algum modo, quebrar essa barreira entre ela e os novos videogames. Certo dia ela se rendeu. Resolveu experimentar, apesar do joystick do Dreamcast ter 4 botões digitais de ação, mais 2 gatilhos analógicos, um direcional digital e um analógico&#8230; Talvez o tempo que ela resistiu se devia a isso, o medo daquele tanto de botão.</p>
<p>Então ela pegou o joystick e eu disse: &#8220;é só controlar o jogador com esse direcional (o digital, porque se eu falasse pra ela usar o analógico, adeus) e apertar o botão vermelho quando a bola chegar perto&#8221;. Jogou duas partidas comigo, deu pra perceber um sorrisinho no rosto dela, durante o jogo, mas nem quis jogar mais. Sei que ela se divertiu, mas compreendo o lado dela. Não jogava um videogame desde o Mega Drive (ela chegou a jogar uma época, apesar dos &#8220;complicados&#8221; 3 botões) e já não devia ter perdido o tato gamístico que todo gamer tem. Aquela intimidade com a máquina e com o joystick.</p>
<p>Ainda espero por uma nova era Atari. Especialmente no Brasil. Uma era onde não exista mais barreiras entre o videogame e as pessoas. Onde todos tenham a opção de se divertir num videogame, com a família e amigos. Arte e entretenimento, puro e simplesmente.</p>
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		<title>Não Comento Rumores: Halo 3 e Playstation 3</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2005 13:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de falar algo, queria dizer que, entre uma turma de amigos, sou conhecido por &#8220;Não Comento Rumores&#8221;. Não gosto muito de gastar saliva e neurônio com rumores exagerados vindos de mentes gamers sonhadoras. Porém, alguns até que fazem um pouco de sentido&#8230;
Como esse novo (acabei de ler, fresquinho) de que Halo 3 estaria sendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de falar algo, queria dizer que, entre uma turma de amigos, sou conhecido por &#8220;Não Comento Rumores&#8221;. Não gosto muito de gastar saliva e neurônio com rumores exagerados vindos de mentes gamers sonhadoras. Porém, alguns até que fazem um pouco de sentido&#8230;</p>
<p>Como esse novo (acabei de ler, fresquinho) de que Halo 3 estaria sendo desenvolvido e já teria data de lançamento: no mesmo dia do Playstation 3. Opa&#8230; Má idéia? Nem tanto. Pelo menos nos EUA, seria uma excelente estratégia. A não ser que a Sony tenha uma estratégia melhor.</p>
<p>Eu lembro do lançamento de Halo 2 (que eu achava estaria jogando assim que fosse lançado, se não fosse pela lama do mercado que vivemos ter impossibilitado deu receber meu Xbox&#8230;). Os EUA pararam. As filas nas lojas lembravam as cotidianas filas que se formam nas lojas japonesas no lançamento de qualquer jogo. Fazia tempos que eu não via um lançamento de jogo com tamanha repercursão aqui pros lados ocidentais do planeta. Todo lugar só se falava disso. Saiu até mesmo nas mídias não-especializadas no Brasil, que, a propósito, mostravam que não sabiam nem do que estavam falando.</p>
<p>É, como eu digo desde o rumor do anúncio do primeiro Xbox: A Microsoft só entra num mercado disposta a ser líder. E ela não vai descansar enquanto isso não acontecer.</p>
<p>E Microsoft bem que podia invadir nosso mercado de uma vez por todas, né? Quem sabe ela não teria uma estratégia tão boa quanto a de Halo 3.</p>
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		<title>Fim de Semana Underground</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2005 12:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse fim de semana, por estar um pouco ocupado com trabalhos, joguei pouca coisa. Ah, claro, também pelo motivo deu continuar sendo um sem-console no Brasil.
Não gosto muito de jogar no PC, a não ser por Sim City e The Sims, os quais eu dei uma parada. Semana passada fui instalar o Linux na casa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse fim de semana, por estar um pouco ocupado com trabalhos, joguei pouca coisa. Ah, claro, também pelo motivo deu continuar sendo um sem-console no Brasil.</p>
<p>Não gosto muito de jogar no PC, a não ser por Sim City e The Sims, os quais eu dei uma parada. Semana passada fui instalar o Linux na casa dum amigo, e acabei também instalando uns jogos diferentes. Dentre eles, Need for Speed Underground e GTA Vice City.</p>
<p>Desde Need for Speed: High Stakes que eu não jogo nada da série. Gostei muito do primeiro Need for Speed (clássico) e do Need for Speed III: Hot Persuit. Mas, jogando o Need for Speed Undergound deu pra perceber que a mecânica do jogo é a mesma de sempre. Só isso já vale o jogo. Mas jogar jogo de corrida no PC ninguém merece&#8230;</p>
<p>Já GTA Vice City eu nem gosto muito, ao contrário de metade do planeta Terra. Joguei um pouco, algumas missões e só. Só porque tava meio enjoado já do NFSU e quis dar uma variada. Pior de tudo é jogar GTA Vice City no teclado e num mouse touchpad&#8230;</p>
<p>Ah que saudade de jogar na TV&#8230;</p>
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		<title>E3 Revolution</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2005 12:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por falar em feira, esse ano a E3 matando qualquer gamer de ansiedade, principalmente nós gamers brasileiros que ficamos só na platéia da indústria mundial.
Esse ano as 3 grandes produtoras vão apresentar seus respectivos novos consoles. Cada um promete mais do que o outro&#8230;
A Sony vem com um console equipado com um processador ultra potente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por falar em feira, esse ano a E3 matando qualquer gamer de ansiedade, principalmente nós gamers brasileiros que ficamos só na platéia da indústria mundial.</p>
<p>Esse ano as 3 grandes produtoras vão apresentar seus respectivos novos consoles. Cada um promete mais do que o outro&#8230;</p>
<p>A Sony vem com um console equipado com um processador ultra potente e que está sendo desenvolvido a anos. Processador este que inclusive tem prometido uma mudança de paradigma também na indústria de informática.</p>
<p>A Microsoft também vem com um console ultra poderoso. Especula-se que terá e processadores centrais trabalhando em paralelo. A expectativa é grande, pois a Microsoft vem prometendo que a criança será a oitava maravilha do mundo. Também pudera, quando o Xbox foi lançado, ele era a oitava maravilha do mundo, ou seja, o console mais potente da atual geração.</p>
<p>Já a Nintendo é que promete a Revolução. Diz que seu próximo console será diferente de tudo que já se viu. Ela não está interessada em focar na potência e sim na criatividade dos desenvolvedores e na diversão pra familia toda.</p>
<p>Fora isso, novos consoles significam novas tecnologias ao nosso alcance (alias, nosso não, pois gamer brasileiro tem que ralar muito pra alcançar estas novas tecnologias). Joysticks padrão sem-fio, discos rígidos, banda larga, conexão com o PC, mídias de alta capcidade&#8230; Bom, o negócio é esperar a E3. E continuar sonhando que um dia a indústria brasileira (isso inclui nós gamers) estejamos também nesse palco, e não apenas na platéia.</p>
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		<title>Não desisto nunca</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2005 18:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamo lá&#8230; Estou indo rumo ao meu 3º Xbox. O primeiro foi vendido por questões finenceiras emergenciais. Fiquei com ele 2 meses bem jogados. O segundo, coitado, nem cheguei a vê-lo. Dinheiro jogado fora (maldito mercado nacional! grrr)
Talvez, quem sabe, até eu conseguir recursos para o próximo, eu já não vá direto ao Xbox 2 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamo lá&#8230; Estou indo rumo ao meu 3º Xbox. O primeiro foi vendido por questões finenceiras emergenciais. Fiquei com ele 2 meses bem jogados. O segundo, coitado, nem cheguei a vê-lo. Dinheiro jogado fora (maldito mercado nacional! grrr)</p>
<p>Talvez, quem sabe, até eu conseguir recursos para o próximo, eu já não vá direto ao Xbox 2 (ou seja lá qual será o seu nome oficial)</p>
<p>É isso ai, bem vindo.</p>
]]></content:encoded>
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